“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O que mudou na portaria de escolha de turma -2012 - pela SEDF?

A nova portaria de turma, publicada hoje pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal,  gera dúvidas em relação á vários pontos, como a escolha dos coordenadores anteceder a escolha de turma pelos professores,a opção de regência fora da instituição educacional nas sextas e quartas para o SEAA…  e outras...

Veja a publicação de hoje no Diário Oficial, clicando aqui

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Piso salarial e Enem – dois grandes desafios para o Ministro Aloisio Mercadante



23/01/2012. Crédito: Monique Renne/CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF. O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante (e), durante cerimônia alusiva à concessão de 1 milhão de bolsas do Programa Universidade para Todos - ProUni.
Aloizio Mercadante tomou posse hoje como ministro da Educação em substituíção á Fernado Haddad.
A maior preocupação do atual Ministro é a substituíção de quatro funcionários que ocupam cargos de confiança:  o Presidente do Instituto Nacional de de Estudos e Pesquisas Educacionais, Anisio Teixeira (Inep),  Malvina Tuttman, e os secretários Eliezer Pacheco, Carlos Abicalil ( Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e Articulação dos Sistemas de Ensino, e Maria Pilar Lacerda, (Secretaria de Educação Básica (SEB), que ocupam uma área do Ministério responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que já vem há tempos  “mal das pernas”. Substituíções que não são bem-vistas pelos funcionários do Inep, que em manisfestação ao atual ministro, “julgam que as substituíções só dificultam o aprimoramento do orgão.

Inicio de Ano Letivo - Avaliação Inicial

No início do ano letivo quase sempre o professor não sabe qual turma vai receber. Mesmo que seja a mesma turma do ano passado, ou a mesma série/ano de sua preferência, nunca será “a mesma turma. Houve uma caminhada na aquisição de conhecimentos e experiências.
Pensando nisso veja sugestões para o "iniciar” com uma turma, seja no início do ano letivo, seja em qualquer momento em que se recebe uma turma,  na substituição da   professora, por exemplo,

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Exonerações e Nomeações de cargos públicos do DF


No DODF desta segunda-feira (16) foi publicado um grande número de exonerações e nomeações para as direções das escolas públicas em  Sobradinho, Reacanto das Emas, Núcleo Bandeirante, Guará, Gama, Riacho Fundo, Gama, Plano Piloto e Cruzeiro, Planaltina e Taguatinga.  Deverá sair novas listagens?
Clique aqui e veja a lista de exonerações e nomeações, inclusive de diretores e vice-diretores das escolas, publicada no DODF.
A Secretaria de Estado de Educação divulgou nota explicando os motivos das exonerações nas escolas. Leia mais neste link:

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Exonerações e nomeações de cargos públicos no DF - 2012


No DODF desta segunda-feira (16) foi publicado uma lista de exonerações e nomeações  de vários cargos públicos e para para as direções das escolas públicas em  Sobradinho, Recanto das Emas, Núcleo Bandeirante, Guará, Gama, Riacho Fundo, Gama, Plano Piloto e Cruzeiro, Planaltina e Taguatinga. 

Clique aqui e veja a lista de exonerações e nomeações publicada no DODF

A Secretaria de Estado de Educação publicou nota justificando as exonerações. Leia neste link:

domingo, 8 de janeiro de 2012

Pedagogos - uma categoria regulamentada por lei?



Há um movimento de um grupo de pedagogos que buscam regulamentar a categoria. 

