“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

PESQUISA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA - PROJETO QUE DEU CERTO…

SOLUÇÕES SIMPLES FAZEM DIFERENÇA
                                   Adriana Lira- Universidade Católica de Brasília
                                                         Cátedra UNESCO da Juventude
                                                         Educação e Sociedade – UCB

“As violências tomam dimensões maiores, carecendo, por essas razões identificar por que parte das  escolas, do Distrito Federal, não atinge seus objetivos no processo  de superação.
Este artigo propõe uma reflexão sobre o clima escolar como recurso indicador da necessidade e possibilidade de mudanças dos gestores e equipe comprometido com uma educação de qualidade, portanto, medida eficaz que independe de recursos sofisticados, mas da sensibilidade e responsabilidade.
Após uma pesquisa realizada em cinco escolas da periferia de Brasília, cidades satélites), com alto nível de violência, dentro do Projeto Segurança Escolar do Ministério Público do Distrito Federal. A amostra  envolveu 1004 informantes do ensino fundamental, entre gestores, professores, alunos, orientadores educacional, alunos, policiais militares e servidores.
Evidências de pesquisa mostraram que a superação das violências tem relação direta com a qualidade do clima escolar, detectando a existência de relações bilaterais entre o clima organizacional e as violências, num processo cíclico acumulativo. Os resultados apontaram que o gestor exerce influência sobre o clima, confirmando que a sua postura a adoção de medidas simples e de baixo custo são capazes de elevar  a qualidade do clima. Por meio de uma gestão democrática, acessível, comprometida e ainda estabelecer com os estudantes um pacto de confiança, a gestora de uma das escolas encaminhava problemas idênticos aos de outras unidades escolares, alcançando resultados diferentes por meio de esforços coletivos, adoção de projetos de convivência e educação não formal (PROJETO ESCOLA ABERTA nos finais de semana), implementação de currículos significativos e envolvimento dos atores, entre outras medidas, ao invés das medidas repressoras".
Solicitamos á professora Adriana Lira, que citasse medidas práticas, desta escola (em Planaltina – DF), que havia alcançado melhores resultados, ela apontou as portas abertas aos alunos(também) nos turnos contrário aos das aulas, para práticas diversificadas, inclusive, esporte.Trazer os aluno para dentro da escola, acolhimento e afetividade. Ao invés de “encaminha-lo” á outras instituições que promovem programas alternativos. Não querer ficar livre daquele aluno e faze-lo sentir isso.

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