“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


terça-feira, 30 de agosto de 2011

VII Encontro de Educação da Região Centro -Oeste/2011


Apresentação

Prezado(a) Congressista, Realizaremos o VII Encontro de Educação da Região Centro-Oeste. Temos o prazer de colocar a sua disposição um espaço de crescimento que certamente promoverá novas oportunidades no campo profissional e pessoal.
Este evento, já consagrado pela comunidade de Brasilia e estados da região Centro-Oeste, objetiva a atualização de currículos acadêmicos e profissionais, reflexão sobre novas teorias e tendências e acima de tudo ofertará um espaço para discussão da situação educacional brasileira. O evento contará com a realização de palestras com temas variados, buscando o sentido da formação ampla.
Os temas darão ênfase a uma prática pedagógica significativa e será contemplada a importância da neurociência e educação, motivação profissional, além de tratar sobre o meio-ambiente e sustentabilidade, formação de educadores e realidade social. Desejamos iniciar e concluir com a mesma performance dos anos anteriores, sabendo que o melhor investimento é aquele que nos torna melhores em relação a nós mesmos.
Faça sua inscrição! Leia mais sobre o congresso: clique aqui


Palestra 1
Tema: Educação ideal e Educação real
Rubem Alves - SP
Bacharel em Teologia, Seminário Presbiteriano de Campinas, 1957.
Mestre em Teologia, Psicanalista pela Associação Brasileira de Psicanálise de São Paulo.

14h 
Palestra 2
Tema: A Neurociência e a Educação: Implicações para aprendizagem.
Gabriela Dias - RJ
Psiquiatra
Mestre em Psiquiatria e Saúde Mental - UFRJ
Médica do Ambulatório de Psiquiatria Infantil da Santa Casa - RJ
Pesquisadora do Grupo de Estudos do Déficit de Atenção - GEDA - UFRJ

16h 
Palestra 3
Tema: Tendências da Sustentabilidade: Responsabilidade Social na cadeia de valor
Raquel Chrispim - MG
Mestre em sociologia, graduada em Comunicação Social.
Diretora da empresa RC8 Consultoria em Responsabilidade Social. Experiência como jornalista e assessora de comunicação nos setores pública e privada.

18h 
Palestra 4
Tema: Motivando Talentos e assegurando resultados em cenário de mudança.
Adriana Alburquerque - DF
Especialista em Psicometria/Recursos Humanos – UNB
Consultora Organizacional, Palestrante
Professora da Uni-DF- Pós Graduação, MBA e cursos de Extenção em Gestão de Pessoas e Gestão de Projetos.

8h00 
Palestra 5
Tema: Educação Moral na Pós-Modernidade.
Ivone Boechat - RJ
Consultora Técnico-Pedagógica.
Curso de Produção e Criação em Rádio, Cinema e Televisão-Faculdade da Cidade, RJ.
Bacharel em Direito pela Universidade Cândido Mendes – RJ.
Graduada em Pedagogia pela Universidade Augusto Mota – RJ.

10h00 
Palestra 6
Tema: Formação do Educador e avaliação de resultados.
Celso Antunes - SP
Bacharelato e Licenciatura: Geografia, Universidade De São Paulo, Especialista Em Inteligência e Cognição, Universidade De São Paulo,
Mestre Em Ciências Humanas, Universidade De São Paulo, 1969

13h30 
Palestra 7
Tema: Educação e Realidade Social.
Senador Cristovam Buarque - DF
Graduado em engenharia pela Universidade Federal de Pernambuco em 1966;
Doutorado em Economia pela universidade de Sorbonne (Paris), em 1973;
Foi reitor da Universidade de Brasília - UNB;
Governador do Distrito Federal, ministro da educação,
Senador atualmente

16h00 
Entrega de Certificados

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Sugestões de Vídeos - dinamize suas aulas!!



Quanto vale ou é por quilo?