O Grupo Nacional dos Pedagogos é um movimento que busca, como precursor dos
Conselhos de Classe, mobilizar a categoria dos pedagogos e provisoriamente a
representar nacionalmente, pela luta na defesa da regulamentação da profissão,
criação dos Conselhos de Classe e Organização Sindical, além, de outras
reivindicações de direitos, sem qualquer vinculação político-partidária ou religiosa e
sem fazer ou permitir que façam na sua ação e atuação discriminação de qualquer
espécie, respeito às diferenças, a diversidade e a pluralidade em toda sua plenitude,
assim como, defendendo os ideais de paz, liberdade e democracia tal quais previstos
na Constituição Federal.
Atualmente estamos acompanhando o andamento dos projetos no parlamento, nos
mobilizando e nos organizando em todo País, ocupando espaços e discutindo uma
Carta de Princípios Éticos e Conceituais; uma proposta de Código de Ética
Profissional; e, alternativas as propostas em andamento.
Este é o Boletim Periódico 05/2011 do Grupo Nacional dos Pedagogos – GNPe,
esperamos que ele atenda a suas necessidades de informações, ficando ao seu
inteiro dispor para complementá-las no que for necessário.
Sala dos Professores

Leia mais sobre esse assunto neste e endereço:
sunami.psicopedagoga@r7.com

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Instituições oferecerão bolsa do ProUni /2012

                                                                   
PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS


São oferecidas 195 mil bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni) para o primeiro semestre de 2012. Já se pode consultar a lista de faculdades, centros universitários e universidades participantes. A lista das instituições de ensino e vagas disponíveis foi divulgada ontem (4/01/2012) pelo Ministério da Educação (MEC).
Do total de bolsas oferecidas, 98 mil são integrais e 96 mil são parciais, que custeiam 50% da mensalidade. Só podem pleitear a vaga estudantes que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou em colégio privado na condição de bolsista. Para receber o benefício integral, o estudante precisa ter renda familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa.
Já as bolsas parciais são destinadas àqueles com renda familiar per capita de até três salários mínimos. Também é necessário ter participado do Enem 2011 e atingido pontuação média de 400 pontos nas provas objetivas e não ter zerado a redação.

Os candidatos que desejam pleitear vagas: as inscrições começam dia 14 de janeiro no site do programa e seguem até o dia 19 do mesmo mês. O candidato poderá escolher até duas opções de curso e de instituição. A divulgação dos candidatos pré-selecionados em primeira chamada deve ocorrer no dia 22 de janeiro.
É importante que o candidato a uma das bolsas oferecidas pelo ProUni consulte desde já a relação das universidades divulgadas, para saber se a que pretende estudar consta na lista, desse modo, no momento da inscrição no ProUni 2012 o candidato não precisa perder muito tempo na página de cadastro. Vale lembrar que a quantidade de bolsas se referente ao primeiro semestre de 2012.
Veja tudo : inscrição e lista das instituíções no site:
http://prouni2012.com/

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Ciência da Informação - UnB


A sociedade de Informação tem mudado todas as ações do indivíduo em sociedade. Nem todos se sentem confortáveis com as mudanças por não conseguirem se adequar ao uso das modernas tecnologias. Mas no dia a dia sem que se perceba uma gama de informações são passadas pela mídia e pela rede mundial, e até pelas próprias mudanças de hábitos, que influenciam o "modo vivendis" de todas as classes sociais. E dentro destas mudanças percebe-se a presença das informações científicas, do interesse pelas pesquisas, norteando grande parte do cotidiano das pessoas.
r.
E mais do que nunca os investimentos no campo das pesquisas científicas, neste momento, devem ser mais considerados, pois há uma demanda crescente. Hoje o homem desta nova era moderna tem as bases de sua vida na ciência.
O artigo abaixo transcrito, trata da acessibilidade da sociedade á essas informações e as mudanças que são necessárias para que até os leigos possam, não apenas ter acessibilidade como encontrar essas informações numa linguagem mais popular. 
Este artigo foi escrito pela professora da Faculdade de Ciència da Informação  da Universidade de Brasília - DF- Suzana Muller



Por que precisamos da ciência?

