“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

INDEX FOR INCLUSION - REINO UNIDO -uma proposta de Tony Booth e Mel Ainscow - REINO U


VALE A PENA VISITAR O LINK E VER TODO O SISTEMA DO

"ÍNDICE PARA INCLUSÃO"


Centro de Estudos sobre Educação Inclusiva
admin@csie.org.uk tel: +44 (0) 117 328 4007, fax: +44 (0) 117 328 4005
e-mail:

Index for Inclusion

Imagem retirada de: http://inclusion.uwe.ac.uk/inclusionweek/articles/index-incl.htm



apoio à inclusão, desafiando a exclusão

Novo edifício Redland, Lane Coldharbour, Frenchay, Bristol BS16 1QU, Reino Unido para a inclusão Índex
Desenvolvendo a aprendizagem e a participação na escola
artigo retirado da página   -http://www.csie.org.uk/publications/inclusion-index-explained.shtml
  :
ÍNDICE DE INCLUSÃO

O que é o índice?
Conjunto de sugestões para ser usado nas escolas em seu processo de desenvolvimento de inclusão educacional.
Objetivos: a melhoria das respostas educativas através de práticas visando a superação das barreiras para a aprendizagem e para a participação de todos os alunos.


 
Tradução: Ana Benard da Costaé Vaz Pintovers
Desenvolvendo a aprendizagem e a participação nas escolas.
  
Tony Booth- Professor de Educação, Centro Pesquisas Educacionais, Canterbury Christ Church University College
e Mel Ainscow - Professor da Educação., Centro de Necessidades Educativas, Universidade de Manchester
versão portuguesa (Portugal) produzida pela Cidadãos do Mundo com autorização escrita da CSIE

domingo, 26 de dezembro de 2010

Game ajuda crianças com síndrome de Down

IMPACTO DA PEDAGOGIA MODERNA:

IMPACTO DA PEDAGOGIA MODERNA:

SÍNDROME DE DOWN - SEM PRECONCEITO

Antonella  e Giorgio Armani-Modista. 
A  Síndrome de Down é  uma anomalia ocasionada  pela presença de um  par extra de cromossomo,  a 21, nas células  do organismo. Por isso  se chama também de  Trisomía 21. A síndrome  foi descoberta por Sir  John Langdon Down em  1866, e a anomalia  cromossômica foi descoberta  pelo Prof. Jérome Lejeune  em 1959.
A  anomalia cromossômica causa  a alteração e mal  funcionamento de diversos  órgãos. Ela afeta  o cérebro e esta  é a causa da falta  de capacidade intelectual.  Porém a intensidade  com que se manifesta  estas alterações é  altamente variável de  uma pessoa para outra.
A  freqüência da aparição  da Síndrome de Down  varia por volta de  1/1000 nascimentos vivos.  Na Espanha há por  volta de 32.000 pessoas  com a Síndrome de  Down.
A  aplicação de bons  programas de saúde  tem conseguido aumentar  a esperança de vida  na casa dos 60  anos, em média. Ao  mesmo tempo, a esmerada  atenção psicoeducativa,  que se inicia a  partir do nascimento,  permite descobrir o  desenrolar de múltiplas  capacidades que as pessoas  com Síndrome de Down  possui em distintas  áreas da atividade  humana.
Deste  modo, atualmente são  capazes de alcançar  a plena integração  em todas as áreas  da vida: na família,  na escola secular, no  mundo do trabalho, no  esporte, nas artes e  na vida social.

 

DOWN - "NÃO HÁ CONGELAMENTO INTELECTUAL"

Gonzalo,  Javier e José Toledo-Modelo. 
Contrariamente  ao que muitos pensam (ou acham que  pensam), as pessoas com SD não estão  condenadas a um 'congelamento' intelectual  equivalente ao de crianças com retardo  de 5-8 anos.

DOWN - COMPROMETIMENTOS


Pepe  e Raúl-Futebolista 
Outro  grupo de afecções  mais comuns entre pessoas  com SD  de um  modo geral constitui  de um certo desequilíbrio  hormonal e imunológico.  Também se considera  como relativamente freqüente  problemas de natureza  gastrointestinal sendo que  as ocorrências de leucemia  e a doença de  Alzheimer estão aumentado.

Carmen  e Carmen Maura-Atriz. 
Cerca  de 40 a 50 %  de crianças com SD,  sofre cardiopatias congênitas

DOWN - A AFETIVIDADE É MUITO IMPORTANTE AO SEU DESENVOLVIMENTO


 
Beth  e Loquillo-Cantor. 
         Os  especialistas de todo  o mundo estão mais  surpresos  e entusiasmados  com o potencial de  desenvolvimento que estas  pessoas mostram e que  não haviam suposto  antes.



