“Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade”.

Paulo Freire


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

CONFERÊNCIA EDUCAÇÃO BÁSICA - SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL

Educação promove conferência no DF

ENCERRA HOJE A CONFERÊNCIA SOBRE A EDUCAÇÃO BÁSICA NO DF, COM A PARTICIPAÇÃO DE 600 DELEGADOS, ENTRE  PROFESSORES DE TODAS AS ETAPAS E MODALIDADES DA EDUCAÇÃO BÁSICA DO DF E DE SETORES DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA,,  QUANDO ESTÃO SENDO ANALISADOS:
  •  os fatores que influenciam a organização do trabalho pedagógico

  • “Apontar caminhos para consolidar um projeto de educação pública de qualidade social para o Distrito Federal nos próximos anos”. Este é o tema central da Conferência da Educação Básica da Secretaria de Educação do Distrito Federal, que acontece desta segunda-feira (27) até quarta-feira (29), no auditório da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape)



  •  “Esta conferência é um espaço aberto para que a sociedade possa ser um agente ativo do desenvolvimento da Educação no Distrito Federal e constitui mais um passo importante para a implementação de uma política de Estado voltada para a melhoria do ensino”, afirma, o Secretário de Educação, que se exonoreu do cargo, neste intercurso..
     
  •          Através de três eixos temáticos: currículo, avaliação e formação dos profissionais da educação. Segundo a subsecretária de Gestão Pedagógica e Inclusão Educacional da Secretaria de Educação, Lívia Freitas Borges, a escolha desses temas se deve a sua relevância para se construir contexto educativo em sua integralidade e a “implementação de uma concepção de Educação Integral que compreenda a ampliação de espaços e oportunidades que leva ao desenvolvimento da cidadania e dos direitos humanos”, defende.

  • No primeiro dia do evento, o secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (MEC), André Luiz Figueiredo Lázaro, dá inicio ao debate com a conferência "Educação, sociedade e cidadania", marcada para às 9h. No dia 28, em discussão a Formação Continuada de Professores e Coordenação Pedagógica: a quem interessa? Para quê? Participam da mesa redonda a assessora pedagógica do Uniceub, professora Ilma Passos Veiga, o vice-diretor da Eape/SEEDF, professor Francisco José da Silva e a subsecretária para Educação Integral, Cidadania e Direitos Humanos da Secretaria de Educação, professora Adriana Costa de Miranda. No último dia a assembléia se reúne em grupos de trabalho pela manhã e à tarde participam da plenária: Desafios e Possibilidades para a Ebásica do Distrito Federal.
      Uma conferência com resultados que, com certeza, serão repassados á próxima administração da Secretaria de Estado de educação  do Distrito Federal, um vez que no próximo dia 03 de Outubro, muda todo o contexto político para o ano de 2011; assim como é de praxe, muda os sistemas e projetos educacionais anteriores, raros os que  permanecem, a não ser aqueles já homologados por lei pelo MEC. Vamos aguardar que mudanças NA EDUCAÇÃO BÁSICA DO DF , aconteçam de qualquer forma.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

A SEXUALIDADE É DESPERTADA, CADA VEZ MAIS CEDO, ENTRE OS ADOLESCENTES

       O despertar da sexualidade se dá na adolescência. É um fenônemo natural, porém que causa espanto dado o grande  números de adolescentes em estado de gravidez precoce. Procuramos explicações sob o ponto de vista da psicologia e segundo o psiquiatra Viktor Frankl," o jovem desperta para o sexo oposto sem ainda distinguir e escolher alguém, mas pelo simples apelo sexual que o outro sexo representa. Ora, o ambiente está impregnado de estímulos sexuais e o adolescente, que já está fisiologicamente sensível a esses estímulos, ainda por cima, é cobrado por seus pares no sentido de viver experiências nesse campo. Como conviver com isso e dizer não a algo tão atraente e de manifestações tão fortes como o relacionamento sexual? E para completar o quadro, há uma condescendência, às vezes silenciosa outras nem tanto, por parte dos adultos que não reprovam as ousadias nas propagandas e na mídia em geral. E há todo um comércio que vive do sexo e promove todo tipo de facilidades para encontros íntimos, isso quando eles não acontecem nas próprias casas... Como admirar-se de que as meninas engravidem?"
        Diante da complexidade desta série de fatores que levam os adolescentes a assumir condições de relacionamentos a dois, relacionamentos que trazem  consequências para as quais não estão preparados o que fazer? 
       Em todas as entrevistas em que estas adolescentes concederam, principalmente á pesquisadores, percebemos que mudar esta situação recheiada de estímulos á prática da sexualidade, é impossível, e que o esclarecimento, o conhecimento, dentro da família, principalmente, como prevenção é o que pode amenizar as consequências tão difíceis para todos os envolvidos.
      As campanhas sempre acontecem e estamos fechando"a Semana Internacional da Gravidez na Adolescencia", mas nada como um bom relacionamento entre pais e filhos...

