“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Texto Jornalístico e Cartas –È possível cair no Vestibular ou Concursos?

Cartas –Dissertação Argumentativa
       É o tipo de texto mais exigido pelas universidades e tem o objetivo de defender um ponto de vista para o leitor acerca do assunto pedido.

Em primeiro o lugar: colocação de a ideia desenvolvê-la, e concluí-la. Evitar escrever o que já se tem falado muito e usar o senso crítico é importante para produzir um bom texto. É comum usar a terceira pessoa do singular, mas não é proibido escrever em primeira pessoa.
       Esse tipo de texto pode ser usado tanto para fins pessoais, escrever a um amigo, quanto para reivindicações, apoios, pedidos e reclamações. A maioria dos vestibulares que cobra esse gênero o faz no formato carta dissertativa, em que se deve persuadir o leitor da necessidade do pedido escrito no documento, se escreve para um leitor específico, portanto há a necessidade de adequar a linguagem. A dissertação apresenta essa diferença: destinada para um público geral. As características da carta devem ser mantidas: data e local no topo da página, saudação de acordo com o destinatário, corpo do texto e assinatura.Veja modelos de cartas clicando >Aqui.

sábado, 24 de novembro de 2012

Dissertação Argumentativa : debater, discutir, questionar - organização lógica de ideias!

Dissertação tem seus fundamentos  em estudo teórico de natureza reflexiva, que consiste na ordenação de ideias sobre um determinado tema. A característica básica da dissertação é o cunho reflexivo-teórico. Dissertar é debater, discutir, questionar, expressar ponto de vista, qualquer que seja. É desenvolver um raciocínio, desenvolver argumentos que fundamentem posições. Polemizar, inclusive, com opiniões e com argumentos contrários aos nossos. É estabelecer relações de causa e consequência, é dar exemplos, é tirar conclusões, é apresentar um texto com organização lógica das ideias. Basicamente um texto em que o autor mostra as suas ideias.
Dissertação
Introdução - deve ser breve e anunciar, a quem vai ler, o que será desenvolvido no texto, acompanhado da opinião (não muito extenso).
Desenvolvimento - é o corpo do texto: com as ideias propostas na introdução, defendendo o ponto-de-vista através de argumentos.
Conclusão - finalizar o que foi exposto; deve ser breve e não pode conter nenhuma ideia nova e nenhum exemplo; um resumo da dissertação. Em forma de:
Síntese - resumo do que foi dito durante o texto.
Sugestão - proposta para que o problema discutido seja solucionado. ( a sugestão deve ser feita quando se tem um domínio do assunto e seja coerente, pertinente e que seja uma ideia nova – essa forma, se bem colocada, garante uma pontuação excelente em sua redação).
A Dissertação pode ser também EXPOSITIVA
Consiste somente em informar o leitor sobre determinado tema, sem o propósito de convencimento, não é importante obter adesões ao seu ponto de vista.
VEJA NO BLOG – CLICANDO EM>  SÓ ATIVIDADES PARA A SALA DE AULA
Por:
Júlia Virginia de Moura – pedagoga