 
David  e Carmen Posadas-Escritora. 
  75% das crianças com SD, vão aos colégios normais.



 
Ana  e Nuria Espert-Atriz. 
O que está  perfeitamente claro a esta altura é que  uma adequada atenção afetiva, educativa e  social, aplicada desde os primeiros momentos  sobre estas crianças, vai a influir decisivamente         no desempenho de suas potencialidades, geralmente  subestimadas pelo meio social. Vivemos num  momento de trocas, de melhoras, no que  se diz respeito a sensibilização ante  a SD desde muitas perspectivas, entre  elas a médico-científica, a qual se  está fazendo com que as pessoas desfrutem,  cada vez mais, de uma boa saúde  e uma vida melhor e mais feliz.


 
Alessandra  yeAntonio Resines-Actor. 
Tomando  como base os testes de Coeficiente Intelectual  simples, as crianças com SD freqüentemente  são classificados com níveis de retardo  mental débil, excluindo uma pequena porcentagem  que se encontram nos grupos..



 
Javier,  Quím, Álvaro, Ana e Tricicle-Cômicos. 
Sem engano,  tais testes não constituem uma referência  única, enquanto as capacidades destas pessoas,  quase sempre as crianças nos surpreendem  com sua memória, sua intuição, sua  criatividade... 


Alessandra  yeAntonio Resines-Actor. 
Tomando  como base os testes de Coeficiente Intelectual  simples, as crianças com SD freqüentemente  são classificados com níveis de retardo  mental débil, excluindo uma pequena porcentagem  que se encontram nos grupos..



 

O DOWN E A EDUCAÇÃO PRECOCE

Jony,  Sonia, Tesa e Sara  Baras-Bailarina 
Atualmente  pode-se dizer, que os limites no desenvolvimento  das crianças com SD não estão firmemente  estabelecidos e que vão depender muito  diretamente da idoneidade dos programas de  estimulação precoce e educativos, também  estão em pleno processo de exploração


Ana,  Álvaro, Rocío e Ana  Duato-Atriz. 
As  crianças com SD, tem  uma gama completa de  emoções e atitudes;  em seus jogos e  travessuras são criativos  e imaginativos; e quando  alcançam o estado adulto  podem chegar a ter,  com um apoio variado,  uma vida independente.


Pablo  e Ainhoa Arteta-Cantora. 
Tenho 12 anos,  mas não parece. Sou menor do que  corresponde a minha idade, não falo corretamente,  mas já sei ler e escrever, e somar.
Nasci com a  síndrome de Down, que não é uma  enfermidade.... (ah! Eu vou ter que copiar  pois para escrever é muito difícil) “um  transtorno genético por que eu tenho  três unidades do cromossomo 21 no lugar  das habituais” meu cabelo é curto,  bem fino e liso (a da minha irmã  é enorme), eu não penso e nem aprendo  tão rápido como as demais crianças.
Vou ao mesmo  colégio que os meus irmãos, num curso  especial, sou um ano inferior, na minha  classe tem uma moça muito simpática  que me ajuda com as coisas que me  custam mais a entender. Durante o recreio  adoro jogar basquete. Sou muito bom na  cesta e as equipes sempre me elegem   mascote da turma, sou pequenino, porém  quando meto uma coisa na minha cabeça... 
Daqui uns anos  trocarei de colégio. Meus pais me disseram  que serão eles que me ajudarão com  a minha reeducação no colégio, terão  que me ensinar a ser autônomo, pra  que quando eu for maior possa conseguir  um trabalho e ganhar o meu salário.  Assim serei mais útil para os demais  e mais independente (isto quem me ensinou  foi o meu irmão mais velho, o que  quer dizer que não terei que pedir  dinheiro aos meus pais para as minhas  coisas, vou depender menos deles) 


 

NATAL DIGITAL - E se o nascimento de Jesus fosse em 2010?



Em vídeo muito criativo, veja o nascimento de Jesus num mundo digitalcomo seriam as coisas se Jesus tivesse nascido em 2010 — até as ofertas dos Reis Magos seriam penciadas via internet.