Gravidez na adolecencia

Sua Vida Sua Responsabilidade é o tema do Dia Mundial da Prevenção da Gravidez na Adolescência / 2010

             "Sua Vida Sua Responsabilidade"
 é o tema do Dia Mundial da Prevenção       daGravidez na Adolescência / 2010
No mundo, um terço das 205 milhões de gravidezes ocorridas a cada ano não são planejadas. No Brasil, 15,9 anos é a idade média da população feminina para a ocorrência de gravidez, segundo pesquisa do Ministério da Saúde.
Pelo quarto ano consecutivo, mais de 70 países da Europa, Ásia e América Latina, participam do Dia Mundial da Prevenção da Gravidez na Adolescência 2010 (26 de setembro) que este ano tem como tema “Sua Vida Sua Responsabilidade”. A data é promovida por organizações não-governamentais e sociedades médicas internacionais com apoio mundial da Bayer Schering Pharma. O site da campanha é www.vivasuavida.com.br
O Dia Mundial da Prevenção da Gravidez na Adolescência 2010 acontece pelo quarto ano em mais de 70 países da Europa, Ásia e América Latina. Patrocinada mundialmente pela Bayer Schering Pharma, a campanha é realizada pela agência global de saúde reprodutiva e sexual, Marie Stopes International (MSI), Organização Pan-Americana da Saúde e da Educação (PAHEF), Federação Internacional de Paternidade Planejada (IPPF), o Population Council, a Sociedade Europeia de Contracepção (ESC), Federação Internacional de Ginecologia Infantil e Juvenil (FIGIJ), o Conselho sobre Contracepção Ásia/Pacífico (APCOC), o Centro Latino-Americano de Saúde e Mulher (CELSAM) e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID). No Brasil, a iniciativa conta com o apoio da FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e do Canal Futura. Também participam das ações a cineasta Sandra Werneck, diretora do longa-metragem “Sonhos Roubados” – que aborda o impacto da exclusão social na vida de crianças e adolescentes, com foco na questão da sexualidade - e do autor Marcos Ribeiro, coordenador do Centro de Orientação e Educação Sexual (CORES).

A PEDAGOGIA DO AFETO

       Mario Benedetti foi um poeta, escritor e ensaísta uruguaio.  Como todo poeta e escritor traz a sensibilidade e expressa-a com sabedoria. “Da Gente Que Eu Gosto”, diz: “gosto de gente sincera e franca, que sabe a importancia da alegria... fiel e persistente ... que nunca deixa de ser animada e nos contagia com sua energia...gente que busca soluções... gente que é capaz de entender  que o  maior erro do ser humano é tentar arrancar da cabeça, aquilo que não sai do coração...”
        Esses retalhos retirados de textos de Mário Benedetti  me levaram á confirmação das minhas conclusões sobre “Diálogos Sobre a Afetividade” do psicoterapeuta Ivan Capelatto,  um dos profissionais  que demonstra claramente seu partidarismo á Pedagogia do Afeto, defendida por uns criticada por outros. 
      Em suas definições,Capelatto conclui que “Família é nosso lugar. Lugar de afetividade, de cuidado, de limite. Lugar de amar, brigar, gritar, reparar, pedir desculpas, beijar, abraçar. Lugar para criar raízes e asas.”
            Diz ainda:      “Lembremos que não é só o grandão que bate no pequeno. Se prestarmos bem a atenção, vamos ver que o pequeno provoca, porque sabe que alguém vai interferir. Então, os pais podem chamar os filhos e dizer que, dali em diante, não vão mais interferir nas brigas e eles que se virem. O pequeno também vai perceber que vai ter de se controlar em relação ao irmão mais velho.”
       “Cuidar é uma forma de tornar o outro importante. Todos nós precisamos de cuidado. Os pais precisam sempre se lembrar de que os filhos não pedem para nascer. Eles são desejados pelos pais e, quando um pai deseja um filho, tem que assumi-lo pelo resto da vida. Pai não tem sossego, pai não tem férias, mas pai tem felicidade. Talvez não tenha muito prazer, mas tem felicidade. Qual é a felicidade de um pai? Imaginar que construiu um bom ser humano.”
       É o papel da família na formação e equilíbrio das emoções dos filhos, nossos alunos, que chegam à escola, deprimidos e tristes porque, esta mesma família não está cumprindo seu papel e o ônus desta ausência está sobre os ombros de uma criança de 6, 8 anos...
      Analisando então esta realidade, fica claro que pouco ou nada podemos fazer em relação á família desestruturada, pois são aspectos sócio cultural, que foge ás nossas funções, mesmo quando o Sistema nos norteia ás denuncias da negligência, do abuso...  Então a escola busca o Conselho Tutelar, este desprovido de uma equipe de psicólogas que possam apoiar pais e filhos, cumpre seu papel deficitariamente...