Redação não é “Bicho de Sete Cabeças”–vestibulares e concursos


clip_image001Quando se fala em redação o aluno, ou o candidato a concursos, fica muito preocupado não porque escrever seja um grande problema, mas escrever para um especialista corrigir e desta correção depender uma aprovação ou reprovação é que acaba por inibir as capacidades da pessoa.
A mesma pessoa que é capaz de dissertar oralmente sobre fatos ou acontecimentos de que tem conhecimento e escrever tudo o que falou, de acordo com seu nível acadêmico fará uma produção textual numa apreciação na escala de 1 a 5, estará na média acima de 2,5. Porém se esta produção textual estiver dentro de um processo, para o aluno de suma importância, com caráter eliminatório e/ou primordial para ser aprovado e bem classificado em um vestibular ou concurso, estes fatores deixam o concorrente extremamente preocupado com a estruturação do texto, que poderá deixá-lo confuso, em dúvidas quanto aos vários aspectos textuais, vocabulário, ortografia, pontuação e etc., o que poderá afetar o seu desempenho ao escrever.
De onde se conclui que dentre todas as condições de se escrever bem e de forma correta é necessário, primeiro, que se conheça o assunto que será explorado. Mesmo que seja a partir de uma notícia de jornal, um documentário ou uma imagem, temas propostos, fatos presenciados ou dos quais houve participação de quem escreve, pois é clip_image002a partir de tais dados que o texto será produzido.
Em qualquer um dos tipos de textos (narrativo, dissertativo, descritivo), estar bem informado a respeito do tema, familiarizado com fontes de informação, sejam, elas, revistas, jornais (tanto impressos quanto orais) e livros em geral, veiculação na mídia, opiniões de especialista que podem ajudar na construção do senso crítico, por exemplo, vai ser muito importante no momento de colocar as ideias no papel.
O resultado desse processo de produção retratará a maneira de interpretar as fontes, a visão de mundo e experiências vividas.
O que torna mais fácil transmitir o que foi solicitado ou escolhido.
Essas informações preliminares são básicas para que haja uma tranquilidade e segurança, fatores que aliados aos conhecimentos dos tipos de textos e suas características próprias de construção garantem o sucesso de uma boa redação.
Vamos falar dos tipos de textos e como se caracterizam e depois especificar cada um.
Tipos de Textos
  1. Texto narrativo;
Texto narrativo é aquele que envolve personagens desenvolvendo ações ao longo do tempo.
  • Um narrador (que pode ser personagem, observador ou onisciente), espaço, tempo, enredo.
  • Situação inicial: Os personagens e o espaço são apresentados.
  • Estabelecimento de um conflito: Um acontecimento modifica a situação apresentada e desencadeia uma nova situação a ser resolvida, que quebra a estabilidade de personagens e acontecimentos.
  • Clímax: Ponto de maior tensão na narrativa.
  • Epílogo: Solução do conflito, o que nem sempre significa um final feliz.
    Dentre os personagens, haverá um ou mais protagonistas, onde estará centrada a trama e onde circundam os demais personagens, geralmente havendo também os antagonistas, em contrariedade aos protagonistas.
    São chamados de coadjuvantes aqueles que não se enquadram como protagonistas ou antagonistas, embora sua existência seja propícia para o desenvolvimento dos fatos que envolvem um texto narrativo.
    E, falando em narrativa, é ela quem vai apresentar e desenvolver os personagens e fatos no tempo e espaço em que se situa o enredo. Entre os tipos de textos narrativos estão, por exemplo, o romance, a crônica, o conto, a fábula, a parábola.
Romance: É uma narrativa sobre um acontecimento ficcional no qual são representados aspectos da vida pessoal, familiar ou social de uma ou várias personagens. Gira em torno de vários conflitos, sendo um principal e os demais secundários, formando assim o enredo.
Novela: Assim como o romance, a novela comporta vários personagens, sendo que o desenrolar do enredo acontece numa sequência temporal bem marcada. Atualmente, a novela televisiva tem o objetivo de nos entreter, bem como de nos seduzir com o desenrolar dos acontecimentos, pois a maioria foca assuntos relacionados à vida cotidiana.
  • clip_image003
    Conto: É uma narrativa mais curta, densa, com poucos personagens, e apresenta um só conflito, sendo que o espaço e o tempo também são reduzidos.
    Crônica: Também fazendo parte do gênero literário, a crônica é um texto mais informal que trabalha aspectos da vida cotidiana, muitas vezes num tom muito “sutil”, bem humorado, o cronista faz uma espécie de denúncia contra os problemas sociais através do poder da linguagem.
    Fábula: Geralmente composta por personagens representados na figura de animais, é de caráter pedagógico, pois transmite noções de cunho moral e ético. Quando são representadas por personagens
    clip_image004inanimados, recebe o nome de Apólogo, mas a intenção é a mesma da fábula.



  • NARRADOR – 1ª ou 3ª pessoa
  • A narração pode ser feita em primeira pessoa, o narrador participa dos acontecimentos; é, assim, um personagem com dupla função: o personagem-narrador. Pode ter uma participação secundária nos acontecimentos, destacando, desse modo, seu papel de narrador, ou ter importância fundamental, sendo mesmo o personagem principal.
  • Narrações em terceira pessoa, o narrador está fora dos acontecimentos; Essa situação lhe permite saber de tudo, do passado e do futuro, das emoções e dos pensamentos dos personagens - daí ser chamado de onisciente (oni + sciente, ou seja, "o que tem ciência de tudo", "o que sabe de tudo"). Repare que o narrador onisciente "lê" os sentimentos, os desejos mais íntimos da personagem (aliás, o narrador vê o que ninguém tem condições de ver: o mundo interior do personagem), e sabe qual será a repercussão desse ato no futuro.
  • ANTES DE PASSARMOS AO 2º TIPO DE TEXTO: DISSERTATIVO – VEJA EXEMPLOS DE TEXTOS NARRATIVOS NO BLOG:

  • 2- Textos Dissertativos;
    3- Textos Descritivos;
    Por: Júlia Virginia de Moura – Pedagoga
    Fonte de pesquisa:
    Manual de Técnicas de Redação – José Carlos Dutra do Carmo




    segunda-feira, 19 de novembro de 2012

    Zumbi dos Palmares–ícone da Consciência Negra no Brasil–conteúdos para séries iniciais

     

    z 20 de Novembro – Dia da Consciência Negra

    O Quilombo dos Palmares -- localizado na atual região de União dos Palmares, Alagoas -- era uma comunidade formada por escravos negros que haviam escapado das fazendas, prisões e senzalas brasileiras. Ele ocupava uma área próxima ao tamanho de Portugal, no atual estado de Alagoas. Naquele momento sua população alcançava por volta de trinta mil pessoas.