Em vídeo muito criativo, veja o nascimento de Jesus num mundo digital

Em vídeo muito criativo, veja o nascimento de Jesus num mundo digital

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

OS BEBÊS TAMBÉM SÃO ASSUNTO DA ESCOLA – PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PRECOCE

OS BEBÊS TAMBÉM SÃO ASSUNTO DA ESCOLA – PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PRECOCE

 
BRIN

        
          Com o objetivo de garimpar os sucessos da Pedagogia      Moderna e apresentar aos educadores e aos pais comprometidos com a educação dos filhos, em relação à Educação Especial, há um trabalho interventivo e preventivo de estimulação ás crianças que desde bebês apresentam um quadro de necessidades especiais ao seu desenvolvimento, ás suas aquisições cognitivas, habilidades e competências; é o Programa de Educação Precoce, realizado por profissionais da educação preparados, com a parceria da família, que participa de forma ativa dentro da escola junto com os professores e que, preparados, dão continuidade em casa. É de uma importância tão grande, que um percentual muito significativo de crianças que chegam ao projeto ainda bebês, têm suas dificuldades superadas ou amenizadas, ingressando na Educação Infantil dentro de uma continuidade da aprendizagem.
             O Programa promovido pela Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal é realizado nos Centros de Ensino Especial, em que cada cidade satélite possui um Centro e há dois no Plano Piloto.
LUDICO
             Pela experiência de 10 anos em salas de aula de alfabetização, e dois anos na Equipe de Apoio á Aprendizagem, no Centro de Ensino Especial de Planaltina – Distrito Federal, em que as crianças que terminam o Programa de Educação Precoce, aos 4 anos, passam pela avaliação psicopedagógica para serem encaminhado ás turmas de inclusão social; grande parte se destinava á Educação Infantil do Ensino Regular, porque o Programa é um atendimento de sucesso na Educação Especial, e Planaltina, cidade satélite de Brasília, tem em seu Centro de Ensino Especial, uma equipe que realiza um excelente trabalho no Programa de Educação Precoce, com muitos sucessos em sua história, com uma equipe bem especializada que tem sido motivo de reconhecimento e valorização, inclusive da área médica que faz o acompanhamento das crianças atendidas no Programa.
          O Programa de Educação Precoce atende as crianças de 0 a 3 anos de idade, consideradas com necessidades educacionais especiais e as consideradas de risco (Brasil, MEC/SEESP, 2001; são as crianças vulneráveis a apresentarem atraso no seu desenvolvimento.BEBES NOS CARRINHOS
            Com o caráter preventivo e interventivo, dentro de uma pedagogia voltada á diversidade e ás necessidades específicas de cada aluno e de estratégias pedagógicas dinâmicas e diferenciadas. Tem a visão do desenvolvimento integral, em que a criança é considerada na sua individualidade, que traz na sua bagagem um contexto próprio sócio-cultural e histórico, em que as ações mediadoras vão estar focadas na interatividade entre as crianças, professores e seus familiares. Esse é o tripé básico deste trabalho e só dessa forma ele pode ser realizado: ESTIaluno – professor – família.
           O Programa vai favorecer ás crianças o desenvolvimento de um ambiente em que eles próprios vão constituir agentes de mudanças, através do papel da família e das atividades estimuladoras.
GR

PROGAMA DE ESTIMULAÇÃO PRECOCE – QUANDO TUDO COMEÇA MAIS CEDO- Educação Especial

PROGAMA DE ESTIMULAÇÃO PRECOCE – QUANDO TUDO COMEÇA MAIS CEDO- Educação Especial


bebe 2
                                               
                                                   
“Estudos mostram que o potencial humano não se define de antemão; nos primeiros três anos de vida a criança forma mais de 90% de suas conexões cerebrais, por meio da interação do bebê com estímulos do meio ambiente” (MEC/Saberes da Inclusão)