Quanto vale ou é por quilo?
Dicas e sugestões de atividades pedagógicas para o uso do filme em sala de aula.
Por Danielle Lourenço
11/02/2011
Ficha técnica do filme
Título original: Quanto vale ou é por quilo?
Gênero: Drama
Duração: 104min
Lançamento (Brasil): 2005
Direção: Sérgio Bianchi
Roteiro: Sérgio Bianchi, Eduardo Benaim e Newton Canitto
Produção: Patrick Leblanc e Luís Alberto Pereira
Fotografia: Marcelo Copanni
Edição: Paulo Sacramento
Sinopse
Quanto vale ou é por quilo? é um filme baseado em um conto de Machado de Assis que propõe uma reflexão sobre a sociedade brasileira escravocrata do século XVIII e a contemporânea.
Em diversos momentos, o filme retrata que a escravidão, os capitães do mato eram atores de uma história escrita no passado. Mas, em outros, que tais “personagens” ainda escrevem a história do nosso cotidiano...
No período escravocrata, homens-escravos foram fonte de lucro e uma moeda corrente paralela aos contos de réis. A exploração humana era fonte de status e riqueza. O filme mostra, dentro dessa perspectiva, que o trabalho e o lucro de muitas ONGs se baseia no mesmo princípio: exploração da miséria humana.


Crítica do filme
“O filme é uma excelente fonte de aprendizado e reflexão. Mostra-nos que o tempo passou e (quase) nada mudou. E, principalmente...
Danielle Lourenço – Pedagoga


Sugestões pedagógicas... veja mais no site( abaixo)
Tempos Modernos                          

Ficha técnica do filmeTítulo original: Modern Times
Gênero: Comédia
Duração: 1h27min
Ano de lançamento: 1936
Estúdio: United Artists/Charles Chaplin Productions
Distribuidora: United Artists
Direção: Charles Chaplin
Roteiro: Charles Chaplin
Produção: Charles Chaplin
Música: Charles Chaplin
Fotografia: Ira H. Morgan e Roland Totheroh

Sinopse
um clássico da sétima arte que aborda de forma cômica a mecanização da mão de obra, o capitalismo dos anos 30 e a desigualdade social.
A revolução industrial é retratada em um ambiente de uma fábrica com engrenagens gigantes que opera com processos de linha de montagem, baseado no modelo fordiano.
Há uma crítica à desigualdade social, em que ficam claramente explícitas as diferentes realidades da burguesia e do proletariado.
Ácido, porém engraçado, o filme é atemporal, profundo e confirma a genialidade de um dos maiores ícones do cinema mundial.

  1.  Sugestões pedagógicas...  .
 VEJA MAIS NESTE SITE "Utilizando filmes em sala de aula" CLIQUE AQUI


e confira uma lista de filmes e sugestões de atividades para o trabalho em sala de aula


VEJAM MAIS:
FILMES para trabalhar em sala de aula
Uma dica excelente para trabalhar em sala de aula é por meio de filmes. A revista nova escola edição especial de julho/2011 traz essa matéria. São grandes sucessos do cinema que rendem atividades em todas as disciplinas, do 1º ao 9º ano.
Confira:
• Como aproximar a turma dessa linguagem.
• A melhor maneira de apresentar os filmes em classe.
• Em todos os gêneros, propostas que vão da geometria à dança.
• Resumos dos enredos com indicação do conteúdo a trabalhar.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/


Veja um exemplo da publicação especial da Revista Nova Escola:
Para um a aula de Ciências -


Patrulha das Células -





Osmose Jones retrata o funcionamento dos sistemas digestório, imunológico e nervoso.
Tamanho: 766Mb Gênero: Comédia Formato: Avi Qualidade: Dvdrip Audio: Português Legenda: S/L Ano de Lançamento: 2001 Sinopse: Frank Pepperidge (Bill Murray) é um construtor que repentinamente pega um resfriado. Este pequeno fato deflagra uma guerra dentro do seu corpo, que é conhecido por "Cidade de Frank", e faz com que a célula branca policial Osmosis Jones (Chris Rock) e a pílula Drixorial (David Hyde Pierce) juntem suas forças a fim de eliminar os vírus que estão dentro do corpo de Frank ...
Objetivo
compreender o funcionamento do corpo humano e como o organismo reage no combate ás doenças.
Atividade
Como introdução, relembre com os alunos os principais tipos de células que compõem nosso corpo, a questão da higiene pessoal e dos hábitos alimentares e os principais agentes causadores de doenças por meio de alimentos. Após o filme, discuta os temas, incentivando a descrição de exemplos vistos na obra. Para terminar, peça que a turma monte cartazes indicando os melhores alimentos para consumo e as boas práticas de higiene.
Leia mais na Edição Especial da Revista Nova Escola.


