“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


sábado, 31 de março de 2012

Para ler e escrever, é preciso querer. Leitura e Escrita Significativas

A professora de Língua Portuguesa da sexta série / sétimo ano do Ensino Fundamental, comemora: "Ele escreveu o nome na capa do trabalho", com três colegas e à reportagem da Rede Brasil Atual. "Ele começou a ler e escrever apenas neste ano". Até o início de 2011, o garoto de 12 anos sequer abria o caderno, afirma Cristina, responsável pela disciplina de Biologia. A professora conta que não é difícil detectar os alunos considerados "analfabetos funcionais; é comum 30% dos alunos da sexta série não saberem ler e escrever. São os mais indisciplinados. Por não saberem nem ler, nem escrever eles não entendem nada, não participam da aula; o que resta é ficar bagunçando", detecta Paula;"

Vídeo -Resgatando a Autoestima–A criança e a aprendizagem

Este slideshow foi realizado durante uma oficina de autoestima. Veja no link http://impactodapedagogiamoderna.blogspot.com.br/2011_06_11_archive.htmlSugestões para resgatatr a Autoestima – projeto (veja o passo a passo)

sexta-feira, 30 de março de 2012

Por que alguns alunos que não avançam na compreensão da matemática?


Quando se analisa o conceito de “número”, da forma mais simples, como “os números são símbolos utilizados pra expressar a ideia de quantidade”, se percebe a complexidade e alto grau de abstração em que estes símbolos estão inseridos. E o aluno para compreender precisa decodificar para entender.
“As palavras, por exemplo, são signos linguísticos, os números são signos matemáticos; a linguagem, falada e escrita, e a matemática são sistemas de signos”. (MOREIRA, 1999, p.111).
Para o professor que vai iniciar junto com o aluno a decodificação dos números que simbolizam ideias de quantidades, ou para o professor que tem alunos que não avançam na compreensão da matemática,

quinta-feira, 29 de março de 2012

Os alunos constroem hipóteses com números, também ?

Quando o professor realiza um ditado de números percebe que seus alunos escrevem um mesmo número de maneiras diferentes. E dependendo da forma como foi escrito, leva  o professor a pensar que o registro do número está  de forma errada, como por exemplo, quando dita o número 158 o aluno escreve: 100508. Isso significa que este aluno está construindo hipóteses na construção dos números.  Veja  um vídeo (animação) a sobre ditados de números e entenda sobre hipóteses na matemática.: clicando neste site Revista Nova Escola

quarta-feira, 28 de março de 2012

Teste da Psicogênese – Atividade para aluno com Necessidades Especiais

 
A sugestão de usar uma motivação e estimulação, para o teste da psicogênese, através de imagens ou gravuras, que traz a intenção de ser uma forma em que o aluno possa escolha um tema de seu interesse, que seja significativo para ele, com certeza, vai dar mais precisão no resultado da hipótese em que se encontra na psicogenética da escrita, do que um tema escolhido pelo professor(ª) aleatoriamente, muitas vezes para toda turma, sendo que cada aluno é um indivíduo que constrói, de acordo com suas experiências de vida, a sua escrita.
Essa técnica foi demonstrada numa postagem anterior, usada com alunos da educação básica, ensino regular, como sondagem inicial e avaliações bimestrais para verificar avanços nos níveis da psicogênese, segundo Emília Ferreiro.
Uma variação desta técnica  usada com alunos encaminhados á Equipe Interdisciplinar (SEAA), com queixas de dificuldades de aprendizagem e com alunos com Necessidades Educacionais Especiais em situação de avaliações ou reavaliações, assim como  para professores de turmas inclusivas, salas de recursos, demonstrou excelentes resultados.

terça-feira, 27 de março de 2012

Intervenção e Atendimento TGD e Psicologia Escolar-UPIS e UnB

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Maiores informações : Professsora - claisy maria marinho araujo <claisy@unb.br>


PSICOLOGIA
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Universidade de Brasília
Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento
Laboratório de Psicologia Escolar
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOLOGIA ESCOLAR
Coordenação Acadêmica:
Profª Dra Claisy Maria Marinho-Araujo

INTRODUÇÃO
Na sua atuação cotidiana, o psicólogo escolar

domingo, 25 de março de 2012

Adaptações para surdos e cegos - Ensino Médio e Superior- UnB

Adaptações para surdos e cegos - Ensino Médio e Superior

Observando os obstáculos enfrentados por alunos deficientes visuais e auditivos, sem déficit cognitivo, em assimilar os conteúdos das disciplinas em níveis acadêmicos avançados, principalmente em Ciências, por meio da Libras e do sistema Braille, pesquisadores da Universidade de Brasília elaboraram um projeto que tem por objetivo melhorar a formação dos professores e criar símbolos específicos que traduzam os conceitos.
A partir dos resultados apontados por pesquisadores da UnB mostrando a ineficiência das práticas e materiais pedagógicos, do despreparo dos professores, como principais entraves ao aprendizado de alunos com deficiência, no ensino médio e superior

Atividade para Psicogênese – 4 palavras e 1 frase: agregadas por uma unidade de sentido.

