“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


segunda-feira, 7 de março de 2011

O que ficou na dúvida–reforma ortográfica


O que falta esclarecer
- Uso do hífen: o acordo não menciona como grifar expressões com “não”, como “não agressivo”. Diante da omissão, a Academia Brasileira de Letras (ABL) entende que a palavra não leva hífen. Mas o vocabulário produzido pela Editora Porto, de Portugal, entende o contrário e grafou as palavras com hífen.




bico-de-papagaio - atrito na coluna








- Grafia de termos botânicos e biológicos: a regra geral do acordo prevê que os nomes sejam separados por hífen, como em “bico-de-papagaio”. Mas a expressão pode designar tanto uma planta como uma saliência óssea. A ABL entende que ela leva hífen apenas quando se referir à botânica. Nesse caso, quem fizer referência à saliência óssea deve escrever “bico de papagaio”, e quem quiser se referir à planta deve escrever “bico-de-papagaio”. O primeiro dicionário editado em Portugal seguiu a regra da ABL, mas não existe consenso.



bico-de-papagaio ???

Imagem
:http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC1660961-4529,00.html


- Palavras como “reeleição” e “reeditar” também suscitaram dúvidas, pois o novo acordo prevê que vogais sejam separadas por hífen. Para a ABL, a grafia deve permanecer como era, pois o acordo não faz referência direta. “A falha levou as pessoas a pensarem que deviam separar o ‘re’, como em ‘re-eleição’. Mas entendemos que ele só tratou das coisas que mudam, o que não foi mencionado fica como está.”


bico de-papagaio ????

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