Mais sugestões visite os sites


Vídeo para Aulas de Matemática


http://midiasnaeducacao-joanirse.blogspot.com/2009/08/filmes-matematica.html
Fazendo o módulo TV e Vídeo (pós-graduação Mídias na Educação - Ciclo Intermediário - UFSM) deparei-me com o tema "Educação Audiovisual e Currículo" - enfoque principal: televisão e vídeo. Uma das atividades propostas, era fazer uma reflexão sobre minha formação audiovisual como educador e participar de um fórum dentro do curso. Lendo o fórum, observei que outros colegas de minha área (Matemática e Física) tinham as mesmas dificuldades que eu: encontrar filmes que abordassem o assunto Matemática. Então resolvi pesquisar um pouco sobre o assunto e saiu a lista de filmes a seguir. Agora resta assisti-los, ver que conteúdos abordam e de que maneira podemos utilizá-los em nossas aulas! - A Ilha (The Island)
- A Lenda do Tesouro Perdido - O Livro dos Segredos (National Treasure: The Book of Secrets)
- A prova (Proof)
- Além do Tempo (Infinity)
- Alice no País das Maravihas
- Anjos Rebeldes (The Prophecy)
- As Patricinhas de Beverly Hills (Clueless)
- As Virgens Suicidas (The Virgin Suicides)
- Caos (Chaos) - 2006
- Cassino Royale
- Clube dos Pilantras (Caddyshack)
- Código de Alerta (The Code Conspiracy)
- Contato (Contact)
- Corra Lola, Corra (Run Lola Run)
- Correndo com Tesouras (Running with Scissors)
- Croupier - A Vida em Jogo (Croupier)
- Cubo


Veja  toda lista de vídeos clicando aqui 


-Bibliografia e Referências
Cubo de Gelo – Matemática no Cinema
Departamento de Matemática de Harvard – Filmes de Matemática
Filmes de Cinema


Sugiro os links abaixo. Há vídeos para download com alguns indicativos de como usá-los na sala de aula
.
http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/debaser/genre.php?genreid=45http://filmes.seed.pr.go


21 filmes sobre educação e professores criativos
http://www.lendo.org/21-filmes-em-que-a-educacao-e-um-tema-criativo//


Banco de Videos – TV Escola
http://www6.ufrgs.br/espmat/disciplinas/midias_digitais_II/videos/videos.htm


Faça pesquisas, assista os filmes, faça um bom planejamento e dinamize suas aulas!!!  

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Vídeo na escola - Potencialidades para o processo de ensino e aprendizagem

Para que se possa fazer uso de vídeo em sala de aula, antes do planejamento da aula, é preciso analisar o vídeo para que este proporcione o máximo de potencialidades dentro do tema em foco.

O que é mais importante na análise do vídeo?

De uma forma generalizada vamos formar um quadro, que se sabe não preencherá todas as lacunas, uma vez que haverá sempre peculiaridades diversas a serem consideradas, tais como as condições do fazer o pedagógico da própria escola, do professor, como as características da turma em seus mais variados aspectos.

Porém é fundamental guardar esta listagem de questões para análise e avaliação de produtos audiovisuais para uso pedagógico
(que dependem dos seus objetivos):

Programa
O programa é atrativo para os alunos?
Consta como foco principal o tema abordado?
O vídeo foi produzido para fins educativos?
Mensagem:
A visualização do tema é um bom acréscimo?
Há outros enfoques que podem ou devem ser acrescentados?
 Conteúdos Curriculares
 Existem outros enfoques que podem ser interdisciplinados? Quais disciplinas?
Os conteúdos são adequados ao currículo oficial? E ao currículo da escola?
Os conteúdos são adequados ao nível de compreensão dos alunos?
A metodologia utilizada para apresentação dos conteúdos está em consonância com um enfoque escolar
A abordagem do tema é atual ou já existem novos enfoques ou tendências?
O tratamento dado aos conteúdos está atualizado?
Há outros enfoques, tendências, abordagens ou descobertas científicas que precisam ser correlacionadas e colocadas em debates?
O tema e os conteúdos são adequados ao tratamento de temas transversais como sexualidade, ética, meio ambiente, etc.?
A forma de tratar os conteúdos é adequada ao processo de ensino e aprendizagem da escola?  
Com qual profundidade e abrangência?
A quantidade de informação é: insuficiente / superficial; suficiente / adequada; demasiada / complexa?
Que complementos e aprofundamentos são necessários?
Linguagem:
Qual o tipo de linguagem empregada? O que mais é valorizado: imagens ou linguagem verbal?
Valoriza a dimensão emotiva, a imaginação e a sensibilidade?
Comunica idéias por meio das emoções? Quais? Como?
A linguagem verbal é coloquial, regional, formal ou científica? potencial dos alunos?
Será preciso preparar a turma sobre o tema com antecedência? O vocabulário é compreensível á vivência dos alunos?
Enfoques sociais
Quais as práticas sociais podem ser identificadas no vídeo? Há relação com dia a dia dos alunos?
As práticas sociais são enfocadas de forma preconceituosa? Como?
 Personagens
Quais relações interpessoais são destacadas com ou sem preconceitos? (afetividade, parentesco, profissional.)
Ambientes
Se há ambientes externos é do conhecimento dos alunos? Podem ser explorados?
Como são tratadas as questões acerca das atitudes e dos valores sociais?
A QUESTÃO PRINCIPAL QUE MOTIVOU O USO DO VÍDEO
Aproveitamento Pedagógico:
Qual o fundamento principal função do vídeo: informar, motivar, ilustrar, sensibilizar, fixar conteúdos, facilitar a compreensão, aplicar conteúdos em situações variadas, reforçar conteúdos, etc.
O vídeo foi concebido didaticamente? Há conceitos dúbios?
O vídeo possibilita ou suscita a comunicação e um trabalho posterior à exibição?
Provoca à curiosidade, a pesquisa, a discussão, a polêmica
Qual a duração do vídeo? O tempo é importante porque as atividades complementares com a participação do professor são indispensáveis.