          A criança ao nascer já demonstra as necessidades de ajuda em seu desenvolvimento para sua autonomia. A indicação de um pediatra/neuropediatra, assim que nasce o bebê e mesmo durante essa faixa de 0 a 3 anos de idade, assim que se perceba a manifestação de uma ou mais dificuldades de ordem física, motora, mental, auditiva, visual... deve ser encaminhados, da ao Programa de Educação Precoce.
      As potencialidades da criança de 0 a 3 anos em seus aspectos físicos, cognitivos, psico-afetivos, sociais e culturais são estimulados através do desenvolvimento do processo de interação e comunicação mediante atividades significativas e lúdicas, sempre commae e filho a participação, apoio e suporte á família.      
                      A família por momentos determinados participa das atividades junto com o professor, nas salas de atividades.
                        Efetivamente, a criança desenvolverá neste programa, a auto imagem, independência, auto confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações.
Será favorecida nas descobertas e conhecimentos progressivos do seu corpo e suas potencialidades, desenvolvendo hábitos e cuidados com a própria saúde e bem estar.
          Auto estima elevada com o fortalecimento dos vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças, interação social.
        Estimular o explorar do meio ambiente para conhecer, e interagir e conservar.
        Estimular o uso de tudo que está ao seu dispor, experimentar e satisfazer suas necessidades, expressando emoções, pensamentos, sentimentos, desejos e desagrados; usando todas as formas de linguagem, como a corporal, musical, oral e escrita. Compreender e fazer-se compreendida.
          Agrupar crianças em programas de intervenção precoce encontra fundamento em pesquisas sobre Educação Precoce, em diferentes partes do mundo. Estas pesquisas mostram que as crianças grupospequenas são seres interativos, que aprendem muito com outras crianças aumentando sua competência social.       
          É no grupo que elas podem compartilhar espaços, brinquedos, ações, pensamentos, idéias; e são encorajadas a aprender a ouvir, a esperar e a resolver problemas com outros pontos de vista. São experiências valiosas em termos de aprendizagem e socialização.

       As propostas adotadas pela Educação Precoce fundamentam-se em Vigotsky, Piaget e Wallon a cerca do desenvolvimento e da aprendizagem, em que as ações educacionais voltadas para o desenvolvimento das estruturas cognitivas e á autonomia devem estar estruturadas num ambiente favorável ao desenvolvimento da criança e sua socialização.

AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO EDUCACIONAL - CRIANÇAS EM TERMINALIDADE / PLANALTINA-DF/2010

 
TERMINALIDADE DE DUAS CRIANÇAS QUE PARTICIPARAM DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PRECOCE –EQUIPE DE APOIO PEDAGÓGICO – CENTRO DE ENSINO ESPECIAL – PLANALTINA/DF- 2010
 

(este Relatório é SIGILOSO, portanto os dados do aluno serão omitidos)
 
 


GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
SUBSECRETARIA DE GESTÃO PEDAGÓGICA E INCLUSÃO EDUCACIONAL
DIRETORIA REGIONAL DE ENSINO DE PLANALTINA – DF
NÚCLEO DE MONITORAMENTO PEDAGÓGICO
CENTRO DE ENSINO ESPECIAL
SERVIÇO ESPECIALIZADO EQUIPE DE APOIO Á APRENDIZAGEM

Relatório de Avaliação e Intervenção Educacional

1_Identificação
Aluno (a)-________________________________________
Data de Nascimento ________________________________
Turma____turno - Matutino - Professor________________
Pai:____________________________________________
Mãe:_____________________________________________
Endereço Residencial_________________________________
Telefone________________

2-Recomendações Gerais:

· Este Relatório deve permanecer na pasta do aluno e seu objetivo é subsidiar o trabalho com o educando em questão;
· Recomenda-se o zelo em relação aos dados do aluno, no sentido de evitar que os mesmos sejam divulgados a pessoas não envolvidas no processo ensino-aprendizagem, preservando dessa forma a individualidade do aluno.
· Solicita-se zelo em relação aos dados da avaliação que possam gerar dúvidas ou má interpretação. Sugerimos que neste caso, a escola procure imediatamente a Equipe responsável pelo trabalho.
· As informações contidas neste relatório foram colhidas no período do 2º Semestre de 2010. Convém ressaltar que as mesmas se referem a este momento da vida do aluno, e, portanto estão sujeitas a mudanças contínuas, de acordo com o processo de desenvolvimento dinâmico e evolutivo do ser humano.
3-Identificação da Equipe
Pedagogo (a) _________________________________________Psicólogo (a) _________________________________________
Telefone- _____________________

