“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


quinta-feira, 31 de março de 2011

Faça sua inscrição on-line -UNB- Universidade de Brasília oferece Mestrado em Educação Física



Saiu o edital de abertura do processo de seleção para o Curso de Mestrado em Educação Física 2/2011.

Áreas de Concentração: Atividade Física e Esporte

Linhas de Pesquisa:

  • Aspectos Biológicos Relacionados ao Desempenho e à Saúde
  • Exercício Físico e Reabilitação para Populações Especiais
  • Estudos Sociais e Pedagógicos da Educação Física, Esporte e Lazer

Período de inscrição: 16/05/2011 a 27/05/2011
fAÇA SUA INSCRIÇÃO ON-LINE
LEIA MAIS NO SITE:

http://e-groups.unb.br/fef/fefunb/

quarta-feira, 30 de março de 2011

Atestados Médico - professores substitutos do DF

Os professores substitutos não são beneficiados, veja o que muda:

 

SEDF publica nova portaria sobre troca de atestados médicos

PORTARIA Nº 40, DE 11 DE MARÇO DE 2011.

A SECRETÁRIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO DEFERAL, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 172, do Regimento Interno da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, resolve:

Art. 1º Ficam as chefias imediatas dos servidores da Secretaria de Estado de Educação auto­rizadas a receber atestados médicos e/ou odontológicos, emitidos no Distrito Federal e/ou em municípios que compõem a RIDE, quando se tratar de licenças para tratamento da própria saúde de até 03 (três) dias no mês civil, no limite de 15 (quinze) dias anuais.

§1º O prazo para apresentação do atestado a que se refere o caput será de no máximo 24 (vinte e quatro) horas a contar da sua emissão.

§2º Os dias que excederem ao especificado no caput deverão ser submetidos à perícia mé­dica na Diretoria de Saúde Ocupacional, para definição da capacidade laborativa, mediante apresentação do servidor, portando o formulário de Guia de Inspeção Médica, devidamente assinado pela chefia imediata.

Art. 2º Quando se tratar de atestado emitido para acompanhamento médico e/ou odontológico de pessoa da família, independente do período de afastamento, o servidor deverá solicitar o preenchimento do formulário de Guia de Inspeção Médica pela chefia imediata e apresentá-lo na Diretoria de Saúde Ocupacional, no prazo máximo de 48 horas, a contar da sua emissão.

Art. 3º Quando se tratar de atestado de comparecimento, que justifica a ausência ao trabalho durante meio período ou metade do expediente, o servidor deverá entregá-lo ao chefe imediato para lançamento na folha de freqüência e imediato arquivamento.

Art. 4º O lançamento da(s) ocorrência(s) de que trata o art. 1º no Sistema Único de Gestão de Recursos Humanos – SIGRH será de responsabilidade dos Núcleos de Recursos Humanos das Diretorias Regionais de Ensino, das Subsecretarias, da Unidade de Administração Geral, da Assessoria Jurídico-Legislativa e do Gabinete desta Secretaria.

Art. 5º O lançamento das ocorrências de que trata o art. 1º no sistema de freqüência – SISFREQ será de responsabilidade da chefia imediata a quem caberá, ainda, o registro na folha de fre­qüência do servidor e o encaminhamento quando se tratar de instituição de ensino à Diretoria Regional de Ensino à qual está vinculada para as devidas providências.

Art. 6º Caberá às Diretorias Regionais de Ensino o recebimento e o envio à Diretoria de Saúde Ocupacional – DSO dos atestados médicos encaminhados pelas instituições de ensino, referentes ao que trata o art. 1º para arquivamento.

Art. 7º Esta Portaria entre em vigor na data de sua publicação.

REGINA VINHAES GRACINDO

terça-feira, 29 de março de 2011

Formação de Professores da SEDF - EAP / 2011

PROGRAMAÇÃO DE CURSOS DRE PLANALTINA - 2011

Cód. do curso    CURSO    PÚBLICO-ALVO


PRÉ-INSCRIÇÃO - CARGA HORÁRIA -  LOCAL -    DIA/TURNO

001 - ENSINO DE QUÍMICA APLICADO À EDUCAÇÃO BÁSICA- Professores regentes de Química do Ensino Médio e do 3º segmento da EJA que atuam nas instituições de ensino da rede pública da SEDF, prioritariamente. - Professores de salas de recurso que atendem alunos do Ensino Médio e do 3º seguimento da EJA. - Coordenadores pedagógicos em nível local, intermediário e central, com habilitação em Química-60h EAPE 2ªV3ªN

 002 - TÉCNICO EM GESTÃO EDUCACIONAL-MONITORES: IDENTIDADE E TRABALHO- Técnicos em Gestão Educacional – Monitores da Educação Infantil e Educação Especial.- Estar atuando com alunos da Educação Infantil e/ou da Educação Especial - Empossados em 2010 e que não fizeram o curso de formação promovido pela EAPE no 2º semestre/2010.60hEAPE2ªM2ªV 003A

ESCOLARIZAÇÃO DO ESTUDANTE COM DEFICIÊNCIA VISUAL- Professores regentes dos anos/séries iniciais e finais do Ensino Fundamental, do Ensino Médio e da Educação Infantil que atendem alunos com deficiência visual, prioritariamente. - Supervisores pedagógicos e coordenadores pedagógicos das escolas que atendem alunos com deficiência visual.- Professores do quadro efetivo que atendem alunos com deficiência visual; (Apresentar declaração da escola que comprove o atendimento a alunos com deficiência visual)180hEAPE5ªM5ªV


 004- ADEQUAÇÃO CURRICULAR - Professores que atendam alunos com necessidades educacionais especiais – ANEE - em Classe Especial, Integração Inversa, Classe Comum e Centro de Ensino Especial.-Apresentar declaração da escola afirmando a atuação em classe especial, integração inversa e em Centro de Ensino Especial e classe comum. - Profissionais da Carreira Magistério do quadro efetivo ou contrato temporário da SEDF.60hEAPE3ªM3ªV5ªM5ªV

 005-  ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO DE SURDOS SOB O ENFOQUE DA SOCIOLINGUÍSTICA EDUCACIONAL- Professores das séries/anos iniciais do Ensino Fundamental (Unidades Especiais e Classes Inclusivas) que trabalham com alunos surdos.- Professor que atende alunos surdos. (Apresentar declaração da escola confirmando a atuação com aluno surdo).60h STA MARIA Salão de Multiuso da DRE QR 215/315 Area Especial 01 5ªM5ªV


006- A ESCOLARIZAÇAO DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL- Professores regentes que atuam com alunos com deficiência intelectual em turmas regulares, turmas de integração inversa, classes especiais e Centro de Ensino Especial.-60hEAPE5ªM5ªV


007-COMUNICANDO COM O SURDO II- Professores e profissionais que trabalham com surdos em escolas inclusivas, em Centros de Ensino Especial e no CAS, prioritariamente. - Professores e profissionais que tenham interesse em atuar com alunos surdos.- Ter certificado de conclusão do Comunicando I. (Apresentar o certificado ou declaração de conclusão do curso).60hEAPE3ªM3ªV