Quando se deseja trabalhar partes ou o todo do filme/vídeo
 O professor poderá querer trabalhar o vídeo por partes, de acordo com o tema, o nível da turma, a série, a disciplina para melhor ser aproveitado seria mais bem aproveitado. Os pontos de corte devem ser previamente preparados.
No caso de vídeos didáticos ou científicos que procedimentos são usados?


Na próxima postagem serão mostrados Vídeos que passaram pela análise e avaliação do professor e estão no Planejamento de suas aulas.

REFERÊNCIAS

GADOTTI, M. A escola e a pluralidade dos meios. Revista Escola & Comunicação, Rio de Janeiro, FRM, n.6, 1994.
MORAN, J.M. O vídeo na Sala de Aula. Revista Comunicação e Educação, n.2, Editora Moderna, 1994.
Edição especial da Revista TV Escola, julho de 1998.


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Ação, Aventura, Suspense, Drama ... - a educação pode ser divertida!


A concentração dos alunos na aula é um dos fatores mais determinantes para que eles de fato aprendam. Várias pesquisas e estudos já foram feitos sobre isso, mas não existe uma fórmula mágica que garanta que garotos se interessem mais por cálculos de raiz quadrada do que por bater papo com um colega. Mas alguns especialistas dizem e pesquisas demonstram que, usada da maneira correta, a tecnologia pode sim ajudar a prender a atenção. “Como é uma linguagem que o aluno conhece, o professor se aproxima com mais facilidade” (Maria Elizabeth Almeida, professora do programa de pós-graduação em educação curricular da PUC de São Paulo.)