4- Motivo do Encaminhamento
Conclusão do Programa de Educação Precoce

5- Síntese da Investigação

As Avaliações foram realizadas com o objetivo de identificar o desenvolvimento do estudante, após atendimento na Educação Precoce, tendo como referência o motivo de seu encaminhamento para o Programa.
As análises foram realizadas na abordagem analítica e psicogenética de J. Piaget e o método descritivo de A. Gesell que enfatiza o paralelo existente entre o desenvolvimento e a organização da atividade corporal com as relações que a criança estabelece com o mundo que a rodeia, sendo observado que todos os aspectos do desenvolvimento estão ligados á organização do eu, através de sua atividade corporal que podem ser funcional ou intencional, evidenciando assim o seu desenvolvimento.
Aluna encaminhada ao Programa da Educação Precoce com diagnóstico de encefalopatia crônica não progressiva, hemiparesia á direita e cognitivo preservado.
Faz acompanhamento anual no Hospital de Reabilitação Sara Kubitschek e No Hospital de Base (Brasília – DF) semestralmente com pediatra e neurologista. No momento não faz uso de medicação e o quadro evolui satisfatoriamente.
É independente nas AVAS (Atividades da Vida Diária), com algumas dificuldades de execução devido à hemiparesia na mão. Alimentação normal.
Seu desenvolvimento motor está compatível com sua idade cronológica e comunica-se através do diálogo contextualizado, sendo
Interage e comunica-se através do diálogo contextualizado, sendo observadas dificuldades no relato de histórias.
Brinca funcionalmente, e interage com os pares. Apresenta certa resistência á situações novas e para separar-se da mãe.
Interessa-se por bonecas e em brincar de escolinha.
Aprende utilizando-se dos sentidos, evidencia atividade simbólica e socializada, mostrando-se ajustada nos contextos nos quais está inserida.
6- Conclusão

No momento, a criança evidencia desenvolvimento global compatível com sua idade cronológica.

7- Orientações Pedagógicas

A aluna em 2011 deverá ser matriculada na Educação Infantil.
8-Possibilidades de Adequação Educacional

A família deverá manter o acompanhamento médico e informar a Unidade de Ensino de sua filha sobre a sua evolução sob o ponto de vista médico, através de relatórios médicos;
A Equipe Especializada de Apoio á Aprendizagem, da Unidade de Ensino da aluna deverá estar atenta evolução da aluna, e se necessário realizar adaptações pedagógica e ou de acesso ao currículo;
A aluna deverá ser reavaliação pela Equipe Especializada de Apoio á Aprendizagem antes de iniciar o 1º ano de Ensino Fundamental.

9- Assinaturas
Pedagogo (a) ______________________________________________
Psicólogo (a) ______________________________________________
Professor Regente__________________________________________
Coordenador Geral_________________________________________
Pais ou Responsável________________________________________
Direção_________________________________________________
 
 

Segundo Relatório – UM ESTUDO DE CASO
 


SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
SUBSECRETARIA DE GESTÃO PEDAGÓGICA E INCLUSÃO EDUCACIONAL
DIRETORIA REGIONAL DE ENSINO DE PLANALTINA – DF
NÚCLEO DE MONITORAMENTO PEDAGÓGICO
CENTRO DE ENSINO ESPECIAL
SERVIÇO ESPECIALIZADO EQUIPE DE APOIO Á APRENDIZAGEM

Relatório de Avaliação e Intervenção Educacional

1_Identificação
Aluno (a)-________________________________________
Data de Nascimento-
Turma____Turno- Matutino - Professor________________
Pai:____________________________________________
Mãe:_____________________________________________
Endereço Residencial_________________________________
Telefone________________

2-Recomendações Gerais:

· Este Relatório deve permanecer na pasta do aluno e seu objetivo é subsidiar o trabalho com o educando em questão;
· Recomenda-se o zelo em relação aos dados do aluno, no sentido de evitar que os mesmos sejam divulgados a pessoas não envolvidas no processo ensino-aprendizagem, preservando dessa forma a individualidade do aluno.
· Solicita-se zelo em relação aos dados da avaliação que possam gerar dúvidas ou má interpretação. Sugerimos que neste caso, a escola procure imediatamente a Equipe responsável pelo trabalho.
· As informações contidas neste relatório foram colhidas no período do 2º Semestre de 2010. Convém ressaltar que as mesmas se referem a este momento da vida do aluno, e, portanto estão sujeitas a mudanças contínuas, de acordo com o processo de desenvolvimento dinâmico e evolutivo do ser humano.
3-Identificação da Equipe
Pedagogo (a) _________________________________________Psicólogo (a) _________________________________________
Telefone- _____________________

