“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


sábado, 4 de maio de 2013

“Linguagem Corporal” e “Uma boa Cantoria” – de Ana Maria Machado–na culminância da IV Parada Literária/2013

clip_image001A supervisora pedagógica Franci Barros apresenta a “contadora de histórias” Aline – Estudante de Pedagogia da UEG – Formosa-Go, aos alunos.

       As histórias podem ser: fábulas, os contos, as lendas  organizados de acordo com as lendas. Quando estas narrativas são lidas ou contadas abre-se uma oportunidade para que estes mitos, tão importantes para a construção de sua identidade social e cultural, possam ser descobertas pelos alunos.

       Estimulando o desenvolvimento de funções cognitivas importantes para o pensamento, tais como a comparação (entre as figuras e o texto lido ou narrado) o pensamento imaginário, o raciocínio lógico, pensamento divergente ou convergente, as relações espaciais e temporais (toda história tem princípio, meio e fim).

   Pedagogicamente a história abre espaço para a alegria e o prazer de ler, compreender, interpretar a si próprio e à realidade mostram as crianças, jovens e adultos, que a contação de histórias é um mecanismo de estímulo à leitura e aprendizagem de quem conta à sua história ou quem conta as histórias de outros.

     Na culminância da IV Parada Literária, as professoras das turmas de 5º Ano Convidaram a “contadora de histórias”, Aline estudante de Pedagogia na UEG em Formosa-Go, apresentou “Uma boa Cantoria” – de Ana Maria Machado e Linguagem Corporal.

clip_image002“Uma boa Cantoria” – de Ana Maria Machado - Essa história é do tipo que o povo gosta de contar. "Conta de Novo", pedem as crianças. E lá vem tudo outra vez. Sempre parecido e sempre diferente, de cada vez mudando um pouquinho. De jeito divertido, para falar de uma porção de coisas em cada livro; o medo que a gente tem de noite; o jeito de enfrentar os mandões, a necessidade de cantar e defender a natureza, o corre-corre de quem fica achando que qualquer coisa é o fim do mundo. É uma história como as que a gente gosta de inventar, contar e ouvir.

Veja a trama da história:

Um rei achava que entendia de tudo. Um dia, se preparando para dormir, ouviu um amolador de facas e tesouras pela rua, fazendo o assobio agudo na pedra de amolar. O rei esbravejou e ficou irritado, acusando o povo, dizendo que a cantoria era desafinada. Dali em diante, criou uma lei proibindo todo mundo de cantar. Depois de anos, passou pela fronteira um boiadeiro e seu carro de bois. A roda fazia barulho e o boiadeiro aproveitava aquele som para cantar junto. Apesar dos insistentes apelos da população para ele parar a cantoria, ele não só continuou cantando como, também, atraiu pastores, carroceiros, lavadeiras, pescadores e todo o povo. E foi em frente ao palácio, com aquela boa cantoria, que até o rei cantou, mudando a história, mudando a lei.

 

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A linguagem corporal é um trabalho de estimulação do raciocínio rápido e a expressão corporal (sons e ritmos) no processo de comunicação, na IV Parada Literária/2013, na Escola Classe 0 2 do Arapoanga, em Planaltina-DF.

ATIVIDADES DOS ALUNOS DE 5º  ANOS -APÓS A APRESENTAÇÃO:

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Foi um sucesso a apresentação da Professora Aline. Parabéns! A Escola agradece sua participação na IV Parada Literária/2013

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