Na postagem anterior, a abordagem á diferentes vídeos que podem ser usados em sala de aula pedagogicamente, foi mais um “aquecimento” da questão TV/Vídeo em sala de aula, uma pequena amostra da outra face do que os vídeos e filmes podem contribuir para aulas mais atrativas, motivadoras, lúdicas e com melhores resultados.
Não importa se é um professor ou professora no Ensino Fundamental ou no Ensino Médio. A maior preocupação do professor é que seu aluno aprenda. É comum, hoje, a escola pública ter TV e vídeo e há algumas fitas disponíveis. Os alunos estão totalmente envolvidos nos sistemas audiovisuais: TV, vídeos, vídeos-games?
Em muitas escolas públicas as salas de aula são superlotadas; nesta época do ano o calor em várias regiões brasileiras é insuportável, os alunos ficam muito agitados, o sol muito quente impede que atividades pedagógicas possam ser realizadas em áreas abertas, que nem sempre são sombreadas...
É nestes momentos, principalmente, que o uso da TV em sala de aula, é agendado pelos professores, pois além da significação do entretenimento, do enriquecimento de conhecimentos, de valores, e do trabalhar os temas transversais, abstrações, é o momento da calma.
Mas o professor pode usar o filme, o vídeo para obter dos seus alunos muito mais e aqui estão algumas dicas de como usar este recurso, também, dentro de suas práticas pedagógicas.
Questões importantíssimas
· Como usar o vídeo na sala de aula?
· Como planejar a aula?
· Como discutir com os alunos as cenas e mensagens mostradas no vídeo?
· Como levar a turma a fazer uma leitura consciente destas mensagens?
· Que atividades propor aos alunos antes e/ou depois de assistirem ao vídeo?
· Como usar o vídeo dentro do programa curricular a ser cumprido?
Essas questões são importantes para o professor que deseja usar partes ou todo o filme como um recurso de impacto nas atividades curriculares e até mesmo e principalmente nas dificuldades de aprendizagem de alguns alunos.
Para que o vídeo seja usado como atividade pedagógica é necessário que se faça um planejamento para que essa prática não resvale para outros temas e polêmicas que os alunos poderão redirecionar, perdendo o foco em questão
Antecipadamente o professor antes de escolher o vídeo, filme, ou programa de TV que vai usar, precisa:
Compreender as diferentes linguagens que há entre o vídeo, o filme e o programa de TV, para tirar o máximo de cada um de acordo com seus objetivos.
· A linguagem dos filmes tem uma técnica mais cultural que pode ser usada por um muito tempo.
· A TV tem uma linguagem com objetivos mais imediatos, do tipo acontecimentos da atualidade, reportagens, informações em tempo real com a importância da sua transmissão via satélite propiciar conhecimentos sem muito aprofundamento, mas com a vantagem de trazer em tempo real, culturas, lugares, povos diversos, para sala de aula.
· A linguagem do vídeo, a princípio foi divulgar as produções audiovisuais, hoje a dimensão da sua importância está redimensionada: é o registro e a documentação histórica das produções audiovisuais; a facilidade de ver, rever e analisar um produto audiovisual; a possibilidade de intervir parando, pausando, mudando o ritmo e até alterando uma seqüência de imagens e a capacidade de mostrar fatos que falam por si mesmos.
Nem todos os temas e conteúdos escolares podem e devem ser explorados a partir da linguagem audiovisual. A cada conteúdo corresponde um meio de expressão mais adequado. "Cada canal de comunicação codifica a realidade de maneira diferente e influi de forma surpreendente no conteúdo da mensagem comunicada.
A partir do momento em que o professor tem o conhecimento das diversas linguagens audiovisuais vem o segundo passo de igual importância: a criação de um acervo escolar de fitas, ou seja, de uma videoteca escolar (o que não descarta a possibilidade do professor ter o seu próprio acervo, como tem suas apostilas, seus livros básicos, currículo, todo material que usa em seus planejamentos).
Este acervo de vídeos e filmes se pertence á escola deve ser selecionado pelos professores, conter uma sinopse da obra, áreas das disciplinas em que poderá ser usadas (interdisciplinando, inclusive, dependendo do planejamento), idade e série dos alunos.

Por exemplo, os filmes e vídeos poderão ser usados em:

Arte- trilhas sonoras – efeitos especiais – técnicas de animação
 
Matemática – Solução de situações – problemas apresentados no filme. Conhecer parte da história da matemática.
A melhor aula de matemática já feita no mundo! Parabéns ao grande mestre do desenho animado Walt Disney! Além de ser o autor dos clássicos e verdadeiros desenhos animados, conseguiu criar uma excelente versão educativa, usada até hoje para ensinar a matemática de maneira agradável e produtiva.
A História da Matemática
A História da Matemática (The story of maths) foi escolhido como Melhor Documentário produzido no ano pela estação BBC, em votação. Apresentado pelo pesquisador e professor da Universidade de Oxford, Marcus du Sautoy, o filme volta à história da matemática da Grécia e de Atenas e explica o quão importante ela ainda é  nos dias de hoje. O Documentário é dividido em 4 capítulos. Devido ao limite de 10 minutos por vídeo postado no Youtube, cada capítulo está dividido em 5 ou 6 partes.
Vídeo sobre a chegada da Família real no Brasil em 1808. Elaborado por Laurentino Gomes - paranaense de Maringá, formado em Jornalismo pela UFPR, com pós graduação pela Universidade de São Paulo (USP) e cursos na Inglaterra e nos EUA.
"OGladiador" -
História – pesquisas a partir da reconstituição da história, representação do passado, cultura
                                                                                              Gandhi
África do Sul, início do século XX. Após ser expulso da 1ª classe de um trem, o jovem e idealista advogado indiano Mohandas Karamchand Gandhi (Ben Kingsley) inicia um processo de auto-avaliação da condição da Índia, que na época era uma colônia britânica, e seus súditos ao redor do planeta. Já na Índia, através de manifestações enérgicas, mas não-violentas, atraiu para si a atenção do mundo ao se colocar como líder espiritual de hindus e muçulmanos.
Ciências – corpo humano e funcionamento, meio ambiente. Geografia – culturas e espaços diversos
A Região Norte é, sem dúvida, um dos maiores símbolos da riqueza natural do Brasil. Agora, além de abrigar a Floresta Amazônica e o Rio Amazonas, ela pode ser conhecida também por possuir a maior reserva mundial de águas subterrâneas. Um volume equivalente a 29 milhões de Maracanãs cheios, ou de 35 mil vezes a baía de Guanabara. Essa impressionante reserva de água, que está guardada no aquífero de Alter do Chão, é hoje justamente o foco de um dos maiores esforços de estudos já feitos pela Faculdade de Geologia da Universidade Federal do Pará (UFPA), que aponta o Aquífero Alter do Chão como o de maior volume de água potável do mundo. A reserva subterrânea está localizada sob os estados do Amazonas, Pará e Amapá e tem volume de 86 mil km³ de água doce.
Educação Física – expressão por movimentos corporais, danças e lutas.
                               