 008-MOVIMENTO, ARTE E LINGUAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONSTRUINDO UMA PRÁTICA CRIATIVA DOS EIXOS CURRICULARES- Professores regentes que atuam na Educação Infantil com alunos na faixa de 4 e 5 anos, prioritariamente. - Coordenadores e Supervisores Pedagógicos, Orientadores Educacionais e Profissionais das Equipes Especializadas de Apoio à Aprendizagem que atuam nas turmas das Instituições Educacionais que oferecem Educação Infantil. - Coordenadores Intermediários da Educação Infantil nas Diretorias Regionais de Ensino. - Ter concluído o curso “Educação Infantil: Saberes Essenciais para uma Prática Significativa” no ano de 2010, realizado pela EAPE. (Apresentar declaração ou certificado do curso)60hEAPE3ªM3ªV

 009 -ATENDIMENTO AO ALUNO COM TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO – TGD- Professores regentes nos anos/séries iniciais e finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio; - Orientadores educacionais; - Profissionais que atuam nas equipes de apoio; - Professores que atuam nas salas de recursos.- Não ter concluído o curso TGD ofertado pela EAPE no 2º semestre de 2009 e no ano de 2010.130hEAPE5ªM5ªV

 010 - ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO- Professores que atuam em sala de recursos. - Professores dos Centros de Ensino Especial que estejam no programa de atendimento complementar de apoio à inclusão. - Professores que atuam na Educação de Jovens e Adultos.- Apresentar declaração da escola afirmando a atuação em sala de recursos. - Apresentar declaração de atuação nos Centros de Ensino Especial no programa de atendimento complementar de apoio à inclusão. - Apresentar declaração de atuação na Educação de Jovens e Adultos. - Ter noções de informática e de internet. - Ter acesso a computador e internet.180hEAPE5ªM5ªV5ªN

 011-COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS PARA A CONSTRUÇÃO COLETIVA DE UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE- Supervisor Administrativo das instituições educacionais da SEDF, prioritariamente. - Profissionais da educação, pertencentes à Carreira Assistência nos cargos de Agente de Gestão Educacional, classe A e Técnico em Gestão Educacional, classes A e B (com exceção da especialidade de monitor).-Servidor efetivo da carreira Assistência, com formação mínima ensino médio completo e não ter participado da 1ª edição do curso, oferecido em 2010. - Apresentar a declaração da chefia imediata autorizando a participação no curso.110hEAPE3ªM3ªV5ªM5ªV6ªM

012-COMUNICANDO COM O SURDO I- Professores da rede pública que atuam com alunos surdos, prioritariamente. - Professores da rede pública que tenham interesse em atuar com alunos surdos.- Professores que se enquadrem no público alvo e concluíram o curso Educação Básica de Surdos, ofertado pela EAPE em 2009 e 2010. (Apresentar declaração ou certificado de conclusão do curso).60hEAPE3ªM3ªV

 013- COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA: DA TEORIA À CONSTRUÇÃO DE UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA COLETIVA - Coordenadores Pedagógicos locais e intermediários, PRIORITARIAMENTE. - Supervisores Pedagógicos das instituições educacionais. - Professores regentes da Educação Básica e EJA-60hEAPE2ªM2ªV3ªM3ªV5ªM5ªV6ªM

014 - DESENVOLVIMENTO, AUTOESTIMA E INTERAÇÕES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONSTRUINDO UMA PRÁTICA CRIATIVA DOS EIXOS CURRICULARES- Professores regentes que atuam na Educação Infantil com alunos na faixa de 4 e 5 anos, prioritariamente. - Diretores e Vice-diretores, Coordenadores Pedagógicos, Supervisores Pedagógicos, Orientadores Educacionais e Profissionais das Equipes Especializadas de Apoio à Aprendizagem que atuam nas turmas das Instituições Educacionais que oferecem Educação Infantil. - Coordenadores Intermediários da Educação Infantil nas Diretorias Regionais de Ensino.- Profissionais da Carreira Magistério que atuam na Educação Infantil. - Não ter concluído o Curso Educação Infantil: saberes essenciais para uma prática significativa, ofertada pela EAPE em 2010.60hEAPE3ªM3ªV5ªM5ªV

 015- DIANTE DA EXPERIÊNCIA DOS OUTROS: REPRESENTAÇÃO DE GRUPOS MARGINALIZADOS NA LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA – Módulo I- Professores (as) de Língua Portuguesa e/ou Literatura da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal atuantes no Ensino Médio e/ou Ensino Fundamental (Anos Finais), prioritariamente. - Professores (as) de outras disciplinas, especialmente artes e sociologia; e profissionais da educação da SEEDF que se interessem por literatura.-45hEAPE5ªV

016 - DISTÚRBIO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL E DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM RELACIONADAS - Professor que atua com alunos diagnosticados com DPAC.- Professor que atua com alunos diagnosticados com DPAC - (Apresentar declaração da instituição.)60hEAPE3ªM5ªV 017LIBRAS I- Professores da rede pública de ensino do DF: profissionais que trabalham com surdos em escolas inclusivas, em Centros de Ensino Especial e no CAS, prioritariamente. - Profissionais da educação que tenham interesse em atuar com alunos surdos.- Ter certificado de conclusão do curso Libras em Ação. (Apresentar certificado ou declaração de conclusão do curso)60hEAPE5ªM

 018- TÓPICOS DO GESTAR II – LÍNGUA PORTUGUESA: Programa Gestão da Aprendizagem Escolar- Professores que atuam nos anos/séries finais do Ensino Fundamental; no 2º segmento da EJA, no componente curricular Língua Portuguesa, prioritariamente. - Coordenadores pedagógicos das escolas que ofertam os anos/séries finais do Ensino Fundamental e/ou EJA (2º segmento) e que possuem habilitação em Língua Portuguesa.- Professores que atuam nos anos/séries finais do Ensino Fundamental; e no 2º segmento da EJA.180h ParanoáDRE ParanoáQuadra 4conj. A lote 5 3ªM3ªV

019 - EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MOBILIZAÇÃO SOCIAL: UMA PRÁXIS PEDAGÓGICA (EAD on-line)- Profissionais da Educação Básica da Rede Pública de Ensino do DF.- Ser servidor da SEEDF e ter conhecimento básico de informática: word., internet; - Ter acesso a computador com conexão à internet para o desenvolvimento das atividades propostas.70hO curso será realizado (online), com dois encontros presenciais naEAPE-


020- TÓPICOS DO GESTAR II – Matemática: Programa Gestão da Aprendizagem Escolar- Professores que atuam nos anos/séries finais do Ensino Fundamental; e no 2º segmento da EJA, no componente curricular Matemática, prioritariamente. - Coordenadores pedagógicos das escolas que ofertam os anos/séries finais do Ensino Fundamental e/ou EJA (2º segmento) e que possuem habilitação em Matemática.- Professores que atuam nos anos/séries finais do Ensino Fundamental; e no 2º segmento da EJA, no componente curricular Matemática.180hEAPE2ªM2ªV 021EDUCAÇÃO DE SURDOS - Profissionais da Educação, Carreira Magistério e Carreira Assistência, da rede pública de ensino.-60hEAPE3ªM3ªV