 
De acordo com a técnica das imagens significativas, escolhidas pelos alunos, com fins de motivação e estimulação para realizar o teste da psicogênese, (técnica citada na postagem anterior), veja as listas de palavras e frases, previamente, preparadas pelo professor; palavras, que se espera, sejam citadas pelo aluno durante a interpretação das gravuras. Caso o aluno não fale sobre uma ou mais de uma das palavras que devem ser ditadas, por exemplo, a monossílaba ou polissílaba, o professor deve fazer uma intervenção e acrescentar ao aluno estas palavras, que serão depois ditadas.
Lembrando que as palavras do mesmo campo semântico usadas no teste da psicogênese são as palavras que

quarta-feira, 21 de março de 2012

Psicogênese– conhecer a teoria para usar na prática

Eemiliamília Ferreiro e Ana Teberoski   na investigação dos processos de aquisição e elaboração de conhecimento pela criança - ou seja, de que modo ela aprende,  mesmo antes de entrarem na escola,descobriram que ela desenvolve tentativas de escrever, iniciando um processo de escrita informal  como representação da fala.Dessa descoberta concluíram que a criança “constrói” o conhecimento, através de teorias explicáveis, surgindo daí o  termo “construtivismo” que muitos equivocadamente chamam de método de alfabetização; Na verdade o “construtivismo” é o termo dado aos processos da construção da escrita e da leitura.
Na sua obra Psicogênese da Língua Escrita "a mudança da compreensão do processo pelo qual se aprende a ler e a escrever afetou todo o ensino da língua", produzindo "experimentação pedagógica suficiente para construir, a partir dela, uma didática" e não um método. Um dos maiores legados destas descobertas de Ferreiro e Teberoski é a psicogênese da escrita

sexta-feira, 16 de março de 2012

Sexualidade aflorada gera “Projeto de Orientação Sexual”

PROJETO DE ORIENTAÇÃO SEXUAL
“GENTE QUE ESTÁ CRESCENDO”
 
                               

images                                                                             Introdução
Este Projeto foi elaborado á partir das necessidades, das “questões que foram surgindo em sala de aula, nas recreações, enfim nas movimentações e interações sociais , entre os alunos do Ensino Fundamental – Série
Iniciais de uma Escola Pública do Distrito Federal.Através de brincadeiras, imitações, descobertas e até mesmo das estimulações externas

quinta-feira, 15 de março de 2012

Veja sugestões de atividades:Ler muito, ler tudo: ajuda a desenvolver a escrita

Pesquisa revela: 56,1% dos estudantes aprenderam o que era esperado em leitura, e 42,8% em matemática(alunos que concluíram o 3º ano – 2ª série)
Imagem: novotempocolegio.com.br
A Pesquisa feita recentemente feita em parceria - Todos Pela Educação com o Instituto Paulo Montenegro/Ibope, a Fundação Cesgranrio e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), realizada através de provas aplicadas no primeiro semestre de 2011 a cerca de 6 mil alunos de escolas municipais, estaduais e particulares de todas as capitais do País evidenciou  resultados da Prova ABC (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização), exame inédito que verifica a qualidade da alfabetização das crianças que concluíram o 3º ano (2ª série),

terça-feira, 13 de março de 2012

SEAA e Transtornos Funcionais Específicos (TFE)- portaria nº 36 -2012


Portaria  nº 36 publicada no Diário Oficial do DF, de 12/03/2012, normatiza o atendimento aos TRANSTORNOS FUNCIONAIS ESPECÍFICOS,:define a clientela  atribui à Subsecretaria de Educação Básica, à Coordenação de Ensino Fundamental, à Coordenação de Educação Inclusiva, às Coordenações Regionais de Ensino e às Unidades Escolares a responsabilidade conjunta pelo cumprimento e implementação destas normas.
Os alunos com Transtornos Funcionais Específicos, com laudo médico, avaliação e
indicação pelo Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem serão atendidos no turno
contrário ao de sua matrícula na escola comum, conforme Programa previsto nesta Portaria;
SEAA e Profissionais Envolvidos

segunda-feira, 12 de março de 2012

Lady Gaga contra o bullying–Soluções Simples fazem a Diferença, no Brasil

Lady Gaga faz uma campanha anti-bullying em universidade americana. Aqui no Brasil, veja a pesquisa realizada pela UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA – PROJETO ANTI-BULLYING – UM PROJETO QUE DEUS CERTO
SOLUÇÕES SIMPLES FAZEM DIFERENÇA
- Adriana Lira- Universidade Católica de Brasília
                 