Língua Estrangeira – pronuncias, conversações, vocabulário, linguagem culta e popular.
Lingua Portuguesa- Brasil/Portugal-                                                                           "Será a mesma Língua?"
Língua Portuguesa- realidade de outros países de língua portuguesa.
OBSERVAÇÃO: o vídeo deve ser assistido com antecedência pelo professor, lembrando de que todo o sucesso depende o seu planejamento.
Sendo que a prioridade não é a preferência do professor ou dos alunos, mas atender aos quesitos:
a. Objetivo didático.
b. Adequação á faixa etária.
c. Informações do vídeo no nível de compreensão dos alunos.
d. Tema adequado ao ambiente escolar. ( descartar os vídeos que contém cenas de sexo, violência ou discriminações ou valores que podem gerar polêmicas entre as famílias)
e. Abordagem atual com ou sem complementações.
O vídeo ou a televisão, por si só, não é garantia de uma aprendizagem significativa. A presença do professor é indispensável. É ele, com sua criatividade, bom senso, habilidade, experiência docente, que deve ser capaz de perceber ocasiões adequadas ao uso do vídeo. No entanto, criatividade, bom senso, experiência vão depender do investimento que fizer neste recurso didático:  “que contribua de fato para o processo de ensino e aprendizagem, para a formação e/ou construção de conceitos e para as relações interpessoais desenvolvidas no ambiente escolar.” (Mônica Cerbella Freire Mandarino Universidade do Rio de Janeiro – UNIRIO -Mestre em Matemática)
"A televisão não pode ser compreendida em si. Ela não é um instrumento puramente técnico, o uso dela é político." FREIRE
Na próxima postagem : mais detalhes "quando usar o vídeo em sala de aula"
REFERÊNCIAS
FREIRE, P. & GUIMARÃES, S. Sobre educação: diálogos. Rio de janeiro: Paz e Terra, 1984
GADOTTI, M. A escola e a pluralidade dos meios. Revista Escola & Comunicação, Rio de Janeiro, FRM, n.6, 1994.
3MORAN, J.M. O vídeo na Sala de Aula. Revista Comunicação e Educação, n.2, Editora Moderna, 1994.
Organizando O Trabalho Com Vídeo Em Sala De Aula
Liguem a TV! Vamos Estudar

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Vídeo e TV na Sala de Aula - uso pedagógico



Quando a TV e o vídeo entraram para a sala de aula, a primeira idéia foi associar este recurso tecnológico aos momentos de lazer; um lazer apreciado pelos alunos, que tranqüiliza a turma e deixa o professor “respirar”, idéia perfeitamente compreensível, principalmente em escolas públicas com salas de aula superlotadas, como existem muitas... E há professores mais criativos usam o vídeo como uma ferramenta excelente para os temas transversais.

J.M.Moran lembra que esse caráter que o vídeo tem para o aluno pode ser usado como um instrumento pedagógico, que facilita a aprendizagem: “Vídeo, na cabeça dos alunos, significa descanso e não "aula", o que modifica a postura, as expectativas em relação ao seu uso. Precisamos aproveitar essa expectativa positiva para atrair o aluno para os assuntos do nosso planejamento pedagógico. Mas ao mesmo tempo, saber que necessitamos prestar atenção para estabelecer novas pontes entre o vídeo e as outras dinâmicas da aula.”

O impacto que os áudios-visuais causam é muito grande, é atrativo ás crianças, jovens e adultos, que de forma dinâmica os envolve em todos os seus mecanismos sensoriais e atingem muito a sensibilidade, provoca a imaginação, á abstração, correlacionando novos conhecimentos aos conhecimentos adquiridos anteriormente, de forma dinâmica e lúdica.

