“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


sexta-feira, 26 de novembro de 2010

DEPRESSÃO EM CRIANÇAS...

DEPRESSÃO EM CRIANÇAS...

                                            
      Nem sempre a depressão em crianças até 12 anos é identificada. Ela não sabe expressar sentimentos com palavras.
       Os sintomas mais freqüentes da Depressão na Infância e Adolescência costumam serem os seguintes: insônia, choro, baixa concentração, fatiga, irritabilidade, rebeldia, tiques, medos lentidão psicomotora, anorexia, problemas de memória, desesperança, ideações e tentativas de suicídio. A
tristeza pode ou não estar presente.          
             “Examinando-se a criança, nem sempre encontramos os sintomas claros e francos que descrevem seu estado emocional interno. Um esforço de bom senso e perspicácia deve ser dedicado ao exame cínico, buscando aumentar a possibilidade da criança menor ser compreendida quanto aos seus sentimentos, apesar de tais sentimentos serem de difícil identificação. Em muitos casos, observamos apenas uma maior sensibilidade emocional, choro fácil, inquietação, rebeldia e irritabilidade” de acordo com a psicanalista Sandra Mortinho
São resultados de alterações afetivas, que a Organização Mundial de Saúde (OMS) dividiu em duas categorias:
1. Reação de Abandono (ou de Dor e Aflição Prolongadas), que é específica das situações onde falta a figura materna ou de um cuidador afetivamente adequado, e
2. Depressão da Infância Precoce

                               
        As mudanças de comportamento na criança, de extrema importância, é que vão demonstrar que alguma coisa vai mal em relação ao seu estado emocional, e que vai chamar a atenção do professor, e dos pais, principalmente quando observadas dentro do critério do prolongamento em que situam as mudanças comportamentais.
        Se antes a criança estava bem adaptada e passa a apresentar condutas irritáveis, destrutivas, agressivas, com desrespeito ás regras e limites, oposição à autoridade da professora, preocupações e questionamentos como se fossem adultos, é preciso estar com a família, e levantar a história desta criança.

Fonte de Pesquisa
1.      Annell, A.L. (1972). Depressive states in childhood and adolescence. Stockholm, Almquist & Wiksell.
2.      Ciccheti, D. y Toth, S. (1995). Developmental psychopathology, and disorders of affect. En D. Ciccheti y D. Cohen (eds.). Developmental psychopathology, Volume 2: Risk, disorder and adaptation. New York, NY: John Wiley & Sons, Inc.
3.      http://gballone.sites.uol.com.br/infantil/depinfantil.html
4.      Freidl W, Egger J, Friedrich G. - Personality and coping with stress in patients with functional dysphonia. Psychother Psychosom Med Psychol. 1989 Aug;39(8):300-5. German.
5.      Kashani JH, Strober M, Rosenberg TK, Reid JC - Correlates of psychopathology in adolescents. Psychiatry Res. 1988 Nov;26(2):141-8.
6.      Rutter, M., (1986). The developmental psychopathology of depression. Issues and perspectives. En M. Rutter, Izard y Read (eds.). Depression in young people. New York: Guilford Press.  
7.      Rutter, M., Tizard, J. y Whitmore, K. (1970). Education, health and behaviour. London: Logman Group, Ltd.
8.       Weller RA, Weller EB, Fristad MA, Bowes JM. - Depression in recently bereaved prepubertal children. Am J Psychiatry. 1991 Nov;148(11):1536-40.

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