“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


sábado, 7 de julho de 2012

Avaliação e Intervenção Pedagógica: ludicidade- IX Congresso de Psicopedagogia–São Paulo/2012

Exposição de Posteres

UNICAMP

Serviço de Avaliação e Intervenção Pedagógica

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Considerações Finais:

As intervenções realizadas em sessões semanais tem se mostrado eficientes,  mostrando que os trabalhos com jogos  infantis e atividades diversificadas contribuem para a construção das estruturas mentais das crianças/adolescentes, sendo fundamentais para a promoção de seu desenvolvimento integral, pois criam situações e oportunidades em que eles possam dirigir suas próprias  ações  sobre o o objeto de conhecimento, estabelecendo relações  com objetivos variados e em situações desafiadoras. Ao longo dos atendimentos é percebido o desenvolvimento da autonomia, bem como o resgate da sua autoestima. É importante ressaltar que o apoio da família e da escola é fundamental para esse processo, uma vez que  as mudanças ocorrem, principalmente no âmbito   familiar  e escolar. Por tudo isso pode-se concluir  que o trabalho  que vem sendo realizado tem se mostrado eficaz na superação das dificuldades de aprendizagem e/ou desenvolvimento.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

TDAH - Deficiência Mental: sucesso escolar? - IX Congresso de Psicopedagogia- SP/2012

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Universidade Federal de Minas Gerais –UFMG
TDAH na sala de aula: o professor desatento, hiperativo ou dividido?
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Conclusão: Os resultados apontaram para uma sobrecarga do trabalhador docente quando possuíam alunos com TDAH. Em 90% das entrevistas, esses profissionais indicavam a presença de comorbidades nesses alunos, como trnstorno desafiador opositivo, o que gerava a necessidade da criação de estratégias para que o comportamento em sala de aula não prejudicasse os demais esstudantes, nem tão pouco deixassem esses sujeitos em defasagem de conteúdo. todos os relatos trouxeram a insatisfação dos profissionais frente ao apoio dado pela rede de ensino em relação a esses alunos. Para eles não havia cursos adequados de formação e  a presença de um monitor foi considerada valiosa para auxiliar o trabalho que desenvolviam. Apenas uma entrevistada discordou do auxílio do monitor, pois para ela  de nada  adiantaria se não houvesse uma transformação profunda no sistema de ensino, no que tange a política da inclusão.
A pesquisa demonstrou assim que a Lei 9078/05 falha ao não considerar o TDAH como inclusão e o município de Belo Horizonte que se diz inclusivo, acaba excluindo esses sujeitos dentro dos ambientes escolares, restringindo suas possibilidades de  sucesso escolar.
Avaliação de Funcionalidade em Ambiente Escolar
de Alunos com Deficiência Intelectual
Universidade Presbiteriana Mackensie

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Veja a Conclusão do estudo:
Os alunos avaliados independentemente das séries em que estavam matriculados   e das idades cronológicas não obtiveram rendimento escolar satisfatório, o que faz crer que os processos de inclusão necessitam de apoios pedagógicos, psicológicos e psicopedagógicos intensos, demosntrando que uma escola inclusiva requer investimento, não apenas financeiros, mas também e principalmente na formação de recursos  humanos.