A linguagem da TV e do vídeo, os efeitos especiais, sonoros, as cores... desenvolvem inúmeros fatores perceptivos no indivíduo, sem a necessidade de serem explicados ou narrados: O vídeo é sensorial, visual, linguagem falada, linguagem musical e escrita. além de despertar o imaginário desenvolve a abstração.

Usar o Vídeo com objetivos pedagógicos vai fazer com que aquele conteúdo, seja na linguagem oral ou escrita seja “inesquecível”, da mesma forma como o é um vídeo de aventura ou romance, usados no entretenimento.

“Um grande exemplo das inúmeras possibilidades de estimular um desenvolvimento abrangente está previsto em um projeto de música através de vídeo – videokê e atividades correlacionadas”

Desenvolvimento cognitivo/ linguístico
– através das da riqueza de estímulos áudios-visuais, uma participação ativa (vendo, ouvindo, cantando, lendo ou realizando pseudoleitura de letras de músicas conhecidas (videokê), ou tocando; desenvolvimento da acuidade auditiva, atenção, concentração, estabelecendo relações com o ambiente em que vive (tanto no videokê quanto na atividade “qual é a música?”, por exemplo);

Desenvolvimento psicomotor: as atividades musicais agem sobre a mente favorecendo a reação motora e qualquer movimento adaptado a um ritmo é o resultado de um conjunto completo de atividades coordenadas.

Desenvolvimento socioafetivo: o aluno desenvolve e identifica sua identidade, percebe suas diferenças ao mesmo tempo em que interage com os outros. Através da autoestima, aprende a aceitar-se com suas capacidades e limitações. As atividades musicais coletivas (meninos contra meninas, por exemplo) favorecem o desenvolvimento da socialização.

Desenvolvimento da linguagem: através de jogos que envolvem a estrutura musical onde são exigidas a socialização e organização, a criança vai escutar a si mesma e aos outros, esperando sua vez, respeitando a vez do outro, com atenção para apreciar ou não, tem aí as ferramentas do desenvolvimento da linguagem escrita e oral.


Referências

Integração das Tecnologias na Escolas
http://tvescola.mec.gov.br/images/stories/publicacoes/salto_para_o_futuro/livro_salto_tecnologias.pdf

Este é apenas um dos muitos exemplo.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Professores de escolas públicas admitem: alunos sabem mais de internet que eles(notícia)

Professores de escolas públicas admitem: alunos sabem mais de internet que eles
Por Redação do IDG Now!*
Publicada em 10 de agosto de 2011

Pesquisa do CGI.br mostra que 64% dos docentes entrevistados acreditam que os alunos entendem mais de computador e internet do que eles mesmos.
O uso das tecnologias de informação e comunicação (TICs) nas escolas ainda é desafio para boa parte dos professores. Pesquisa divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) mostra que 64% dos docentes entrevistados acreditam que os alunos entendem mais de computador e internet do que eles próprios.

Diretores, coordenadores pedagógicos e professores apontam a faltam de infraestrutura adequada como um dos fatores de limitação para o uso efetivo da tecnologia no aprendizado. Entre os problemas, foram citadas a baixa velocidade de conexão e o número insuficiente de computadores conectados.

A pesquisa entrevistou 1,5 mil professores e quase 5 mil alunos de 497 escolas para identificar os usos da internet na rotina do ensino público do país. Segundo o CGI.br, 100% das unidades da rede em área urbana estão equipadas com computadores e 92% têm acesso. Em média, os colégios tinham 23 computadores instalados e 18 em funcionamento. Para 75% dos docentes entrevistados, a principal fonte de apoio para o desenvolvimento de suas habilidades tecnológicas são os contatos informais com outros educadores.

Na avaliação do diretor de Formulação de Conteúdos Pedagógicos do Ministério da Educação (MEC), Sérgio Gotti, é natural que os professores aprendam com seus alunos e colegas em função da velocidade com que as tecnologias evoluem atualmente. O ministério conta com um programa de capacitação para o uso do computador que já formou mais de 300 mil profissionais, mas, segundo Gotti, é impossível que esse curso seja a única fonte de formação e atualização dos docentes.

“O professor precisa sempre estar procurando novas formas de atualização, até mesmo pela internet, mas principalmente com os seus alunos, com a nova geração”, assinala.