       Mas, aquela criança é meu aluno, está na minha sala, está no Apoio Pedagógico e ela chora, literalmente ela chora, porque tudo dói dentro dela, e mesmo não sendo e não tendo psicólogo na Equipe, as queixa destas crianças e adolescentes , que chegam afetuosos, carentes, interativos demonstram atitudes de baixa auto estima, auto desvalorização déficit no senso de capacidade e competência, medo do desconhecido, sem ter a quem se socorrer...


      A psicóloga Maria Neusa dos Santos analisa a “Pedagogia do Afeto” como um “termo criado para designar relações interpessoais de afetividade em sala de aula e está fundamentada na Psicologia Transpessoal conhecida como a quarta força, oriunda dos estudos de Maslow, Sutich, Fadiman e Grof, muito embora Jung tenha sido o pioneiro a considerar a dimensão espiritual do ser humano.
         Nessa linha é que se fundamenta esse modelo de ensino voltado para o ser, pela necessidade de se pensar nas mudanças que ocorrem na contemporaneidade no que tange à educação dos indivíduos.
       A própria Educação prioriza os aspectos cognitivos do aluno em detrimento de outros fatores também importantes para o processo educativo. Mello (2004.p.18) nos adverte de que “não dá para pensar apenas na cabeça do aluno, pois o coração também é importante.”
      Daí então vamos fazer o que de melhor sabemos fazer, amar essa criança, cuidar de sua auto estima, trabalhar valores, e todos os recursos para que seja compreendida em suas dificuldades, dando lhe a certeza de que tem um potencial de aprendizagem e que este não ficará perdido.Este momento de sua vida é “só um momento”.

Crescendo e Aprendendo - Depressão infantil

domingo, 26 de setembro de 2010

MAUS TRATOS Á CRIANÇA

 

Alienação Parental

Fevereiro 3rd, 2010
Fala-se ultimamente em “Síndrome de Alienação Parental”; embora este termo não seja o correcto, a alienação parental existe quando um dos progenitores tenta repetidamente denegrir o outro progenitor junto da criança, habitualmente durante uma situação de divórcio; contudo não deixa de ser uma situação de maus-tratos emocionais para as crianças.
O divórcio é o 2.º acontecimento de vida mais gerador de stress, que nem sempre é fácil de gerir; aceitar o final de uma relação e adaptar-se a novas realidades é difícil e leva tempo.  Por vezes o conflito que surge entre os pais afecta os filhos sem que estes o percebam. E isto acarreta consequências:
- Relações interpessoais: dificuldade em estabelecer relações de confiança com outras pessoas e em relações de maior intimidade;
- Baixa tolerância à raiva e hostilidade: dificuldades em lidar com situações que despertem emoções fortes como a raiva (“ferver em pouca água”), em aceitar o “não”.
- Problemas no sono e na alimentação: dificuldades em adormecer, pesadelos, sono inquieto; pode também existir falta de apetite.
- Maior conflitualidade com figuras de autoridade: dificuldades em segui ordens e orientações de figuras de autoridade (professores, polícias, superiores hierárquicos, …)
- Maior vulnerabilidade e dependência psicológica: auto-estima e auto-confiança mais baixas.
- Sentimento de culpa: a criança é constantemente forçada a escolher um lado e tomar partido, crescendo com um sentimento de culpa e de impotência.
- Doenças psicossomáticas: dores de cabeça, dores de barriga e outras são muito comuns de surgirem, em particular nas situações de stress.
Cada um reage à dor de uma separação da sua própria maneira, sendo que uma maneira construtiva é aceitando o fim da relação a nível emocional e cognitivo, reorganizar e redefinir a família. E isso leva tempo e energia, mas o resultado final é positivo para todos.
http://www.manualdacrianca.net/

Maus-Tratos Psicológicos

Maus-Tratos Psicológicos

sábado, 25 de setembro de 2010

IMPACTO DA PEDAGOGIA MODERNA: REPENSANDO...

IMPACTO DA PEDAGOGIA MODERNA: REPENSANDO...: "'Quase todas as crianças que chegam ao Apoio Pedagógico nos mostram que estão 'órfãos': os pais estão separados, ou um deles, usa drogas, es..."

REPENSANDO...