4- Motivos do Encaminhamento
Conclusão do Programa de Educação Precoce

5- Síntese da Investigação

As avaliações foram realizadas com o objetivo de identificar o desenvolvimento do estudante, após atendimento na Educação Precoce, tendo como referência o motivo de seu encaminhamento para o programa.
Não foi possível aplicar testes padronizados tendo em vista o alto comprometimento da aluna. A avaliação foi realizada através de Entrevista como o responsável, professor regente, professor de Educação Física, observação da criança no contexto de seu atendimento e análise documental de relatórios de desempenho dos professores, relatórios e laudos médicos.
As análises foram realizadas na abordagem analítica e psicogenética de J. Piaget e o método descritivo de A. Gesell que enfatiza o paralelo existente entre o desenvolvimento e a organização da atividade corporal com as relações que a criança estabelece com o mundo que a rodeia, sendo observado que todos os aspectos do desenvolvimento estão ligados á organização do eu, através de sua atividade corporal que podem ser funcional ou intencional, evidenciando assim o seu desenvolvimento.
Criança Interage de formas espontâneas, com pessoas que lhe são familiares, evidenciando capacidade de adaptação ás situações novas.
Sorri, evidenciando interesse por objetos sonoros, gosta de música e atende, virando-se quando chamada pelo nome, revelando ser a audição um dos canais de percepção do mundo exterior.
Não faz uso da linguagem oral, emite sons sem significado, sendo a comunicação através de sorrisos e expressões com pessoas que lhe são familiares. Faz-se necessário a implantação da comunicação alternativa.
Quando nervosa apresenta agressividade, morde.
Evidencia interesse por música, brinquedos sonoros, TV e bonecas.
A aluna apresenta quadro de paralisia cerebral do tipo tetraplegia de controladas. O Controle cervical é precário, necessitando cadeira de rodas adaptada, com cinto. Quando sentada, fica mais confortável. Range os dentes e apresenta espasmos.
Faz acompanhamento médico mensal no Sarah (com pediatra, neurologista, fisioterapia e educação física) e em Brasilinha, onde mora tem assistência de Nutricionista, por baixo peso e fonoaudióloga para controle da baba. Faz uso de DEPAKENE (convulsão controlada) e SONOEBON como tranqüilizante. Dorme pouco, sua alimentação não tem restrições, sendo oferecida na boca: mastiga e engole. É totalmente dependente nas AVS (Atividades da Vida Diária).
7 – Conclusão
Significativo comprometimento funcional motor e da linguagem com Altas necessidades especiais. Observa-se atraso global em todo o seu desenvolvimento.
8 - Orientações para Intervenção Pedagógica

Currículo Funcional: Funcionalidade do brincar, comunicação, ampliar convívio social e autonomia.
Investigação de interesses.
Investigação do repertório de respostas.
Investigação sistemática dos movimentos e classificação dos voluntário e involuntário.
Inserir a comunicação Alternativa.
9 – Possibilidades de Adequação Educacional

Deve no momento, ser atendida no Programa de Atendimento Pedagógico Especializado Etapa I, para Estudantes com Deficiência Múltiplas (DMUs), atendimento diário, beneficiando-se do Currículo Funcional, priorizando a formação da Identidade Pessoal, Social e Cultural, no contexto escolar e familiar, com ênfase na COMUNICAÇÃO.
Elaborar um plano individual que contemple a introdução da comunicação alternativa.
Cadeira de rodas adaptada com cinto.
Elaborar o planejamento (PPI), junto com a família.
Manutenção do acompanhamento médico e uso de medicação conforme prescrição médica.
A família deverá manter a escola informada do acompanhamento médico da aluna através de parecer médico sistemático.
Data, 05/11/2010
10 – Assinaturas:

Pedagogo (a) ____________________________________________________________Psicológo (a) ____________________________________________________________
Professor Regente_______________________________________________________
Coordenador Pedagógico__________________________________________________
Pais ou Responsáveis_____________________________________________________
Direção______________________________________________________
 