Das escolas que participaram da pesquisa, 81% têm laboratório de informática, mas 14% não contam com conexão à rede. Apenas 4% das salas de aula têm computador. O local da escola em que a máquina está mais presente é na sala do diretor ou coordenador pedagógico (88%).

Para o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), que coordenou os estudos, o modelo de acesso às TICs via laboratório de informática precisa ser superado para que o computador seja inserido na rotina de aprendizagem da sala de aula.

Gotti não acredita que o laboratório de informática deva ser aposentado, mas defende que novas tecnologias sejam incorporadas à sala de aula. Ele cita como exemplo o Programa Um Computador por Aluno (UCA), que desde o ano passado disponibiliza uma linha de financiamento para que estados e municípios comprem a custo mais baixo laptops para serem usados individualmente pelos alunos. Segundo o diretor do MEC, cerca de 250 mil equipamentos já foram adquiridos pelas redes de ensino. O ministério já estuda a possibilidade do uso de tablets em sala de aula, mas ainda não há definição de qual seria a política adequada.

* com informações da Agência Brasil
Referência

http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/08/10/professores-de-escolas-publicas-admitem-alunos-sabem-mais-de-internet-que-eles/

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Revista TV Escola - "O Portal do Professor"


REVISTA TV ESCOLA - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO 3ª ED. - 2011

capa_revista_03
As novas tecnologias da informação e comunicação chegaram para nos inserir definitivamente na era do trabalho coletivo. A matéria de capa desta edição aborda os programas de formação que estão aí para alinhar a escola com esta dinâmica revolucionária.
A seção Mundo Virtual apresenta o Portal da TV Escola, que disponibiliza online os vídeos exibidos no canal e disponibiliza um leque de propostas para sua utilização em sala de aula. Viajamos pelo Brasil para mostrar as escolas finalistas ao Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar. Em Rondônia, vimos de perto as razões pelas quais as escolas da região se destacam no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Confira o trabalho que vem sendo realizado por professores nas seções Você é o Repórter e Profissão Professor. Quem sabe, na próxima edição, teremos suas contribuições em nossas páginas?! Boa leitura e até a próxima!
Acesse a revista completa clicando aqui.

REVISTA TV ESCOLA - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO 2ª ED. - 2010

capa
Os recursos digitais vieram para ficar e também para revolucionar a prática pedagógica. Mas quando foi que tudo isso começou e o que se pode esperar desse novo momento da escola? A matéria de capa desta edição se propõe a fazer um apanhado reflexivo sobre o tema.
Desfiando o novelo dos desafios da educação no mundo virtual, a seção de mesmo nome aborda o software livre, programa de computador de utilização aberta, cujo conteúdo está em permanente construção. Por esse Brasil afora, encontramos em Pernambuco uma experiência com leitura de imagens que merece o nosso relato por escrito.
Confira estes e os demais temas selecionados pela Revista da TV Escola especialmente para você!
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REVISTA 33 - OUTUBRO / NOVEMBRO 2003

A escola sempre foi uma ameaça para as culturas indígenas brasileiras. Em sala de aula, índio era visto como primitivo e conhecedor de inutilidades; sua língua, silenciada no momento em que pisava no colégio. Nas periferias das grandes cidades, as escolas também discriminavam o que vinha da realidade local. Poucos perdiam tempo ouvindo o que os alunos e a comunidade tinham a dizer.
Agora tudo está mudando. Em todo Brasil, escolas procuram integrar os costumes e conhecimentos locais aos disciplinares, criando didáticas não-excludentes, mas construtoras de um saber multicultural.
Nessa edição da Revista TV Escola você confere ainda experiências que valorizam a diversidade, o uso das tecnologias e as particularidades de cada aluno.
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AGORA, TOTALMENTE REFORMULADA- VEJA A 1º EDIÇÃO DA REVISTA TV ESCOLA

REVISTA TV ESCOLA - TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO 1ª ED. - 2010

capa
A Revista da TV Escola está de volta inteiramente reformulada.Nesta primeira edição, o destaque é a relação entre TV e educação. A reportagem de capa faz um apanhado histórico da mídia televisiva, contextualizando-a no Brasil e no mundo, e mostra a sua face de aliada ao ofício de educar.De carona nos aparatos tecnológicos, apresentamos em detalhes um espaço na internet que espera pela sua conexão: o Portal do Professor. E como o professor é prioridade absoluta nesta publicação, criamos uma seção na qual você é o repórter e outra na qual, por suas ações, seu perfil merece distinção.
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