"Quase todas as crianças que chegam ao Apoio Pedagógico nos mostram que estão "órfãos": os pais estão separados, ou um deles, usa drogas, está preso... e tentamos colocar em suas mentes e corações "que criança tem que brincar, sorrir, correr, cantar, brincar e estudar... e deixar que os adultos resolvam problemas de adultos. As crianças tem que ser felizes!". Mundo moderno. Tudo mudou. Independência emocional na  criança existe ? Os valores do coração mudam????

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

A EQUIPE DE APOIO Á APRENDIZAGEM CONTA HISTÓRIAS DO SEU COTIDIANO...


UM CASO DE UM ALUNO TDAH


      L tem 12 anos, cursa a 4ª série e foi encaminhado ao SEEAA, em 2009, na 3ª série, coma queixa da professora e um receituário médico para criança TDAH. Medicação que Luizinho não estava tomando. É importante lembrar que havia um receituário (cópia), mas não havia laudo médico e nem exames complementares.
As queixas desesperadoras da professora tinham completa fundamentação de que o aluno deveria receber a medicação, pois além de estar com seu desempenho escolar baixo, não deixava que os colegas se concentrassem e realizar as atividades em sala de aula. Enfim, pela descrição havia “um furacão em sua sala de aula". E toda a escola concordava.
      Lera aluno da escola desde a 1ª série, e levantando a historia de vida dele na escola, na família. Ficou realmente constatado que o problema era muito sério. Havia queixas e encaminhamentos diversos, desde os anos anteriores, e nada havia sido feito, pois todos concordavam que Luizinho deveria tomar a medicação. Porém a mãe se recusava a dar ao filho o medicamento... Mas, então, por quê? Seria mais cômodo e até evitaria as inúmeras vezes em que era chamada na escola, para ouvir queixas...

A Pedagoga da Equipe de Apoio chamou a família (a mãe), no sentido de colaborar em relação ao Transtorno de que é portador, especificamente, em relação ao uso do medicamento indicado.
A família, resistente em tomar estas providências, afirmando que o filho não fez todos os exames médicos necessários que justificasse o laudo médico. Então foram feitos novos encaminhamentos á Unidade de Saúde. Porém a Rede Pública pouco oferece aos médicos e pais em relação á exames... E até as consultas médicas são difíceis, pois numa cidade como Planaltina, existe apenas um neuropediatra para atender toda a população infantil, e exames só se forem feitos nas clinicas particulares, ou ficarem inscritos para quando houver vagas em Brasília... Uma espera, digamos de anos...   Foi feito um apelo até ao Conselho Tutelar para que no sentido de que atendessem a justa reivindicação da mãe, quanto aos exames complementares, sem que obtivesse sucesso.
          O aluno é uma criança, afetuosa, demonstra uma boa socialização, embora com uma baixa auto estima, própria do transtorno, pela defasagem que traz o déficit de atenção e a falta de controle, involuntária, sobre a concentração.
        No ano em curso, a atual professora tem realizado um trabalho excelente com o aluno dentro dos recursos indicados pelos especialistas da saúde, em TDAH, que é a rotina, regras, limites, afetividade, valorização das superações, apoiada pela família. E a queixa que a professora tem de Luizinho são algumas dificuldades motora fina na grafia das letras.
        Até aqui fica muito claro a “questão dos vínculos afetivos”. O sucesso do aluno com ou sem transtorno depende muito, muito mesmo do professor e o compromisso que ele tem com seu aluno.
      Nesse ano, em 2010, 'L' tem um projeto interventivo também. Participa das Oficinas Pedagógicas Grupos de Vivência e Auto Estima, e tem um atendimento individualizado de psicomotricidade para amenizar a dificuldade da coordenação motora fina, na Equipe de Apoio à Aprendizagem. Assim como atividades de jogos de informática, pela professora da Sala de Recursos.
        Desde então, o aluno apresentou resultados no seu processo de letramento, significativos, melhora na sua auto estima e em sua inclusão Social.
        Luizinho, pelos motivos relatados, não voltou ao médico, e Luizinho “não está tomando medicamento”.
        A história de 'L' é a história de 'L', neste momento.
        Cada TDAH tem sua história.
        Com ou sem medicamentos a afetividade, a compreensão e ajuda do professor e da  família é muito importante. Sempre será para todos.

                                                          
jogos interativos
oficinas de auto estima

trabalhando a psicomotricidade

                                  
 
aperfeiçoando a coordenação motora fina




Planaltina, 16 de Setembro de 2010
Equipe de Apoio á Aprendizagem – Júlia Virginia de Moura-Pedagoga



 

                                                                                                                       

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

PROJETO DE ATENDIMENTO AO ALUNO TDAH - NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO DF

 Como o aluno TDAH não está incluído nos ANAEEs, pois o trantorno não configura uma Deficiência Mental, (estes são acompanhados por um professor espececialista na SALA DE RECURSOS), segundo orientações pedagógicas da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal , os TDAHs são acompanhados em seu desempenho escolar por uma equipe pedagógica, composta pelo Supervisor Pedagógico, a Pedagoga da Equipe de Apoio á Aprendizagem  e a professora especialista da Sala de Recursos através de um  Projeto Interventivo especialmente elaborado, globalizando suas dificuldades e necessidades, com o acompanhamento do professor.
 


GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL

SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO

      SSUBSECRETARIA DE GESTÃO PEDAGÓGICA E INCLUSÃO EDUCACIONAL

DIRETORIA REGIONAL DE PLANALTINA
Escola Classe 13


PROJETO  DE ATENDIMENTO  INTERVENTIVO AOS ALUNOS COM TRANSTORNOS FUNCIONAIS
(Os Alunos com Transtornos Funcionais são os especificados como : dislexia, disortografia, disgrafia, discalculia, transtorno de atenção e hiperatividade, entre outros” MEC, 2008, p.15
           Em acordo com as ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS da Secretaria de Educação, recebidas recentemente, os alunos com Transtornos Funcionais, e  especificamente os TDHA, diagnosticados nessa Unidade Escolar, serão atendidos pelo trabalho articulado entre Sala de Recursos e Equipe de Apoio Pedagógico:
 Articulação dos Profissionais da Sala de Recursos, com os Serviços de Orientação Educacional  e Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem para atendimento aos estudantes com Transtornos Funcionais,(OP. pág.90- Ed. Especial)
         Uma vez que estes alunos, após terem sido encaminhados pelo professor e passado por todo o processo interventivo PAIQUE, pela Equipe Especializada de Apoio á Aprendizagem,cujas  possibilidades de intervenção, nos 3 (três) níveis do  Paique foram esgotadas, serão encaminhados para diagnóstico diferencial e atendimento articulado
junto à Sala de Recursos.

JUSTIFICATIVA
  
         Diante da necessidades que estes alunos têm de receber atividades complementares extra classe,  um atendimento de forma mais individualizada, que possa minimizar a defasagem de aprendizagem causada pelo transtorno de que são portadoras, e mediante  os serviços de apoio – Equipe Especializada de Apoio á Aprendizagem, Sala de Recursos, Coordenador e Supervisão Pedagógica, existentes em nesta Instituição, estes alunos serão atendidos segundo as suas necessidades educacionais.

OBJETIVOS

       No foco da Inclusão Social, o atendimento que o aluno receberá, estará direcionado não, somente para suas limitações, dificuldades de aprendizagem, porém, através da articulação da Sala de Recursos e da Equipe Especializada de Apoio á Aprendizagem em consonância com sua sala de aula, visando uma plena inclusão social.






AÇÕES PEDAGÓGICAS

         As Ações Pedagógicas deste projeto  estão voltadas para psicomotricidade , de forma lúdica, que promove do desenvolvimento da atenção, concentração, percepção, localização espacial, lateralidade... o exercício nas sessões de psicomotricidade faz com que o vocabulário psicomotor da criança se desenvolva com maior significado, tendo maior aquisição de vivências , com repercussões significativas no processo de  letramento repetindo as informações e conteúdos escolar, ampliando o conhecimento prévio
.   Oficinas de auto estima, que são muito importantes, uma vez que o aluno TDHA tem tendências a hiperemotividade, apresentando déficit de  de afetividade,  a se sentir desvalorizado e inseguro, o que vai influenciar no desenvolvimento de suas habilidades e competências, assim como no processo de inclusão social.

CRONOGRAMA

       O projeto será executado durante todo o ano letivo, com dois atendimentos semanais, no horário contrário das aulas, sendo um atendimento com a professora da Sala de Recursos, e outro  com a pedagoga da Equipe de Apoio á Aprendizagem.
AVALIAÇÃO
         A avaliação será  baseada na observação e no acompanhamento das atividades individuais e coletivas. Diagnóstica e contínua, a constatação dos avanços obtidospelo aluno considerando as dificuldades enfrentadas no processo e a busca de soluções,  através de registros que possibilitarão orientações para uma retomada de caminho, de planejamento, de objetivos e/ou de conteúdos, contribuindo para reflexões significativas sobre as condições de aprendizagem e inclusão social.

                                                                              Planaltina 22 de abril de 2010

                      
Rivelino Cruz Petroceli....  –Supervisor Pedagógico
Júlia Virginia de Moura –  Equipe Especializada de apoio á Aprendizagem
Luciana Gomes de Almeida  Pires   Professora da Sala de Recursos
 
    









                                  

Happy Hour - Hiperatividade TDAH (DDA) - Mentes Inquietas - Ana Beatriz ...