Suzana P. M. Mueller
Professora Titular da Faculdade de Ciência da Informação
A sociedade atual é caracterizada por um esforço de modernização compulsiva e obsessiva que carrega consigo risco e incerteza. Em todas as nossas atividades, somos confrontados com a necessidade de fazer escolhas, e nem sempre estamos preparados para isso. Algumas dessas escolhas dizem respeito à vida cotidiana, nosso mundo imediato, e o melhor exemplo são aquelas ligadas à saúde. Por exemplo, quando vamos ao mercado, qual o significado de termos como orgânicos, transgênicos gordura trans? Na farmácia, que riscos existem na automedicação? Quão seguras são as vacinas?
 
Há outras questões mais afastadas de nosso mundo imediato, que não demandam propriamente uma ação, mas a respeito das quais, como cidadãos e eleitores, devemos tomar posição. O melhor exemplo talvez seja aquelas ligadas ao meio ambiente. Por exemplo, o uso da água, a questão do lixo, as escolhas entre fontes de energia. Deveríamos apoiar a construção de mais hidrelétricas, que exigem a construção de grandes barragens, ou a nuclear, que forneceria a citada “energia limpa”, mas cujo potencial de perigo ficou tão evidente com os recentes acontecimentos no Japão, ou ainda as chamadas fontes de energia ecológicas ou alternativas, mas cujo alto custo levanta dúvidas de sua viabilidade?
 
A ciência, embora não nos possa indicar com certeza qual escolha é a correta, fornece informações que nos permitem confrontar prós e contras, conhecer riscos. O conhecimento científico, entretanto, não é facilmente acessível aos não especialistas. Os cientistas escrevem para outros cientistas, não para o público em geral. Entender o que escrevem exige treinamento. Torna-se necessário, então, um mediador que “traduza” para a sociedade esse conhecimento, em linguagem comum e acessível.
Mas a sociedade não é composta de grupo homogêneo de indivíduos, com a mesma capacidade de entendimento, nem sequer com a mesma necessidade de informação. Os diversos grupos que a compõem divergem tanto em idade quanto em capacidade de compreensão, tanto em interesses em relação à ciência quanto em necessidade de serem informados. Por exemplo, a necessidade de informação de um cidadão que vai ao mercado é diferente daquela do gestor de saúde pública, que deve decidir como melhor aplicar ou distribuir os recursos nunca suficientes, entre, digamos, campanhas de vacinação contra a gripe e combate ao mosquito vetor da dengue.
As ações para divulgar a ciência, ainda que bem planejadas e bem executadas, não terão sucesso se não forem adequadas às pessoas para quem são dirigidas. Por isso, diversos tipos de mediadores fazem uso de diferentes canais, dirigindo seus esforços a vários públicos. Por exemplo, pessoal da mídia em geral como jornalistas e radialistas, educadores, curadores de museus, e às vezes, até mesmo cientistas atuam como mediadores, usando como canal jornais, revistas, programas de televisão, campanhas de esclarecimento, museus, exposições, feira de ciências e outros.
 
O sucesso da divulgação científica não depende exclusivamente dos divulgadores. A capacidade de entender a ciência depende muito do indivíduo para quem é dirigida, pois para entender algo é preciso relacioná-lo, de alguma forma, com experiências já existentes. Esse fato aponta para o papel crucial da educação, sugerindo que esforços isolados para divulgar a ciência não bastam. Sem o respaldo da educação de base não haverá entendimento nem o espírito crítico que capacita o julgamento sobre o que está sendo divulgado.  A mediação do conhecimento científico não é uma tarefa fácil nem segura, pois na “tradução” da informação há risco da deturpação, da ênfase mal colocada, da perda de sentido. Há ainda o perigo que venha a servir outros interesses.
  
Em sociedades democráticas, o acesso ao conhecimento é direito de todos os cidadãos e obrigação do Estado. Parafraseando Morin (2000), a ciência tornou-se um problema sério demais para ficar apenas nas mãos de cientistas, tornou-se muito perigosa para ficar nas mãos dos estadistas, passou a ser um problema cívico, dos cidadãos.
REFERÊNCIA
MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000. 350p.