####        ***********          ####           **********        #####       *********
 
          Esta contribuição da Equipe de Apoio Pedagógico do Centro de Ensino Especial de Planaltina – DF, que permitiu a divulgação destas Avaliações de duas alunas, matriculadas no Programa de Educação Precoce, dois casos diferenciados com resultados também diferenciados tem por objetivo demonstrar na prática os resultados deste Programa, que é a “menina dos olhos” da Educação Especial – Centro de Ensino Especial – Escola Pública do Distrito Federal que tem realizado um excelente trabalho, com uma equipe bem preparada para tal empreendimento.
           No final deste ano letivo, 2010, a Equipe de Apoio Pedagógico do Centro de Ensino Especial, em estudo de caso dos alunos que estão em terminalidade do Programa, reafirmando o compromisso somado à responsabilidade da inclusão social e educacional destas crianças, visando garantir um resultado correto das avaliações e da determinação do futuro destas crianças, sem o risco de um diagnóstico prematuro, incluíram as crianças aptas á Inclusão na Educação Infantil, do Ensino Regular, sem o diagnóstico de Portador de Necessidades Especiais; sendo que no findar de um ano na inclusão (Educação Infantil) serão reavaliados para a indicação ou não de Integração Inversa. Com o objetivo de adaptação sem rótulos, para que recebam as ações pedagógicas em iguais condições das crianças não-portadoras de necessidades educacionais especiais.
         Essa ressalva á Equipe de Apoio Pedagógico do Centro de Ensino á Aprendizagem, é feita, num momento crucial da Inclusão Social, em que os profissionais da educação do ensino regular, estão recebendo os Portadores de Necessidades Especiais, sem uma preparação adequada. E toda a forma de desarticulação tem acontecido como o “não saber o que faço com esse aluno”; uma vez que o Estado não investiu na preparação das escolas desde a estrutura física, aos recursos humanos, um estágio dentro dos Centros de Ensino Especial, para os professores conhecerem a clientela que estão recebendo...
           O trabalho que o Apoio á Aprendizagem está fazendo é significativo e humano, tanto em relação ás crianças como em relação aos professores.
         Agradecemos á Equipe Gestora do CEE, toda Equipe do Programa de Educação Precoce, a Coordenadora Ana Paula F. de Ataídes, a professora Aldenice que realiza um excelente trabalho e complementou as informações do PEP, e a Equipe de Apoio Pedagógico - Pedagoga Girlênia C. Brasileiro e a psicóloga Elália Maria C. de Oliveira Santos, e desejamos sempre mais sucessos.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PRECOCE – EDUCAÇÃO ESPECIAL *** COMO CHEGAR LÁ ?

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO PRECOCE – EDUCAÇÃO ESPECIAL   -    COMO CHEGAR LÁ ? ep4
     Em espaços físicos adequados ou adaptados ás necessidades das crianças, com mobiliário e material pedagógico apropriado ao trabalho a ser desenvolvido, como salas para atendimentos individuais, em grupos, salas para bebês, salas de psicomotricidade,PSI para atendimento aos grupos de pais; em ambientes apropriados para atendimento de pais ou responsáveis, piscina, parquinho e área externa para atividades lúdicas e de educação física, a criança na faixa de 0 a 3 anos, encaminhada pela unidades de saúde local pública ou particular, um encaminhamento médico, cujo profissional fará o acompanhamento do trabalho do PEP durante todo o tempo do Programa.
O QUE O BEBÊ E VAI ENCONTRAR NA EDUCAÇÃO PRECOCE
      Acolhimento e escuta á criança e seus familiares; umMAE trabalho pedagógico específico ás necessidades de cada criança, apoio á relação dialógica e ás interações positivas mãe-criança, criança-criança, mãe-mãe (e/ou responsável nos laços parentais); valorização dos elementos psico-afetivos pela interação em brincadeiras e jogos sociais em grupos. Valorizando o brincar, a troca de experiências e aARE construção coletiva do conhecimento entre crianças e familiares, tudo isso e muito mais de acordo com as necessidades específicas, por uma equipe de profissionais composta por:
Um coordenador – que vai fazer o acolhimento, identificar a razão de a criança ter chegado ao Programa; fazer a exposição do funcionamento, dos objetivos, e entregar um termo de compromisso. Entrevista com a mãe com vistas ao conhecimento das informações referentes ao processo de desenvolvimento da criança em seus diferentes aspectos; posteriormente será o intermediário entre a criança e o acompanhamento médico e terapêutico, buscando apoio, se necessário (parcerias).
Professor pedagogo e Educador Físico – que EDFrealizarão uma avaliação inicial da criança e elaboração do parecer técnico-pedagógico, com o foco no seu desenvolvimento global e a elaboração de um planejamento individual semestral, bimestral e diário de ensino, contendo a síntese da avaliação e os objetivos gerais a serem alcançados pela criança.
Professores – a criança será atendida através de um planejamento a curto, médio e longo prazo, dentro de suas necessidades, através de estratégias adequadas, porEST professores que registrarão todas as observações, trabalho pedagógico, diário de classe e fichas semestrais.