DISTRAÇÃO, IMPULSIVIDADE E HIPERATIVIDADE

Mentes Inquietas, de Ana Beatriz Barbosa Silva

O QUE É O TDA? UM TRIO DE RESPEITO:
DISTRAÇÃO, IMPULSIVIDADE E HIPERATIVIDADE...

Quando pensamos em TDA, não devemos raciocinar como se estivéssemos diante de um cérebro "defeituoso". Devemos, sim, olhar sob um foco diferenciado, pois, na verdade, o cérebro do TDA apresenta um funcionamento bastante peculiar, que acaba por lhe trazer um comportamento típico, que pode ser responsável tanto por suas melhores características como por suas maiores angústias e desacertos vitais.
O comportamento TDA nasce do que se chama trio de base alterada. É a partir desse trio de sintomas - formado por alterações da atenção, da impulsividade e da velocidade da atividade física e mental - que se irá desvendar todo o universo TDA, que, muitas vezes, oscila entre o universo da plenitude criativa e o da exaustão de um cérebro que não para nunca. Por esse motivo, será feita agora uma análise minuciosa do trio de sintomas que constitui a espinha dorsal do comportamento TDA:
ALTERAÇÃO DA ATENÇÃO: Este é, com certeza, o sintoma mais importante no entendimento do comportamento TDA, uma vez que esta alteração é condição sine qua non para se efetuar o diagnóstico. Uma pessoa com comportamento TDA pode ou não apresentar hiperatividade física, mas jamais deixará de apresentar forte tendência à dispersão.
Para um adulto TDA, manter-se concentrado em algo, por menor tempo que seja, pode ser um desafio tão grande como para um atleta de corrida com obstáculos que precisa transpor barreiras cada vez maiores até chegar ao fim da pista. Essa dificuldade em se manter concentrado em determinado assunto, pensamento, ação ou fala, muitas vezes, causa situações bastante desconfortáveis ao adulto TDA. Exemplo disso é o fato de estar em reuniões importantes de trabalho ou de família e, de repente, desviar seus pensamentos para pequenas coisas como o horário do jogo de seu time no dia seguinte, a roupa que irá usar para ir ao cinema à noite ou mesmo se o carro está suficientemente limpo para dar carona ao chefe. Várias vezes, o adulto TDA é flagrado por seus parceiros ou patrões nesses lapsos de atenção, acarretando desde pequenas a grandes discussões. Pode-se constatar isso pela angustiada declaração de Diana, 22 anos, estudante de fonoaudiologia, que relata suas dificuldades de se manter concentrada quando em aula ou em outras situações acadêmicas:
Sabe, eu sempre me perguntei por que divagava tanto quando estava assistindo às aulas, ou sob supervisão. Algo em que eu deveria e também precisaria prestar atenção. Eu imaginava por que cargas-d'água isso tinha que acontecer comigo, já que sempre fui perfeccionista. Eu me recriminava; achava que só poderia ser alguma falha de caráter e que, no fundo, deveria ser uma desinteressada de tudo. Afinal, eu olhava para a face de minha supervisora nos orientando em pontos importantes e, embora no início conseguisse acompanhar, depois de certo tempo via o rosto dela se transformar em uma tela de cinema, onde se passavam vários acontecimentos de minha vida, planejamentos, ou, ainda, imaginava o que estava por vir: fantasias, sonhos... Quando eu voltava ao tempo e espaço presentes, já não fazia a menor ideia do que havia sido dito. Muita gente usa a expressão "pegar o bonde andando" para descrever uma situação em que você pega algo no meio e não entende nada... Mas para um TDA, eu acho que é o contrário: você pega o bonde parado, fica nele até certo ponto e depois cai. O bonde continua e você fica pra trás.

TRECHO DO LIVRO "MENTES INQUIETAS"