 022 --EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: COMO LIDAR COM AS RELAÇÕES ÉTNICOS-RACIAIS, DE GÊNERO E DE SEXUALIDADES?- Profissionais da Educação das Carreiras Magistério Público e Assistência à Educação da rede de ensino público do Distrito Federal-120hEAPE2ªM2ªV5ªM5ªV

023 - INTRODUÇÃO AO SOFTWARE GEOGEBRA- Professores efetivos de matemática e física - anos finais do ensino fundamental e ensino médio da Secretaria de Educação do Distrito Federal.- Ter formação em Matemática ou Física ou estar em regência em alguma desses componentes curriculares. Possuir endereço eletrônico (e-mail), noções básicas de informática (domínio de mouse, terminologia adequada, gravação e localização de arquivos).60h Guará/(CED 2 – GG) NTE 3ªV

 025- ENSINO DE PORTUGUÊS PARA SURDO COMO SEGUNDA LÍNGUA- Professores do Ensino Fundamental e Médio que atendam alunos surdos nas instituições de ensino da SEDF. - Apresentar declaração da instituição de ensino que atua com alunos surdos.60hCEF 04 de Taguatinga EQNL 05/07 -
 AE 3ªM

026-  ENSINO DE SOCIOLOGIA: METODOLOGIAS E ELABORAÇÃO DE MATERIAIS- Professores que atuam, prioritariamente, no ensino médio e EJA, no componente curricular Sociologia;- Coordenadores pedagógicos das escolas de ensino Médio e que possuem habilitação na área de conhecimento de Ciências Humanas e suas Tecnologias.-90hEAPE5ªV

 027 - ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE: O PAPEL DA ESCOLA NA GARANTIA DE DIREITOS- Profissionais da Educação das Carreiras Magistério Público, Assistência à Educação e Orientadores Educacionais da rede de ensino público do Distrito Federal.-60hEAPE2ªM2ªV


028- INTERPRETE EDUCACIONAL – NÍVEL INTERMEDIÁRIO II- Professores da rede pública de ensino do DF: profissionais que trabalham com surdos em escolas inclusivas, em Centros de Ensino Especial e no CAS.- Ter certificado de conclusão do Intérprete Educacional Nível Intermediário I. (Apresentar certificado ou declaração de conclusão do curso)60hEAPE5ªV

029 - PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE ATENDIMENTO AO ALUNO COM TRANSTORNO GLOBAL DO DESENVOLVIMENTO- Professores regentes que atuam nas instituições de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio e Centros de Ensino Especial;- Professores de sala de recurso.- Atender, obrigatoriamente, alunos com TGD (apresentar declaração da escola, que comprove o atendimento no ano de 2011) - Apresentação de cópia de certificado de um dos seguintes cursos ministrados pela EAPE:
a. Ano de 2009 (2º semestre) denominado “Transtorno Global do Desenvolvimento: Estratégias de Atendimento e Intervenções”.
b. Ano de 2010 denominado “Programas de intervenção para alunos com TGD”. 120hEAPE3ªM3ªV


030INTERPRETE EDUCACIONAL – NÍVEL INTERMEDIÁRIO I- Professores da rede pública de ensino do DF e profissionais que trabalham com surdos em escolas inclusivas, em Centros de Ensino Especial e no CAS.- Ter certificado de conclusão do Intérprete Educacional Nível Básico. (Apresentar certificado ou declaração de conclusão do curso.)60h EAPE5ªM TaguatingaCED 06 – QNL 01 – AE 01 3ªV


034LIBRAS EM AÇÃO- Professores que atuam com alunos surdos, prioritariamente. - Professores interessados em atuar com alunos surdos.- Professores que concluíram o curso COMUNICANDO COM O SURDO II.(Apresentar certificado ou declaração de conclusão do curso)60h TaguatingaEC 21QNH 03 – AE 02 5ªV 035LIBRAS II- Professores da rede pública que atuam com alunos surdos. - Professores da rede pública que tenham interesse em atuar com alunos surdos.- Professores que concluíram o curso Libras I. (Apresentar o certificado ou declaração de conclusão do curso)60h Taguatinga EC 21-QNH 03 – AE 02 5ªM


036MODELOS QUALITATIVOS: UMA NOVA MANEIRA DE ENSINAR CIÊNCIAS PARA ALUNOS SURDOS- Professores de alunos surdos dos componentes curriculares: Ciências Físicas e Biológicas no Ensino Fundamental; Biologia, Física e Química no Ensino Médio; - Professores de alunos surdos: professor regente de classes bilíngues, professor de sala de recurso e professor-intérprete no Ensino Fundamental – Séries/Anos Finais e Ensino Médio.- Apresentar declaração de atuação nos componentes curriculares e que atendem alunos surdos.60h Taguatinga


CED 06QNL 01 – AE 01 5ªV 038O ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL INFANTO-JUVENIL NAS ESCOLAS- Profissionais da educação da Carreira Magistério que atuam nas instituições de ensino que ofertam o Ensino Fundamental.- Não ter concluído curso de formação, ofertado pela EAPE, na área de violência sexual contra a criança e o adolescente.80hEAPE5ªM

 039 - OFICINA DE PROJETOS II: PRÁTICA DE ELABORAÇÃO DE PROPOSTAS DE PESQUISA- Profissionais da Educação da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal que tenham concluído o curso Oficina de Projetos: prática de elaboração de propostas de pesquisa, ofertado pela EAPE, no segundo semestre de 2010.- Ter cursado a Oficina de Projetos: prática de elaboração de propostas de pesquisa no segundo semestre de 2010. (Apresentar a Declaração ou Certificado do curso).60hEAPE2ªV3ª


 043-  SOROBÃ BÁSICO PELA ORDEM MENOS ELEVADA – TÉCNICA OCIDENTAL- Professores regentes dos anos/séries iniciais e finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio e Centro de Ensino Especial. - Professores de sala de recursos.- Ter concluído o curso de grafia Braille oferecido pela EAPE em edições anteriores (Apresentar o certificado ou a declaração de conclusão deste curso). - Professores efetivos ou contratos temporários da SEDF que atuam em escolas que atendem alunos com deficiência visual.90hEAPE3ªM3ªV

 044- PROINFO INTEGRADO- Professores e gestores escolares lotados nas escolas da SEDF que possuem laboratórios de informática.-180hNTE/DRE3ªM5ªV

 045 -PROJETO DE PESQUISA ACADÊMICA: ASPECTOS TEÓRICOS E PRÁTICOS- Profissionais da Educação, Carreira Magistério e Assistência da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, com vistas à seleção para Pós-Graduação.- Profissional da Carreira Magistério e Assistência que tem curso superior e seja do quadro efetivo da SEDF.60hEAPE2ªN3ªN


046- PRÓ-LETRAMENTO: ALFABETIZAÇÃO E LINGUAGEM (Turmas de Revezamento)Grupo A: - Professores aprovados na primeira etapa do Pró-Letramento Matemática (Turmas de Revezamento– Vagas garantidas)- Os professores aprovados na primeira etapa do Pró-Letramento Matemática deverão apresentar declaração de conclusão emitida pela EAPE – Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação.120h Planaltina / CAIC Assis Chateaubriant 3ªM3ªV

 046- APRÓ-LETRAMENTO: ALFABETIZAÇÃO E LINGUAGEM (Turmas novas)Grupo B: - Professores regentes dos anos iniciais (do 1º ao 5º ano) nas instituições de ensino da rede pública do Distrito Federal, PRIORITARIAMENTE.- Coordenadores pedagógicos em nível local, intermediário e central dos anos iniciais nas instituições de ensino da rede pública do Distrito Federal; Diretores, vice-diretores e supervisores pedagógicos das instituições de ensino que ofertam os anos iniciais; Professores das salas de recurso; Equipes de Apoio. - Os professores regentes que ingressarão no curso deverão apresentar declaração da escola para comprovar a regência em turma de anos iniciais nesse ano letivo de 2011.120h Planaltina / CAIC Assis Chateaubriant 3ªM3ªV

 047-PRÓ-LETRAMENTO: MATEMÁTICA (Turmas de Revezamento)Grupo A: - Professores aprovados na primeira etapa do Pró-Letramento Alfabetização e Linguagem (Turmas do Revezamento– Vagas garantidas)- Os professores aprovados na primeira etapa do Pró-Letramento Alfabetização e Linguagem deverão apresentar declaração de conclusão emitida pela EAPE – Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação.120h Planaltina / CAIC Assis ChateaubriantVIA NS 02Area Especial 04Setor residencial 5ªM5ªV 047APRÓ-LETRAMENTO: MATEMÁTICA (Turmas novas)Grupo B: - Professores regentes e professores das salas de recurso dos anos iniciais (do 1º ao 5º ano) nas instituições de ensino da rede pública do Distrito Federal, prioritariamente.
- Coordenadores pedagógicos em nível local, intermediário e central dos anos iniciais nas instituições de ensino da rede pública do Distrito Federal; Diretores, vice-diretores e supervisores pedagógicos das instituições de ensino que ofertam os anos iniciais; Equipes de Apoio. - Os professores regentes e de sala de recursos que ingressarão no curso deverão apresentar declaração da escola para comprovar a regência em turma de anos iniciais nesse ano letivo de 2011;120h Planaltina / CAIC Assis ChateaubriantVIA NS 02Area Especial 04Setor residencial 5ªM5ªV

segunda-feira, 28 de março de 2011

Dicas para o Professor trabalhar com o aluno TDAH/DDA



                                                         


"Se o adulto grita com a criança, ambos acabam se exaltando rápido e, em vez de compreender as regras, ela pode pensar que está sendo rejeitada ou mal compreendida" diz Muszkat.



Há uma grande variedade de intervenções específicas que o professor pode fazer para ajudar a criança com TDAH a se ajustar melhor à sala de aula:

1 – Rotina – estabelecer uma rotina para todos os dias - deixar escrito no quadro-giz – quando houver mudanças, avisar antecipadamente.
2 - Colocar a criança perto de colegas que não o provoquem, perto da mesa do professor, na parte de fora do grupo.
3 - Dar responsabilidades que elas possam cumprir faz com que se sintam necessárias e valorizadas.

4 - Nunca provocar constrangimento ou menosprezar o aluno.
6 - Grande parte das crianças com TDAH consegue melhores resultados acadêmicos, comportamentais e sociais quando no meio de grupos pequenos.
7 – Diminuir o ritmo. Muitas atividades de 10 minutos cada uma traz melhores resultados do que duas tarefas de meia hora.

9 – Dixá-lo sair da sala, nos momentos de exaustão: como ir à secretaria, levantar para apontar o lápis, ir ao banheiro, sair para tomar água.

10 - Recompensar os esforços, a persistência e o comportamento bem sucedido ou bem planejado;




11 - Avaliação freqüente sobre o impacto do comportamento da criança sobre ela mesma e sobre os outros ajuda bastante.

12 - Favorecer freqüente contato aluno/professor. Isto permite um “controle” extra sobre a criança com TDAH, ajuda-a a começar e continuar a tarefa;

13 - Colocar limites claros e objetivos; ter uma atitude disciplinar equilibrada e proporcionar avaliação freqüente, com sugestões concretas para um comportamento adequado;

14 - Evitar muitos estímulos visuais na sala que desviem sua atenção.

15 - Estabelecer intervalos previsíveis de períodos sem trabalho que a criança pode ganhar como recompensa por esforço feito.

16 - Preparar com antecedência a criança para as novas situações. Ela é muito sensível em relação às suas deficiências e facilmente se assusta ou se desencoraja.


17 - Não ser mártir! Reconhecer os limites da sua tolerância e modificar o programa da criança com TDAH até o ponto de se sentir confortável. O fato de fazer mais do que realmente quer fazer traz ressentimento e frustração.
18 - Permanecer em comunicação constante com o psicólogo ou orientador da escola. Ele é a melhor ligação entre a escola, os pais e o médico.

19- Podem ser usadas técnicas que envolvam escritas, como escrever um livro e ilustrá-lo, pode despertar nela em criar algo seu e admirar seu trabalho final, podendo isso, ser estendido às lições em sala de aula. Uma outra técnica é a de despertar na criança o gosto pela leitura, através de assuntos e temas de seu interesse(internet) e também aguçar a curiosidade por conhecer novos livros, revistas e gibis.



 O professor pode também:



Adaptar algumas tarefas ajuda a amenizar os efeitos mais prejudiciais do transtorno.
Evitar salas com muitos estímulos é a primeira providência.
Deixar alunos com TDAH próximos a janelas pode prejudicá-los, uma vez que o movimento da rua ou do pátio é um fator de distração.

Outra dica é o trabalho em pequenos grupos, que favorece a concentração.
Já a energia típica dessa condição pode ser canalizada para funções práticas na sala, como distribuir e organizar o material das atividades.

Também é importante reconhecer os momentos de exaustão considerando a duração das tarefas.


De resto, vale sempre avaliar se as atividades propostas são desafiadoras e se a rotina não está repetitiva.

Esta, aliás, é uma reflexão importante para motivar não apenas os estudantes com TDAH, mas toda a turma.



Fonte:



Revista Nova Escola



TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH) EM CRIANÇAS – REFLEXÕES INICIAIS

Ligia de Fátima Jacomini Machadohttp://www.abpp.com.br/artigos/85.htm




INFORMAÇÃOES EXTRAÍDAS DO SITE:

http://www.hiperatividade.com.br/article.php?sid=14

Sugestões e dicas para o professor–alunos TDAH/DDA

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"Se o adulto grita com a criança, ambos acabam se exaltando rápido e, em vez de compreender as regras, ela pode pensar que está sendo rejeitada ou mal compreendida" diz Muszkat.


Há uma grande variedade de intervenções específicas que o professor pode fazer para ajudar a criança com TDAH a se ajustar melhor à sala de aula:

1 – Rotina – estabelecer uma rotina para todos os dias  - deixar escrito no quadro-giz – quando houver mudanças, avisar antecipadamente.
2 - Colocar a criança perto de colegas que não o provoquem, perto da mesa do professor, na parte de fora do grupo.
tdah13 -  Dar responsabilidades que elas possam cumprir faz com que se sintam necessárias e valorizadas.

4 -  Nunca provocar constrangimento ou menosprezar o aluno.
6 - Grande parte das crianças com TDAH consegue melhores resultados acadêmicos, comportamentais e sociais quando no meio de grupos pequenos.
7 – Diminuir o ritmo. Muitas atividades de 10 minutos cada uma traz melhores resultados do que duas tarefas de meia hora.

9 – Dixá-lo sair da sala, nos momentos de exaustão: como ir à secretaria, levantar para apontar o lápis, ir ao banheiro, sair para tomar água.
10 -  Recompensar os esforços, a persistência e o comportamento bem sucedido ou bem planejado;     

11 - Avaliação freqüente sobre o impacto do comportamento da criança sobre ela mesma e sobre os outros ajuda bastante.
12 - Favorecer freqüente contato aluno/professor. Isto permite um “controle” extra sobre a criança com TDAH, ajuda-a a começar e continuar a tarefa;
13 - Colocar limites claros e objetivos; ter uma atitude disciplinar equilibrada e proporcionar avaliação freqüente, com sugestões concretas para um comportamento adequado;
14 - Evitar muitos estímulos visuais na sala que desviem sua atenção.tdah5

15 - Estabelecer intervalos previsíveis de períodos sem trabalho que a criança pode ganhar como recompensa por esforço feito.

16 - Preparar com antecedência a criança para as novas situações. Ela é muito sensível em relação às suas deficiências e facilmente se assusta ou se desencoraja.

17 - Não ser mártir! Reconhecer os limites da sua tolerância e modificar o programa da criança com TDAH até o ponto de se sentir confortável. O fato de fazer mais do que realmente quer fazer traz ressentimento e frustração.
18 - Permanecer em comunicação constante com o psicólogo ou orientador da escola. Ele é a melhor ligação entre a escola, os pais e o médico.

19- Podem ser usadas técnicas que envolvam escritas, como escrever um livro e ilustrá-lo, pode despertar nela em criar algo seu e admirar seu trabalho final, podendo isso, ser estendido às lições em sala de aula. Uma outra técnica é a de despertar na criança o gosto pela leitura, através de assuntos e temas de seu interesse(internet) e também aguçar a curiosidade por conhecer novos livros, revistas e gibis.

 
. O professor pode também:
 
Adaptar algumas tarefas ajuda a amenizar os efeitos mais prejudiciais do transtorno.
 
Evitar salas com muitos estímulos é a primeira providência.
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Deixar alunos com TDAH próximos a janelas pode prejudicá-los, uma vez que o movimento da rua ou do pátio é um fator de distração.
Outra dica é o trabalho em pequenos grupos, que favorece a concentração.
 
Já a energia típica dessa condição pode ser canalizada para funções práticas na sala, como distribuir e organizar o material das atividades.
Também é importante reconhecer os momentos de exaustão considerando a duração das tarefas.
 
 
De resto, vale sempre avaliar se as atividades propostas são desafiadoras e se a rotina não está repetitiva.
  Esta, aliás, é uma reflexão importante para motivar não apenas os estudantes com TDAH, mas toda a turma.
 
Fonte:
 
Revista Nova Escola
 
TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH) EM CRIANÇAS – REFLEXÕES INICIAIS
Ligia de Fátima Jacomini Machado
http://www.abpp.com.br/artigos/85.htm

INFORMAÇÃOES EXTRAÍDAS DO SITE:
 http://www.hiperatividade.com.br/article.php?sid=14

quinta-feira, 24 de março de 2011

Criança mal-educada ou hiperativa ? TDAH/ ADD ( Attention Déficit Disorder)







Como saber, principalmente nas escolas, onde á cada ano, o número de crianças com suspeitas de TDAH, aumenta assustadoramente?
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Não se pode negar que alguns dos sintomas da pessoa portadora deste transtorno podem ser os mesmos que resultam de outros acontecimentos que afetam o estado emocional do indivíduo: momentos conflituosos, desajuste gerando  distúrbios de comportamento, quase sempre dissociados de suas verdadeiras causas. Como por exemplo, uma criança que não recebe em sua educação familiar a necessidade de aprender a obedecer a regras e limites, repetindo comportamentos inadequados nos ambientes sociais, como a escola; conflitos emocionais por maus tratos, perdas e luto separação dos pais, negligência… geram transtornos de conduta que podem confundir os adultos cuidadores dessas crianças: pais, professores e outros. As dificuldades familiares podem ser mais conseqüência do que causa do TDAH (na criança e mesmo nos pais). Problemas familiares podem agravar um quadro de TDAH, mas não causá-lo.



Vamos começar pela definição de TDAH,  Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, segundo a Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA).
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD. Um transtorno listado pela Organização Mundial de Saúde como parte dos diagnósticos da Classificação Internacional das Doenças não só na sua última versão (CID-10) como nas anteriores (CID-8 e CID-9). Está lá no capítulo dos transtornos mentais – vide o site http://www.datasus.gov.br/cid10/v2008/cid10.htm




Quando partimos de uma definição fidedigna, e por há sérias razões de expor o TDAH, como de fato ele tem sua realidade comprovada cientificamente. Por motivos diversos há controvérsias sobre sua existência, e nota-se que, os que negam sua existência são pessoas leigas, que julgam fatos por desinformação, falta de competência e até por motivos escusos, sem fundamentos legais: ”desinformação, falta de raciocínio científico e ingenuidade, constituem uma mistura perigosa”, porque levam a conclusões errôneas.


Não é tão difícil assim, separar uma coisa da outra. Através de uma investigação, levantando a história de vida da pessoa, seja de uma criança (é nesta fase que os sintomas ficam bastante evidentes, principalmente para professores e cuidadores), através de entrevistas com os pais, informações de pessoas ligadas ás atividades de vida criança, a colocação de regras e limites e a importância da atenção, da concentração na aquisição de habilidades e competências,  por exclusão chega-se á necessidade ou não de aprofundar a investigação através  de  médicos especialistas nas áreas da psicologia e  psiquiatria…




O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade pode ser diagnosticado por um médico porque pode ser comprovado por exames.






 O TDAH é um dos transtornos mais bem estudados da medicina e com mais evidências científicas que a maioria dos demais transtornos mentais, segundo Paulo Mattos – Presidente do Conselho Científico da ABDA– Psiquiatra – um dos cientistas pesquisadores mais competentes, no Brasil: Professor Adjunto do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Mestre e Doutor em Psiquiatria. Pós-Doutor em Bioquímica. Membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (Título de Especialista), American Psychiatric Association e Academia Brasileira de Neurologia. Membro do Comitê Editorial do Journal of Attention Disorders, do Jornal Brasileiro de Psiquiatria e da Revista de Psiquiatria Clínica. Coordenador do GEDA - Grupo de Estudos do Déficit de Atenção da UFRJ.
No Brasil ha vários pesquisadores na área da psiquiatria desenvovendo novos estudos sobre transtornos mentais, principalmente o TDHA, que  aqui serão citados com fonte segura na fundamentação  de tudo que até hoje foi comprovado sobre o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, como  o Dr. Luiz Augusto Rohde – Vice-presidente do Conselho Científico da ABDA – Psiquiatra. Professor Adjunto da UFRS; Bolsista de Produtividade em Pesquisa 1B; Orientador de Doutorado; Doutorado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Editor da Revista Brasileira de Psiquiatria; Co-editor do European Child and Adolescent Psychiatry; Editor internacional do Journal AM. Acad. Child and Adolescent Psychiatry; membro do corpo editorial de várias outras revistas (como Neuropsychiatric Genetics e Journal of Attention Disorder); Secretário Geral da International Association of Child Adolescent Psychiatry Allied Psychiatry - Membro do grupo para Transtornos Disruptivos do Comportamento e TDAH do DSM-V e do grupo de coordenação de parceria científica global para CID-11.
Sintomas que caracterizam o TDAH




No processo de investigação, para se formar um quadro antes de encaminhar o indivíduo ao diagnóstico, é muito importante conhecer os sintomas e em  que condições eles se manifestam:




(1) Desatenção




(2) Hiperatividade-impulsividade

                                       








O TDAH na infância em geral se associa a dificuldades na escola e no relacionamento com demais crianças, pais e professores. As crianças são tidas como "avoadas", "vivendo no mundo da lua" e geralmente "estabanadas" e com "danadas" ou “desobedientes” (isto é, não param quietas por muito tempo). Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas, mas todos são desatentos. Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar mais problemas de comportamento, como por exemplo, dificuldades com regras e limites.
Em adultos, ocorrem problemas de desatenção para coisas do cotidiano e do trabalho, bem como com a memória (são muito esquecidos). São inquietos (parece que só relaxam dormindo), vivem mudando de uma coisa para outra e também são impulsivos ("colocam os carros na frente dos bois"). Eles têm dificuldade em avaliar seu próprio comportamento e quanto isto afeta os demais à sua volta. São freqüentemente considerados “egoístas”. Eles têm uma grande freqüência de outros problemas associados, tais como o uso de drogas e álcool, ansiedade e depressão.


CAUSAS


Estudos científicos mostram que portadores de TDAH têm alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela inibição do comportamento (isto é, controlar ou inibir comportamentos inadequados), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.


O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas, chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios).


Existem causas que foram investigadas para estas alterações nos neurotransmissores da região frontal e seu córtex. (ABDA)




Observação:
Os termos aqui transcritos, na introdução deste estudo, de cunho puramente científicos, tem a finalidade de distanciar a questão do TDAH do banalismo que percebe-se  estar  se transformando, a cada dia. Quando a abordagem do tema alcançar a praticidade do  seu enfrentamento, no cotidiano da escola, usaremos uma linguagem mais coerente com a prática.






A) Hereditariedade:


Os genes parecem ser responsáveis não pelo transtorno em si, mas por uma predisposição ao TDAH. A participação de genes foi suspeitada, inicialmente, a partir de observações de que nas famílias de portadores de TDAH a presença de parentes também afetados com TDAH era mais freqüente do que nas famílias que não tinham crianças com TDAH. A prevalência da doença entre os parentes das crianças afetadas é cerca de 2 a 10 vezes mais do que na população em geral (isto é chamado de recorrência familial).
Porém, como em qualquer transtorno do comportamento, a maior ocorrência dentro da família pode ser devido a influências ambientais, como se a criança aprendesse a se comportar de um modo "desatento" ou "hiperativo" simplesmente por ver seus pais se comportando desta maneira, o que excluiria o papel de genes. Foi preciso, então, comprovar que a recorrência familial era de fato devida a uma predisposição genética, e não somente ao ambiente.




B) Substâncias ingeridas na gravidez:


Tem-se observado que a nicotina e o álcool quando ingeridos durante a gravidez podem causar alterações em algumas partes do cérebro do bebê, incluindo-se aí a região frontal orbital. Pesquisas indicam que mães alcoolistas têm mais chance de terem filhos com problemas de hiperatividade e desatenção. É importante lembrar que muitos destes estudos somente nos mostram uma associação entre estes fatores, mas não mostram uma relação de causa e efeito.


C) Sofrimento fetal:


Alguns estudos mostram que mulheres que tiveram problemas no parto que acabaram causando sofrimento fetal tinham mais chance de terem filhos com TDAH. A relação de causa não é clara. Talvez mães com TDAH sejam mais descuidadas e assim possam estar mais predispostas a problemas na gravidez e no parto. Ou seja, a carga genética que ela própria tem (e que passa ao filho) é que estaria influenciando a maior presença de problemas no parto.




D) Outras Causas  - citadas em outros estudos anteriores foram descartadas, sem comprovação científica.




O diagnóstico de um especialista é importante porque nem sempre aquela criança agitada é hiperativa
Em  seguida vamos abordar a questão das formas de tratamento.




Fonte de Pesquisa:


Associação Brasileira do Déficit de Atenção (recomendo visitar esse site, tem muito mais informações importantes)
http://www.tdah.org.br/br/a-abda/quem-somos.html
TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade:
Informações e Orientações -  Simaia Sampaio

http://www.profala.com/arthiper2.htm

VEJA TAMBÉM:

Mentes Inquietas
http://impactodapedagogiamoderna.blogspot.com/2010/09/mentes-inquietas-de-ana-beatriz-barbosa.html


O Apoio Pedagógico conta histórias do seu cotidiano : Um caso de TDAH
http://impactodapedagogiamoderna.blogspot.com/2010/09/equipe-de-apoio-aprendizagem-conta_20.html

Mapeamento cerebral, eletroencefalograma,ressonância magnética… são alguns dos exames que complementam o diagnóstico TDAH/DDA


a importância de se fazer um diagnóstico correto,(vídeo) com todos os exames do cérebro que comprovam o  diagnóstico

Clicar no VIEW SUBTITTLES E ESCOLHA O IDIOMA DA LEGENDA

“Meu aluno não fica quieto, por isso não aprende…” o diagnóstico é muito importante











No início deste estudo sobre o TDAH, foi colocada a importância de se realizar uma investigação apurada do quadro em que o aluno apresenta características do transtorno,  a fim de não cometer  erros, tais como, por exemplo, exigir da criança ou do adolescente, comportamentos e respostas inadequadas que ele não tem condições de dar, devido ás limitações que o transtorno lhe impõe, ou o extremo, dando um atendimento de uma criança que não obedece e nem aprendeu a cumprir regras e limites e até mesmo reprimir um comportamento resultante de um momento conflituoso. O correto é encaminhá-lo á uma equipe multidisciplinar na escola, constituída de um pedagogo, um orientador educacional e um psicólogo que levarão esta investigação  até um diagnóstico medico, caso haja de fato o transtorno (TDAH).


Sintomas em adultos:






A existência da forma adulta do TDAH foi oficialmente reconhecida apenas em 1980, pela Associação Psiquiátrica Americana.  Um diagnóstico que  raramente é  realizado. Hoje há uma previsão de que em  torno de 60% das crianças com TDAH ingressarão na vida adulta com alguns dos sintomas (tanto de desatenção quanto de hiperatividade-impulsividade) porém em menor número do que apresentavam quando eram crianças ou adolescentes.


Para se fazer o diagnóstico de TDAH em adultos é obrigatório demonstrar que o transtorno esteve presente desde criança. Isto pode ser difícil em algumas situações, porque o indivíduo pode não se lembrar de sua infância e também os pais podem ser falecidos ou estar bastante idosos para relatar ao médico.
Os adultos com TDAH costumam ter dificuldade de organizar e planejar suas atividades do dia a dia. Por exemplo, pode ser difícil para uma pessoa com TDAH determinar o que é mais importante dentre muitas coisas que tem para fazer, escolher o que vai fazer primeiro e o que pode deixar para depois. Em conseqüência disso, quem TDAH fica muito “estressado” quando se vê sobrecarregado (e é muito comum que se sobrecarregue com freqüência, uma vez que assume vários compromissos diferentes), pois não sabe por onde começar e tem medo de não conseguir dar conta de tudo.




O portador de TDAH fica com dificuldade para realizar sozinho suas tarefas, principalmente quando são muitas, e  precisa ser lembrado pelos outros sobre o que tem para fazer. Acaba deixando as atividades iniciadas pela metade.


Sintomas em crianças e adolescentes:


As crianças com TDAH, em especial os meninos, são agitadas ou inquietas. Elas têm dificuldades para manter atenção em atividades muito longas, repetitivas ou que não lhes sejam interessantes. Elas são facilmente distraídas por estímulos do ambiente externo, mas também se distraem com pensamentos "internos", isto é, vivem "voando". Nas provas, são visíveis os erros por distração (erram sinais, vírgulas, acentos, etc.). Como a atenção é imprescindível para o bom funcionamento da memória, elas em geral são tidas como "esquecidas": esquecem recados ou material escolar, aquilo que estudaram na véspera da prova, etc. (o "esquecimento" é uma das principais queixas dos pais). 






O que as deixa mais tranquilias são atividades de sua preferência, atividades significativas em sala de aula. Isto ocorre porque os centros de prazer no cérebro são ativados e conseguem dar um "reforço" no centro da atenção que é ligado a ele, passando a funcionar em níveis normais. O fato de uma criança conseguir ficar concentrada em alguma atividade não exclui o diagnóstico de TDAH. .
Elas também tendem a ser impulsivas (não esperam a vez, não lêem a pergunta até o final e já respondem, interrompem os outros, agem antes de pensar). .


Seu desempenho sempre parece inferior ao esperado para a sua capacidade intelectual. O TDAH não se associa necessariamente a dificuldades na vida escolar, embora esta seja uma queixa freqüente de pais e professores. É mais comum que os problemas na escola sejam de comportamento que de rendimento (notas).


Um aspecto importante: as meninas têm menos sintomas de hiperatividade-impulsividade que os meninos (embora sejam igualmente desatentas), o que fez com que se acreditasse que o TDAH só ocorresse no sexo masculino. Como as meninas não incomodam tanto, eram menos encaminhadas para diagnóstico e tratamento médicos.
                                                            
Baixa auto estima e comportamento de risco


Por ter consciência de suas limitações, seu comportamento inadequado prejudicando a concentração dos colegas gerando exclusão, pode levar o indivíduo a desenvolver problemas psicológicos podendo tornar-se introvertido ou agressivo, exibicionista e com baixa auto-estima acentuada, até mesmo comportamentos anti-sociais.


                                                                                                                    


Diagnóstico


Observar  o tempo que a criança começou a apresentar os sintomas. Segundo o DSM IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) os sintomas deverão ser ininterruptos e com duração mínima de seis meses sem limitar-se a apenas uma situação.


Para fazer o diagnóstico, é indicado um psiquiatra, que deverá fazer uma anamnese com pais e pessoas de seu convívio como professores, empregadas e terapeutas se estiver sendo acompanhado por alguém.
De acordo com a Associação Brasileira do Déficit de Atenção,(vídeo) Eletro encefalograma, o Mapeamento Cerebral, a Tomografia Computadorizada, a Ressonância Magnética e o Potencial Evocado  podem fornecer este diagnóstico!


TDAH/DDA tem cura?


Até pouco tempo acreditava-se que os sintomas de TDAH desapareciam na adolescência e na vida adulta. Muitos ainda acreditam que só ocorre no período da infância. Entretanto, recentes pesquisas mostraram que 50% a 75% dos casos continuam na idade adulta. Há casos que a hiperatividade tende a diminuir ou desaparecer devido a um amadurecimento do cérebro que acaba equilibrando a produção de dopamina
 
Em seguida vamos apresentar as sugestões dos especialistas aos pais e professores para ajudar a criança e o adolescente TDAH em suas dificuldades.
 
 
Livros recomendados pela ABDA
 
Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade: O que é? Como ajudar?
Luiz Rohde e Edyleine Benczik, Porto Alegre, Editora Artes Médicas, 1999
Transtorno do Déficit de Atenção / Hiperatividade
Barkley R. Porto Alegre: Editora Artmed, 2002.
Tendência à Distração
Hallowell, Edward e John J. Ratey.Rio de Janeiro, Rocco, 2000.
Hiperatividade: Como desenvolver a capacidade de atenção da criança.
Sam Goldstein e Michael Goldstein. Papirus Editora, 1998
Hiperatividade: como lidar
Abram Topczewski. Casa do Psicólogo, 2006.
PUBLICAÇÕES ESTRANGEIRAS
Parenting a Child with Attention Deficit/Hyperactivity Disorder - Revised Second Edition.
Nancy Boyles, Darlene Contandino. Los Angeles, Lowell House, 1999.
Power Parenting for Children with ADD/ADHD - A Practical Parent's Guide for Managing Difficult.
Sam Goldstein, Anne Teeter Ellison, 2002, Academic Press
Grad L. Flick, 2002, John Wiley Trade
Put Yourself in Their Shoes: Understanding Teenagers with Attention Deficit Hyperactivity Disorder.
Harver Parker. Plantation, FLA: Specialty Press,1999.
Taking Charge of ADHD: The Complete, Authorative Guide for Parents.
Russel Barkley. New York, NY: The Guildford Press, 1995.
Adventures in Fast Forward: Life, Love and Work for the ADD Adult.
Kathleen Nadeau, New York, NY, Brunner Mazel, 1996.
A. D. D. and Romance: : Finding Fulfillment in Love, Sex, & Relationships
Jonathan Scott Halverstadt. Taylor Trade Publishing, 1998.

PUBLICAÇÕES PARA PROFISSIONAIS



TDAH NA ESCOLA
George J. Du Paul, phd e Gary Stoner, phd, M.Books Editora
Manual de Terapia Cognitivo Comportamental no TDAH
Knapp P, Rohde L, Lyszkowski L e Johanpeter J. Porto Alegre: Editora Artmed,2002.
Cognitive-Behavioral Therapy with ADHD Children - Child, Family and School Interventions
Lauren Braswell, Michael Bloomquist, 1991, The Guilford Press
Treatment of Childhood Disorders
Eric Mash, Russel Barkley,1998, The Guilford Press
ADHD in Adulthood: A Guide to Current Theory, Diagnosis, and Treatment
Weiss, Hechtman and Weiss, 1999, John Hopkins U Press
Clinicians' Guide to Adult ADHD: Assessment and Intervention (Practical Resources for the Mental Health Professional)
Sam Goldstein, Anne Teeter Ellison, 2002, Academic Press
Manual para a Escola do TDAH: Versão para professores.
Edyleine Bellini Peroni Benczik. São Paulo, Casa do Psicólogo, 2000
Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade: Atualização Diagnóstica e Terapêutica.
Edyleine Bellini Peroni Benczik. São Paulo, Casa do Psicólogo, 2000
Manual da Escala de Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade: Versão para professores.
Benzick, Edyleine B.P. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.
Jogo Infantil e Hiperatividade
Barros, Juliana M. G. Rio de Janeiro: Editora Sprint Ltda, 2002




Referências


Fonte de Pesquisa:
Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA) -
http://www.tdah.org.br/




http://jianeevs.blogspot.com/2010/10/saude-na-escola_29.html?showComment=1300986574306#c2428780117397435234


TDAH/DDA- Informações e orientações – Simaia Sampaio
http://www.profala.com/arthiper2.htm

TDAH/DDA
http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/spdslx08.htm


Veja também:

TDAH/DDA – o que há de novo?
http://impactodapedagogiamoderna.blogspot.com/2010/09/tdah-o-que-ha-de-novo.html 


Como Ajudar o TDAH
http://impactodapedagogiamoderna.blogspot.com/2010/09/como-ajudar-o-tdah.html

segunda-feira, 21 de março de 2011

As maiores queixas do professor: aumento do número de alunos com TDAH

O resultado da nossa enquete fechou com mais de 60% de solicitações sobre os alunos com Transtorno de Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade, o grande impacto do iníco do ano, e 40% solicitaram Inclusão - sala de aula - sala de recursos e atendimento complementar. Os dois temas serão abordados. Estamos buscando resultado de novas pesquisas para viabilizar os artigos.
 O TDAH é um tema, cujas suspeitas dos  professores muitas vezes geram dúvidas, por que outros fatores apresentam as mesmas características, como veremos a seguir. Aguardem!

domingo, 20 de março de 2011

Ensinar do jeito que ele aprende – dislexia

Quais os direitos dos alunos disléxicos
 
Se analisarmos todas as legislações vamos ver claramente que ficou sob a responsabilidade da escola e de toda sua equipe a definição do projeto de educação, de metodologia e da avaliação, desde que seja contínua e cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período a serem desenvolvidas. Abandonou detalhes para agarrar-se ao amplo, ao abrangente. Educação vista como um processo de permanente crescimento do educando, visando seu pleno desenvolvimento, onde conceitos, menções e notas devem ser vistos como meros registros, prontos a serem alterados com a mudança de situação.
E, nessa busca do pleno desenvolvimento e do processo do educando, estão presentes outros objetivos que, não só os de dimensão cognitiva e os de natureza sócio-afetiva e psicomotora, que igualmente precisam ser trabalhados e avaliados.
O cuidado deve estar é no uso que se pode fazer desta avaliação, não a dissociando da idéia do pleno desenvolvimento do indivíduo, principalmente em situações de dificuldades de aprendizagem, como a dislexia, em que o aluno aprende, mas não demonstra pela leitura e pela escrita.
E os professores precisam ir muito além de um "olhar" para avaliar, levando em conta que as dificuldades, defasagem, comprometimentos tem inúmeras causas e nem sempre configuram um aluno considerado ANAEE. Compreenderem o problema da criança disléxica para que não seja taxada de “preguiçosa” ou estúpida”, mas, facilitadores de intervenções apropriadas e fonte de apoio emocional. 









A dislexia não  é impedimento para a aprendizagem. São comum professores que tem alunos disléxicos e não sabem que são disléxicos, dizerem: ”Eu não entendo, ele sabe tudo, consegue entender questões e abstrai antes de todos os outros na sala… mas quando vai escrever ou ler…”
Em geral, os disléxicos são pessoas criativas e não raro possuem inteligência acima da média. Muitos se destacam na música (o cantor John Lennon), nas artes cênicas (o ator Tom Cruise), nas artes plásticas (o genial Vincent van Gogh) ou nos esportes (jogador Magic Johnson).



         
   

Mesmo talentosos, os disléxicos costumam ser rotulados de preguiçosos ou apontados como problemáticos, o que pode causar outros danos, do ponto de vista
emocional, costumam ter baixa auto estima, por terem consciência da dificuldade, que muitas vezes nem eles mesmos entendem.
As intervenções dos professores devem ser:
- atendimento individualizado, pois assim será mais fácil o seu aprendizado.
-evitar tratar esse aluno diferentemente dos demais, jamais ressaltar as dificuldades diante de todos e nem corrigi-lo diante de outros.
-demonstrar compreensão e pacientemente ouvir a criança, deixando-a livre para expor seus pensamentos;
- o professor deve estar atento aos comportamentos dos alunos, para perceber se existe algo que o impeça de aprender para poder assim, encaminhá-lo aos profissionais competentes (como acuidade auditiva e/ ou visual, psicológica...)
-usar o lúdico, pois os jogos facilitam a aprendizagem para os disléxicos, e os outros também.
-não forçar o aluno com dislexia a fazer as suas lições, principalmente quando este estiver muito nervoso.
- atividades de situações problemas ajudarão na compreensão, quando o professor trabalhar com o concreto.
 
Estratégias que ajudam
 
  Falar-Ler-Ouvir-Escrever
 
- Método fonético, montagem de manuais de alfabetização, material concreto, desenhar
- Gravador, calculadora,  material dourado, máscara para texto, letras com textura
- Não forçar leitura em voz alta .
- Coloque sentado perto da professora e da lousa
- Acompanhar suas anotações
- Oferecer lápis de cor para diferenciar as linhas
A Dislexia não é curada sem um tratamento apropriado, não é superada com o tempo, não pode passar despercebida. Precisam ter oportunidade e tratamento adequado.

O aluno disléxico deve ter um currículo adaptado, um atendimento complementar com uma Equipe de Apoio Pedagógico, ser trabalhado, constantemente  na sua auto estima.
 
Avaliação
Avaliar na oralidade, não force a copiar do quadro, tenha sempre uma atividade para executar enquanto os demais copiam. Ele não precisa saber tudo, (adaptação curricular) priorize o essencial. Não dê sua nota em voz alta
 
Essas são as recomendações dos psicopedagogos e da ABAD (Associação Brasileira de Dislexia)


Veja a lista de 15 disléxicos famosos:                               

  • Agatha Christie (escritora)
  • Charles Darwin (cientista)
  • Cher (cantora)
  • Franklin D. Roosevelt (32° presidente dos Estados Unidos)
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Assim como Tom Cruise, ator Robin Williams possui distúrbios disléxicos                                                                     
Assim como Tom Cruise, ator Robin Williams possui distúrbios disléxicos

  • George Washington (1º presidente dos Estados Unidos)
  • Leonardo Da Vinci (artista e inventor)
  • Napoleão Bonaparte (imperador da França)
  • Pablo Picasso (artista plástico)
  • Robin Williams (ator)
  • Thomas A. Edison (inventor da lâmpada)
  • Tom Cruise (ator)
  • Vincent van Gogh (pintor)
  • Winston Churchill (primeiro-ministro britânico)
  • Walt Disney (fundador dos estúdios Disney)
  • Whoopi Goldberg (atriz)
Referências:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u334709.shtml

Recomendo:

O psicopedagogo x Dislexia






http://www.ensm.org.br/orientacao_educacional/dislexia/dislexia_legisla.htm