“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


sexta-feira, 6 de julho de 2012

TDAH - Deficiência Mental: sucesso escolar? - IX Congresso de Psicopedagogia- SP/2012

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Universidade Federal de Minas Gerais –UFMG
TDAH na sala de aula: o professor desatento, hiperativo ou dividido?
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Conclusão: Os resultados apontaram para uma sobrecarga do trabalhador docente quando possuíam alunos com TDAH. Em 90% das entrevistas, esses profissionais indicavam a presença de comorbidades nesses alunos, como trnstorno desafiador opositivo, o que gerava a necessidade da criação de estratégias para que o comportamento em sala de aula não prejudicasse os demais esstudantes, nem tão pouco deixassem esses sujeitos em defasagem de conteúdo. todos os relatos trouxeram a insatisfação dos profissionais frente ao apoio dado pela rede de ensino em relação a esses alunos. Para eles não havia cursos adequados de formação e  a presença de um monitor foi considerada valiosa para auxiliar o trabalho que desenvolviam. Apenas uma entrevistada discordou do auxílio do monitor, pois para ela  de nada  adiantaria se não houvesse uma transformação profunda no sistema de ensino, no que tange a política da inclusão.
A pesquisa demonstrou assim que a Lei 9078/05 falha ao não considerar o TDAH como inclusão e o município de Belo Horizonte que se diz inclusivo, acaba excluindo esses sujeitos dentro dos ambientes escolares, restringindo suas possibilidades de  sucesso escolar.
Avaliação de Funcionalidade em Ambiente Escolar
de Alunos com Deficiência Intelectual
Universidade Presbiteriana Mackensie

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Clicar na imagem digitalizada.
Veja a Conclusão do estudo:
Os alunos avaliados independentemente das séries em que estavam matriculados   e das idades cronológicas não obtiveram rendimento escolar satisfatório, o que faz crer que os processos de inclusão necessitam de apoios pedagógicos, psicológicos e psicopedagógicos intensos, demosntrando que uma escola inclusiva requer investimento, não apenas financeiros, mas também e principalmente na formação de recursos  humanos.

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