Com o passar do tempo, o próprio TDA se irrita com seus lapsos de dispersão, pois estes acabam gerando, além dos problemas de relacionamento interpessoal, grande dificuldade de organização em todos os setores de sua vida. Essa desorganização gera um gasto de tempo e de esforço muito maior do que o necessário para realizar suas tarefas cotidianas. Tal situação pode ser comparada a um carro cujo motor desregulado consome bem mais combustível e submete suas peças a um maior desgaste, resultando em menor durabilidade e desempenho.
Muitos TDAs descrevem períodos de profundo cansaço mental e às vezes físico. Alguns usam a expressão "cansaço na alma" para descrever seu estado após a realização de tarefas nas quais se forçaram em permanecer concentrados por obrigação. Por exemplo, a entrega de um trabalho profissional que tiveram que realizar como um dever, com prazo determinado e sem nenhuma paixão pelo que fizeram. No entanto, na grande maioria das vezes, os resultados desses trabalhos são muito bons - quando não, excelentes -, mas para o TDA fica sempre a sensação de um resultado ruim. Esse julgamento equivocado é provocado, em parte, pela desatenção de um cérebro envolto em uma tempestade de pensamentos incessante, que dificulta a canalização de seus esforços na realização de trabalhos com metas e prazos preestabelecidos.
A estudante de fonoaudiologia relata também várias situações comuns a um TDA e a fraca avaliação ou a consciência que tem acerca da própria competência:
Aqueles trabalhos escritos que precisam ser feitos dezenas de vezes na faculdade, como dissertações, pesquisas, sempre foram sinônimos de terror pra mim. Todo início de período eu jurava que seria diferente: não entregaria os trabalhos em cima da hora, prestaria atenção durante todo o período da aula, anotaria as explicações dos professores e depois passaria a limpo de forma organizada. Na realidade, os meus apontamentos sempre ficavam uma "zona", além de incompletos, porque eu sempre "caía do bonde". Invariavelmente, eu pedia emprestado o caderno das colegas que conseguiam fazer o que para mim era impossível, e tirava fotocópias. O mais engraçado era que, na maioria das vezes, eu tirava notas maiores que as delas, usando o mesmo material. Mas no caso de trabalhos dissertativos, eu sempre deixava para os 45 minutos do segundo tempo. Fazia no maior desespero, achava uma porcaria, e os professores adoravam! Eu ficava sem entender nada, eu me achava uma fraude. Sempre desejei fazer os trabalhos de uma forma disciplinada... o curioso é que nas poucas vezes que consegui, não saíram tão bons, pelo menos na avaliação dos professores.

COMO AJUDAR O TDAH

MELHOR CAMINHO PARA AJUDAR OS TDAHs - TRATAMENTO EM DEBATE
       É preciso que fique claro que o uso de medicação em grande parte necessário, mas que não muda muito a situação: a criança vai durante algumas horas em que dure o efeito do medicamento, ter um desempenho melhor em sala de aula e uma melhora na sua auto confiança, enfim consigo mesma. Porém o medicamento não vai mudar as causas orgânicas no cérebro.
       O medo que os pais têm, de que o uso prolongado de psicoestimulantes possa tornar seja um risco á dependência de drogas, no futuro, foi motivo de pesquisa por Timothy E. Wilens, da Faculdade de Harvard, que descartou totalmente essa possibilidade e constatou este risco entre os que não fizeram uso de medicamentos, enquanto crianças. 
        O psicólogo alemão Schultz diz que “... procuro fugir dos medicamentos sempre que possível. Esse tipo de tratamento nada oferece para a vida da criança; ela não aprende coisa alguma sobre si mesma nem sobre como lidar melhor com seus problemas. Na minha opinião a psicoterapia deveria ser o centro do tratamento.” (Mente &Cérebro,2010)
      A terapia comportamental não pode ser descartada, pois ela ensina a criança a superar qualquer tipo de comportamento problemático que possa surgir mais tarde. Os pais precisam tentar trabalhar o comportamento delas  no dia-a-dia.
        Com ou sem drogas, pais e educadores podem ajudar melhor crianças com TDAH, ensinando-as a lidar com as tarefas com mais organização e menos impulsividades . 
        A rotina diária, em casa, e em sala de aula, tem demonstrado excelentes resultados. Estabelece-se o que a criança vai realizar diariamente, e quando houver quebra de retina, prepará-la para isso. O uso de poucos estímulos visuais, para evitar a facilidade de dispersão. Regras claras, expectativas específicas e conseqüências previstas. Cronogramas escritos. Regras e limites e sempre elevando a auto estima da criança com TDAH.
         E o que há de mais novo é o “neurofeedback”, que é uma alternativa  de tratamento para combater o TDAH. Jogos especiais de computador ensinam crianças  a influenciar conscientemente suas ondas cerebrais, e portanto, seu comportamento. Podem se beneficiar d terapia por neurofeedback, principalmente no que diz respeito á atenção, á concentração, á impulsividade e ás formas leves de hiperatividade. Também há progresso na auto estima dessas crianças, porque elas vêem que são capazes de controlar o comportamento. Muitas transferem para a escola a capacidade de concentração que desenvolveram.
         E para os pais e até irmãos, terapia familiar, principalmente quando se trata de adolescentes com TDAH.  

TDAH - O QUE HÁ DE NOVO ?



DEFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE – O QUE HÁ DE NOVO ?