    Zumbi nasceu em Palmares, Alagoas, livre, no ano de 1655, mas foi capturado e entregue a um missionário português quando tinha aproximadamente seis anos. Batizado 'Francisco', Zumbi  aprendeu português e latim, e ajudava diariamente na celebração da missa. Apesar destas tentativas de aculturá-lo, Zumbi escapou em 1670 e, com quinze anos, retornou ao seu local de origem. Zumbi se tornou conhecido pela sua destreza e astúcia na luta e já era um estrategista militar respeitável quando chegou aos vinte anos.

    sexta-feira, 16 de novembro de 2012

    Avaliação final–"A Angústia do Professor”

     
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    A angústia do professor no final doAno.
     Não há como negar a angústia do professor no final do ano quando sabe que vai ter que reprovar alguns alunos, ou vai ter que aprovar pela “promoção continuada”, sabendo que não aprenderam tudo que deveriam. Uma análise sobre ações já conhecidas, neste momento, pode abrir possibilidades.
    Retornando a questão da “avaliação” é bom lembrar novamente a possibilidade que ela traz de ser referência para “recuperação” para os que não aprenderam.
    E outro ponto a ser relembrado em relação ás provas, como ferramenta avaliativa: "Não é possível ser
    construtivista na hora de ensinar e tradicional na hora de avaliar”, esse ponto a ser repensado pode diminuir o número de alunos da lista dos antecipadamente reprovados.

    quinta-feira, 15 de novembro de 2012

    Semana da Acessibilidade - Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB Educativo SP

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    CCBB Educativo SP promove Semana da Acessibilidade
    O Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB Educativo SP realiza pelo terceiro ano consecutivo a Semana de Acessibilidade: Autonomia para Todos. De 20 a 25 de novembro, será apresentada:

    uma série de atividades reflexivas sobre o espaço físico, a atuação de pessoas com deficiência em instituições culturais, os tipos de deficiência e formas de aproximação e interação.
    Saiba mais:

    http://pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/sis/lenoticia.php?id=1087&c=31

    sábado, 3 de novembro de 2012

    Erros Ortográficos: como ensinar a grafia correta?

    clip_image001Imagem: http://jordaoagora.blogspot.com/2012/06/professor-aceita-erros-ortograficos-em
    É muito comum haver dúvidas na grafia correta das palavras, não somente para alunos que estão sendo alfabetizados, como nos diversos níveis de formação acadêmica, e até mesmo entre professores, surgem dúvidas ao escreverem palavras que não são de uso frequente.
    Escrever corretamente é um desafio constante prá quem se propõe a produção de textos espontâneos. As ideias podem ser inteligentes, coerentes, pertinentes, mas se contem erros ortográficos ou gramaticais deixará de ser um texto bem escrito. clip_image002
    Imagem: Portal P1
    A aprendizagem da grafia correta das letras inicia-se na alfabetização quando é comum os alunos nas séries iniciais fazem alguma trocas de letras. A partir daí ao longo do Ensino Fundamental ao Ensino Médio a aprendizagem da ortografia faz um longo percurso até os alunos adquirirem o domínio da língua escrita.
    Ainda nas séries iniciais do Ensino Fundamental os professores de 4º e 5º Anos, principalmente ficam bastante preocupados com alunos que se demoram na escrita correta. Porém este domínio do grafismo não acontece somente pela memorização, mas pelo trabalho específico do professor em relação a três fatores: dois tipos diferentes de erros ortográficos e dificuldades que podem ser peculiares do aluno, como dificuldades em relação ao uso de determinada letra ou grupo de letras, nesse caso, há uma dificuldade que é do aluno (ou de um grupo de alunos) e deve ser trabalhadas de forma individualizada.
    Quais são os tipos de Erros Ortográficos clip_image003Imagem: Blog da Vila
    e como ensinar a grafia correta?
    1- Palavras Regulares - Erros Regulares - são os erros de palavras em que há uma regularidade na sua grafia: cada fonema corresponde a somente um grafema e vice-versa. Por essa regularidade o aluno aprende, pois estão contidas no contexto, e corrige os erros pela compreensão.
    2- Palavras Irregulares – Erros Irregulares - erros de palavras cuja grafia correta apresenta irregularidade: grafemas correspondem a mais de um fonema e fonemas correspondem a vários grafemas.
    O que explica várias dificuldades e erros como, por exemplo: