“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

CHINA LIDERA RANKING MUNDIAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO - E QUANTO Á EDUCAÇÃO ESPECIAL ?

E  A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA CHINA ?


 
 - TRAÇANDO PARALELOS -


Hong Kong, SAR China
China
Bangladesh




Depois de, durante 140 anos, ser uma colónia da Coroa Britânica, Hong Kong passou, em 1997, a ser uma Região da China com uma Administração Especial. De acordo com Vivian Heung, as vibrantes reformas educativas introduzidas depois de 1997, estão a provocar algumas mudanças globais no sistema educativo que facilitarão o


desenvolvimento da educação inclusiva.
Em 1997, o Director Executivo de Hong Kong, o Sr. Tung Chi-Hwa, numa declaração política que proferiu, declarou que a educação era um da das três maiores preocupações para o novo governo. As novas reformas educativas, preparadas pela Comissão de Educação de 2000, são inclusivas. Visam assegurar uma educação inclusiva de alto nível para todos os alunos, incluindo os alunos com dificuldades de aprendizagem. A Comissão recomendou que as escolas adoptassem um ensino diversificado e métodos de avaliação, capazes de responder às diferentes necessidades educativas dos alunos e a desenvolver as suas múltiplas capacidades
O clima da reforma educativa pós-1997 ajudou a activar uma política oficial visando a integração dos alunos com deficiência na educação regular, o que está a ser realizado a partir de 1997. O Livro Branco sobre Reabilitação - "Igualdade de Oportunidades e Plena Participação", de Maio de 1995, reiterou a necessidade do máximo e desenvolvimento do potencial dos alunos.
Os últimos vinte anos mostraram que Hong Kong necessita de uma politica oficial de inclusão mas, para que a implementação dessa política seja implementada, necessita igualmente de garantir às escolas apoio para a sua mudança visando a educação inclusiva. é necessário apoio para o desenvolvimento de recursos, para as mudanças na elaboração do currículo, e para a introdução de métodos de avaliação que se adeqúem às diferentes necessidades dos alunos. A este respeito tem sido importante o projecto-piloto de dois anos sobre integração, apresentado pelo Governo em 1997. A partir dum grupo inicial de nove escolas, que integraram o projecto em 1997, praticam agora educação integrada 116 escolas, de entre o total de 1300 escolas primárias e secundárias existentes. (Hong Kong tem uma população de 7.3 milhões).


Guia orientador


Numa perspectiva de desenvolvimento futuro, o Governo continuará a promover uma estratégia de trabalho visando a escola como um todo. As escolas serão encorajadas a manter Equipas de Apoio à Escola. Estas incluem o director da escola, ou o seu representante; representantes dos alunos; o responsável pela orientação curricular; pessoal de apoio aos alunos; e representantes dos pais. Estas equipas respondem às necessidades dos alunos através de:
  • desenvolvimento duma política escolar que vá ao encontro da diversidade,
  • registo sistemático;
  • coordenação e disponibilização de recursos dentro e fora da escola;
  • monitorização e avaliação dos programas baseados na escola;
  • apoio entre pares e aprendizagem cooperativa.
O Departamento de Educação e Recursos Humanos está a desenvolver um instrumento de auto-avaliação, os "Indicadores de Hong Kong para a Inclusão", de forma a apoiarem as escolas regulares a reflectirem sobre as suas necessidades e a planearem os desenvolvimentos futuros. Este instrumento é baseado no "Index for Inclusion" (desenvolvido originalmente pelo Reino Unido) e exige uma estratégia de colaboração em equipe.




Vivian Heung é a Responsável pelo "Centre for Special Needs and Studies in Inclusive Education".
CSNSIE, Hong Kong Institute of Education,
10, Lo Ping Road,
Tai Po, New Territories,
Hong Kong, SAR China
Email:
csnsie@csnsie@
Website:
www.ied.edu.hk/csnsie

Hong Kong, SAR China

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