Professor e Coordenador – Fará Estudo de Caso com a equipe da Precoce em caráter sistemático, semanal de dois horários com vistas á reavaliação das estratégias interventivas.
Coordenador, Professores, Equipe de Apoio Pedagógico
A criança ao completar o Programa, aos 3 anos, fará um Estudo de Caso e Encaminhamento da crianEQUIPEça para atendimento na Educação Infantil do Ensino Regular, ou Educação Infantil – Inclusão Social Inversa, ou no Centro de Ensino Especial: é a sua terminalidade.
As Formas de Atendimento
Os atendimentos individuais serão realizados 2 vezes por semana com duração de 45 minutos cada.
Crianças de 2 e 3 anos serão atendidas em grupos de 2 ou mais crianças, por 2 ou mais vezes por semana.
        Crianças com maior grau de comprometimento, de acordo com o Estudo de Caso e Avaliação, dGeverão ser agrupadas com acompanhamento exclusivo de um professor ou atendimento simultâneo do professor pedagogo e do professor educador físico, visando uma otimização do trabalho desenvolvido.
      dv  O atendimento em grupo, 4 vezes na semana poderá ser realizado somente no CEEDV, devido à alta necessidade das crianças cegas.
         O atendimento do Professor de Educação Física deverá seguir o Programa de Educação Física específico da EEDF2ducação Precoce, ás crianças á partir dos 6 meses de idade, através da hidroestimulação. Antes dos 6 meses somente com indicação médica, avaliação do professor, do Coordenador e avaliação funcional.
Os bebês de risco na idade de 0 a 3 com seus respectivos pais ou responsáveis para avaliação e orientação quanto ao seu desenvolvimento global, não necessitando neste período de intervenção sistemática. Esse atendimento será realizado por um profissional qualificado devido aos cuidados e a extrema especificidade desta faixa etária e simbiose mãe-bebê.

Atendimentos Especiais
Ecoterapia – método educacional terapêutico que utiliza o cavalo em uma abordagem interdisciplinar, buscando o desenvolvimento biopsicossocial em crianças ECcom necessidades especiais, executado por professores da Secretaria de Estado de Educação.
Estimulação Perceptiva – prática alternativa que utiliza o toque corporal como uma técnica que estimula, tranqüiliza e acalma e ao mesmo tempo possibilita uma consciência coral interagindo com sistemas importantes neuropsicológicos, executado por profissionais do Programa com conhecimento técnico específico comprovado. MASS




Orientação e Estimulação da Linguagem e da Fala: ações pedagógicas que estimulam o processo da fala com base no processo do desenvolvimento infantil, realizada pelos professores da Educação Precoce,
Informática – abordagem, pedagógica que viabiliza e instrumentaliza outras formas de linguagem dos conteúdosI pedagógicos propostos ao desenvolvimento da criança, viabilizado0 pelo professor do Programa.
        Toda essa equipe que atende as crianças do Programa de Educação Precoce é da Secretaria de Estado de Educação, que estejam qualificados, com cursos específicos na área da Educação Precoce. Profissionais comprometidos com o trabalho que exige alta habilidade na sua realização, com o perfil adequado ao atendimento ao portador de necessidades especiais, que realiza uma pedagogia afetiva, o que vem a se tornar a marca do sucesso, na Educação Especial, visível nos dados estatísticos de reabilitação e superação que alcançam.
      A atualização da equipe é realizada periodicamente através de cursos de capacitação, seminários, palestras, discussões de caso e estudos sistematizados oferecidos pela SEDF/DEE, instituições conveniadas ou comunidade.
       Busca-se a atuação transdisciplinar e interdisciplinar integrada da equipe multiprofissionalização, evitando a construção de uma visão fragmentada do desenvolvimento da criança.
SERVIÇO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO COMPLEMENTAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL ep2

Sala de Apoio/Recursos
      Espaço físico adequado, localizado nas Escolas de Educação Infantil que adota a filosofia da Educação Infantil Inclusiva, oferecendo atendimento educacional especializado os alunos com necessidades educacionais especiais da própria escola. PROFE
      O atendimento em sala de apoio/recurso pode acontecer em turno contrário, individualmente ou em pequenos grupos. A intervenção pode acontecer na própria sala de aula, apoio ou em outros ambientes d escola que se mostrarem adequados ás atividades e propostas de intervenção.
      Atualmente, a Regional de Ensino de Planaltina-DF dispõe da Ecoterapia e do Atendimento Complementar, em horário inverso, não somente ás crianças que terminando o Programa de Educação Precoce e que estão na inclusão em outras escolas, como ás crianças que deixaram o Centro de Ensino Especial.
Fonte de Pesquisa:
-Orientação Pedagógica – Educação Precoce – Secretaria de Estado de Educação de Brasília – DF
NMP-Regional de Ensino de Planaltina-DF
Centro de Ensino Especial nº1 de Planaltina- DF