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                             Cátedra UNESCO da Juventude  Educação e Sociedade – UCB
“As violências tomam dimensões  cada vez maiores, carecendo, por essas razões identificar por que parte das  escolas, do Distrito Federal, não atinge seus objetivos no processo  de superação.
Este artigo propõe uma reflexão sobre o clima escolar como recurso indicador da necessidade e possibilidade de mudanças dos gestores e equipe comprometido com uma educação de qualidade, portanto, medida eficaz que independe de recursos sofisticados, mas dabu4 sensibilidade e responsabilidade.
Após uma pesquisa realizada em cinco escolas da periferia de Brasília

domingo, 11 de março de 2012

Como planejar uma aula flexibilizando o currículo para um aluno DI- Vídeo


Sempre no início do ano letivo 0 SEAA ( equipe multidisciplinar = Serviço Especializado de Apoio á Aprendizagem) e a Sala de Recursos da Escola Classe 02 do Arapoanga (Distrito Federal) através das professoras especialistas Marilene Francisco e Ieda Nunes, a pedagoga Julia Virginia de Moura (SEAA)

sábado, 10 de março de 2012

Fundamentação científica para a relação psicomotricidade e aprendizagem?

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Imagem: www.ebah.com.br
O corpo é o meio de ligação do individuo consigo mesmo, sua individualidade e  com o mundo. É uma tomada de consciência sobre si mesmo que tem seu início quando ainda bebê. A criança inicia o desenvolvimento perceptivo e descobre que através do seu corpo pode se comunicar com o mundo. Chora quando tem fome, sede, dor, sono… esse desenvolvimento permeia toda a sua existência, evoluindo e se transformando todo o tempo. Um desenvolvimento adequado do esquema corporal corresponde a uma maturação da motricidade, das percepções espaciais e temporais e da afetividade, que vão favorecer um bom desenvolvimento cognitivo de uma forma global e especificamente na aprendizagem da comunicação oral, escrita como do pensamento lógico e cálculo mental.Se há uma falha no desenvolvimento do esquema corporal vai haver falha no processo.
A psicomotricidade do ponto de vista científico

quinta-feira, 8 de março de 2012

Quando o aluno se identifica no tempo e no espaço, ele assimila o processo da escrita.

 
imagem: grcesmocidadeamazonense.blogspot.com
              O corpo é o meio de ligação do individuo consigo mesmo, sua individualidade e  com o mundo. É uma tomada de consciência sobre si mesmo que tem seu início quando ainda bebê. A criança inicia o desenvolvimento perceptivo e descobre que através do seu corpo

terça-feira, 6 de março de 2012

Uma leitura silabada pode ser parte do desenvolvimento das habilidades de ler e escrever?

"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história."
Bill Gates


Imagem:google
Um aluno   que lê de forma silabada ( concluindo o 3º ano - alfabetização) deve ser reprovado por isso? Depende. Ele consegue interpretar o que lê, o que escreve?  E quantos as suas capacidades de ler, interpretar e solucionar, operacionalizando, situações-problemas de acordo com os conteúdos da série? Essas respostas é que vão definir  o nível em que se encontra o aluno. Somente por realizar leitura silabada não é sufi ente.
Há educadores que, por um momento,esquecem que fazer uma leitura silabada é uma etapa do processo de desenvolvimento da leitura para alguns alunos.
Há outros, ainda, que desistem deste aluno...
, ou dá pouca atenção como se fosse um “caso perdido”,  principalmente se já foi reprovado no ano anterior.

sexta-feira, 2 de março de 2012

“Sensibilização á Inclusão” - SEAA e Sala de Recursos

As professoras especialistas Marilene Francisco e Ieda Nunes, a pedagoga Julia Virginia de Moura (SEAA)  com o apoio da Equipe Gestora: Georgina Lopes, Gisele Costa e a Supervisora Pedagógica Franci Barros promoveram um encontro com o grupo de professores, em  Coordenação Coletiva, de “Sensibilização à Inclusão”, evento que já faz parte da série de trabalhos coletivos  em formação continuada da escola, no início de cada ano letivo
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A Supervisora Pedagógica Franci Barros faz a abertura do evento.

A professora MaDSC01308rilene Francisco faz um resumo do que consistirá este encontro:
1-Atribuições e formas de atendimento do SEAA, apresentação da  pedagoga da escola;
2- Conhecendo os Transtornos e Síndromes e como trabalhar com os alunos , pelas professoras especialistas Ieda Nunes e a Marilene Francisco;
3 – Da Teoria á Prática : apresentação de um plano de aula para um turma de Educação Inclusiva – com recursos pedagógicos adaptados, apresentado  pela pedagoga;(Veja este plano na postagem anterior  o passo a passo no vídeo abaixo)
4-Exposição de materiais e jogos pedagógicos para serem usados nos planejamentos das turmas inclusivas;
5- Avaliação, pelas professoras, sobre o momento de sensibilização e formação continuada.
SEAA     - Serviço Especializado de Apoio á Aprendizagem     
A representante do SEAA expôs seu plano de trabalho, nos atendimentos, interventivos/avaliativos dos alunos em situações de queixas escolares, explicando e dando ênfase que a principal função da pedagoga não é  avaliar para diagnosticar alunos com transtornos cognitivos, mas através dos vários projetos interventivos, em parceria