“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


domingo, 14 de novembro de 2010

TERMINA O ANO LETIVO – UMA PAUSA PARA REFLEXÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM

sala vaziaTERMINA O ANO LETIVO

 UMA PAUSA PARA REFLEXÃO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM  




 Termina o ano letivo, mas não termina o processo de aprendizagem do aluno. No início do ano foi preciso uma série de produções, situações problemas, em toda a área do conhecimento, para sondar o que o aluno já sabe qual a bagagem que traz; um diagnóstico que deu ao professor um ponto de partida, e continuidade para alguns alunos e retomada de conteúdos não adquiridos para outros...
          Nesta primeira sondagem, o professor, sente um impacto ante as desigualdades de níveis de conhecimento. Uns sabem muito, alguns sabem alguma coisa e outros, estes vão assustar o professor, sabem quase nada. Isso em relação aos conteúdos da série iniciada.  
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           Num segundo momento professor vai partir para o planejamento diversificado para atingir a maioria, envolver a família nas atividades, paralela á uma investigação sobre os que estão muito aquém do desejável, que é o ponto chave de uma questão que vai acompanhar o professor e o aluno, por todo ano letivo.
O ano de 2010 foi um ano de mudanças no Sistema Educacional em todo país, com a implantação do Ensino Fundamental de 9 anos, que trouxe inovações.
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) sinaliza que oito anos eram "a duração mínima" necessária ao Ensino Fundamental - e não a máxima. Uma nova turma de alunos de 6 anos, surge, matriculados no 1º ano, similar a Educação Infantil das Escolas Particulares. “A inclusão dessa clientela é um grande passo para a democratização do acesso escolar. Apenas os filhos das classes mais pobres não estudavam aos 6 anos", analisa Patricia Corsino que leciona Prática de Ensino de Educação Infantil na Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)”
fim de ano 2Mudou muito? Mudou. Afinal, não se trata apenas de transferir para as crianças de seis anos os conteúdos e atividades da antiga primeira série. É preciso considerar que essa alteração trouxe a necessidade de se pensar uma mudança na estrutura e na cultura escolar. No que se refere aos conteúdos do primeiro ano, é preciso considerá-los respeitando as características etárias, sociais e psicológicas das crianças. As escolas tiveram que se preparar para recebê-las: repensar a proposta pedagógica, um currículo apropriado, os espaços da instituição, as salas de atividades, a rotina do grupo, a relação com os pais, o processo de ensino e aprendizagem.

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