          Há comportamentos da criança e do adolescente que causam preocupações, são motivos de investigação por parte das Equipes de Apoio á Aprendizagem, pois são fatores de dificuldades de aprendizagem e  confundem com doenças, nem sempre são fáceis de serem diagnosticadas gerando estigmatização.
        A agitação e distração excessivas podem ser sintomas de transtornos  de deficit de atenção e hiperatividade (TDAH) que atinge predominantemente crianças e adolescentes; a compreensão mais apurada dos comportamentos próprios de cada idade e das alterações cerebrais dos portadores trouxe novos horizontes ao tema e esquentou a polémica em torno do exagero diagnóstico e do melhor tratamento, se psicológico ou através de medicamentos.
           Os sintomas típicos de distração e agitação aparecem em todas as idades, até mesmo em adultos. As crianças mostram-se esquecidas ou impacientes, tendem a atrapalhar os outros e tem dificuldades em respeitar limites. Há uma falta de controle dos impulsos.
        Os neurologistas utilizam modernas técnicas de imageamento, pesquisadores identificaram alterações em várias regiões do cérebro de crianças que sofrem de TDHA, em que na média, o lobo frontal e o cerebelo são menores, assim como os lobos parietal e temporal, áreas responsáveis pela emoção e pelo controle dos impulsos e movimentos que resulta no TDAH, sem que se já configurado deficiência mental básica.
          A inquietação física tende a diminuir nos adolescentes, mas a falta de atenção permanece e, muitas vezes se associa a comportamentos agressivos ou anti-sociais e problemas emocionais, assim como a uma tendência ao uso de drogas.  Os sintomas continuam em 30% a 50% dos casos.
        No desempenho escolar, a dificuldade que o aluno apresenta devido não somente na falta de atenção em si, mas na rápida queda da capacidade de prestar atenção contínua, assim como uma necessidade incontrolável de se mexer.
        A hiperatividade também se associa com deficits na coordenação motora fina, que tende a permanecer rudimentar, e com a incapacidade da criança parar de falar.
         O aspecto emocional das crianças e adolescentes com TDAH é um aspecto que não pode ser esquecido, pois enfrentam uma constante batalha com suas emoções. Têm grandes dificuldades em lidar com a frustração e não conseguem controlar seus sentimentos e falta de motivação para realizar determinadas tarefas.

Fonte de Pesquisa:

Mentes Inquietas TDAH- Desatenção, Hiperatividade  –A.B.Barbosa –Fonanar, 2009
Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade: atualização diagnóstica e terapêutica
E. Bellini Peroni Benczik – Casa do Psicólogo, 2000
Edição Especial da Revista Mente&Cérebro, 2010



segunda-feira, 13 de setembro de 2010

posições da automassagem

AUTO MASSAGEM E SEUS EFEITOS

     A massagem relaxante é realizada aplicando movimentos firmes e suaves sobre os tecidos do corpo proporcionando relaxamento muscular, melhoria da circulação sanguínea, alívio das tensões no pescoço e ombros entre outros benefícios.

       O movimento da massagem relaxante proporciona benefícios físicos e psicológicos, aliviando o estresse, dores musculares, diminuição da ansiedade, irritabilidade, aumenta a flexibilidade, elasticidade.

     É feita no corpo todo e pode ser aplicada tanto em homens como em mulheres,e crianças em situação de stress. 


       A massagem relaxante é uma técnica para eliminar o stress e a dor física, desfrutar de uma sensação de bem-estar e relaxamento e até mesmo dissolver as preocupações e melhorar o nosso humor.


      Foi cientificamente provado que o corpo faz contato com algumas alterações, tanto físicas como psicológicas. Isto permite que libere os hormônios que criam uma sensação de bem-estar e felicidade. O contato ou toque transmite ao sistema nervoso impulsos que permitem afrouxar os nervos e dissolver os nódulos de tensão.


     A massagem trabalha na pessoa com profundidade e modifica o estado físico e mental. Se repetidas, podemos dizer que é curativa.
  
     Quando estamos trabalhando com crianças em situações de stress, temos efeitos significativos como: relaxamento, bem estar e elevação da auto estima, uma vez que além dos efeitos terapêuticos, a criança está sendo trabalhada no seu esquema corporal ( localização espacial) motricidade, e inclusão social.

domingo, 12 de setembro de 2010

" Quando olharmos com olhos de criança, talvez entendamos como é este jogo de viver e evoluir "

ESCOLAS ? ? ?? ? ?

                 HÁ ESCOLAS QUE SÃO GAIOLAS E
                     HÁ ESCOLAS QUE SÃO ASAS


                 Escolas que são gaiolas existem para
             que os pássaros desaprendam a arte do voo.

              Pássaros engaiolados são pássaros sob controle.
          Engaiolados,, o seu dono pode levá-los para onde quiser.

                  Pássaros engaiolados sempre tem um dono.
                           Deixaram de ser pássaros,
                porque a essência dos pássaros é o voo.

           Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados.

                     O que elas amam são pássaros em voo.
        Elas existem para dar aos pássaros CORAGEM  para voar.

Autor desconhecido